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Maradona vai ao ataque e esculhamba Pelé e Platini

Ao analisar vitória do Brasil contra Coréia do Norte, técnico
da Argentina ironizou a fragilidade ofensiva dos asiáticos


Nelson Cilo
Com Agências

17/06/2010 | 07:01


Diego Maradona, de língua sempre afiada, não desperdiçou a chance de atacar os arqui-inimigos na coletiva de ontem. Ao analisar a vitória do Brasil diante da Coréia do Norte, o técnico da Argentina ironizou a fragilidade ofensiva dos asiáticos. Além disso, ele resolveu recomeçar as habituais provocações a Pelé.

Ao responder às declarações do Rei, que o acusou de aceitar o emprego na seleção argentina porque precisava de dinheiro e buscava espaços na mídia, o antigo ídolo partiu para os contragolpes. "Não me surpreende. O Pelé tem que voltar ao museu. E sobre o Platini, como todo francês, ele se acha mais que todo mundo. Nunca dei bola para ele e não vou dar agora", disparou Maradona, ao reagir às recentes críticas de quem "não acredita nele como treinador."

Então, citaram a falta de gols da Argentina - apenas um na Nigéria - Maradona elegeu a polêmica Jabulani como vilã. "Não quero mais falar disso. Os goleiros, os jogadores e todos já falaram, mas ela influencia muito nos poucos gols. Peço a Pelé e ao Platini que se dediquem a ver se a bola é boa em vez de falarem de mim", insistiu.

As intrigas entre o argentino e o brasileiro reaqueceram os noticiários no momento em que Maradona atribuiu a Pelé as declarações de que a África do Sul não teria condições de organizar a Copa do Mundo. O Rei rebateu imediatamente. "Dei força ao Maradona quando ele comandou um programa de televisão na Argentina, que tentou atrair patrocinadores", lembrou.

Quanto à estreia da Seleção de Dunga na Copa do Mundo, Maradona entende que os rivais históricos irão evoluir e mostrar força nas próximas rodadas. "Brasil é Brasil. E Dunga está fazendo um bom trabalho", elogiou.

Mas como não podia terminar os comentários discretamente, Maradona observou que a Coréia do Norte não conseguiu oferecer nenhuma resistência. "Eles nem ameaçaram. O Júlio César não deve nem ter tomado banho depois do jogo", zombou.


Treinador barra Verón para não perdê-lo no restante da Copa

Maradona esperou até o último instante e decidiu não contar com Verón para o confronto com os sul-coreanos. O jogador ainda não se recuperou de lesão na panturrilha direita sofrida na estreia diante da Nigéria.

"É uma decisão difícil, porque ele quer jogar. Mas a lesão pode se agravar e aí o Mundial acabaria para ele", justificou o treinador.

Maxi Rodriguez foi escolhido por Maradona para substituir Verón. Esta deve ser a única mudança no time argentino.

A preocupação dos sul-coreanos é com Messi, mas o atacante Park Chu-Young sugere ter a receita para neutralizar o argentino. "Teremos de frear o Messi antes mesmo de ele tocar a bola", disse o jogador do Mônaco.

"A Argentina tem uma equipe muito forte. Temos de ficar ligados até o último minuto, pois qualquer erro pode ser fatal", completou o também atacante Park Ji-sung, do Manchester United.



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Maradona vai ao ataque e esculhamba Pelé e Platini

Ao analisar vitória do Brasil contra Coréia do Norte, técnico
da Argentina ironizou a fragilidade ofensiva dos asiáticos

Nelson Cilo
Com Agências

17/06/2010 | 07:01


Diego Maradona, de língua sempre afiada, não desperdiçou a chance de atacar os arqui-inimigos na coletiva de ontem. Ao analisar a vitória do Brasil diante da Coréia do Norte, o técnico da Argentina ironizou a fragilidade ofensiva dos asiáticos. Além disso, ele resolveu recomeçar as habituais provocações a Pelé.

Ao responder às declarações do Rei, que o acusou de aceitar o emprego na seleção argentina porque precisava de dinheiro e buscava espaços na mídia, o antigo ídolo partiu para os contragolpes. "Não me surpreende. O Pelé tem que voltar ao museu. E sobre o Platini, como todo francês, ele se acha mais que todo mundo. Nunca dei bola para ele e não vou dar agora", disparou Maradona, ao reagir às recentes críticas de quem "não acredita nele como treinador."

Então, citaram a falta de gols da Argentina - apenas um na Nigéria - Maradona elegeu a polêmica Jabulani como vilã. "Não quero mais falar disso. Os goleiros, os jogadores e todos já falaram, mas ela influencia muito nos poucos gols. Peço a Pelé e ao Platini que se dediquem a ver se a bola é boa em vez de falarem de mim", insistiu.

As intrigas entre o argentino e o brasileiro reaqueceram os noticiários no momento em que Maradona atribuiu a Pelé as declarações de que a África do Sul não teria condições de organizar a Copa do Mundo. O Rei rebateu imediatamente. "Dei força ao Maradona quando ele comandou um programa de televisão na Argentina, que tentou atrair patrocinadores", lembrou.

Quanto à estreia da Seleção de Dunga na Copa do Mundo, Maradona entende que os rivais históricos irão evoluir e mostrar força nas próximas rodadas. "Brasil é Brasil. E Dunga está fazendo um bom trabalho", elogiou.

Mas como não podia terminar os comentários discretamente, Maradona observou que a Coréia do Norte não conseguiu oferecer nenhuma resistência. "Eles nem ameaçaram. O Júlio César não deve nem ter tomado banho depois do jogo", zombou.


Treinador barra Verón para não perdê-lo no restante da Copa

Maradona esperou até o último instante e decidiu não contar com Verón para o confronto com os sul-coreanos. O jogador ainda não se recuperou de lesão na panturrilha direita sofrida na estreia diante da Nigéria.

"É uma decisão difícil, porque ele quer jogar. Mas a lesão pode se agravar e aí o Mundial acabaria para ele", justificou o treinador.

Maxi Rodriguez foi escolhido por Maradona para substituir Verón. Esta deve ser a única mudança no time argentino.

A preocupação dos sul-coreanos é com Messi, mas o atacante Park Chu-Young sugere ter a receita para neutralizar o argentino. "Teremos de frear o Messi antes mesmo de ele tocar a bola", disse o jogador do Mônaco.

"A Argentina tem uma equipe muito forte. Temos de ficar ligados até o último minuto, pois qualquer erro pode ser fatal", completou o também atacante Park Ji-sung, do Manchester United.

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