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Flamengo foge do oba-oba e busca paz rumo ao título

Dirigentes escondem o time da imprensa e dos torcedores; equipe irá hospedar-se em um hotel de Teresópolis, no Rio


Nelson Cilo
Com Agências

01/12/2009 | 07:00


O Flamengo adotou ontem a primeira estratégia do clube para o duelo decisivo contra o Grêmio, domingo, no Maracanão. A diretoria decidiu isolar o elenco do assédio da imprensa e dos torcedores. Amanhã, o Rubro-negro se apresenta na Granja Comary para os treinamentos mais importantes da temporada.

O grupo irá hospedar-se em um hotel de Teresópolis. "Vamos baixar a bola", justifica o presidente Márcio Braga, ao falar da concentração. "Ainda falta uma batalha", alerta o técnico Andrade. Todos vão submeter-se ao mais rigoroso retiro até o final da semana. O time de Andrade só precisa de uma vitória simples para conquistar o título brasileiro. Os jogadores não poderão nem participar de programas de TVs.

Na Gávea, ninguém admite a hipótese de o Flamengo envolver-se na exagerada euforia que já começou a invadir o ambiente de fora para dentro. Na chegada ao Rio, as organizadas não paravam de gritar "é hexacampeão..."

O centroavante Adriano (não enfrentou o Corinthians para se recuperar de uma queimadura no pé esquerdo) não admite ficar de fora. "Estou dentro", supõe.

Além do tratamento intensivo, Adriano passa à base de pomadas cicatrizantes e antibióticos. O médico José Luiz Runco voltou a examiná-lo ontem e parecia otimista quanto às chances de liberá-lo. Os companheiros também torcem pela volta do atacante. "Não tem essa de falta de comprometimento. Todo mundo está sujeito a isso. Tem gente que pisa no buraco e morre. Foi azar", acredita o ala Léo Moura.

Enquanto isso, o fornecedor de material esportivo do Flamengo confirmou que o goleiro Bruno terá uniformes especiais à disposição. O camisa um irá vestir uma camisa branca em homenagem ao ex-goleiro Zé Carlos, que morreu em julho deste ano, vítima de câncer. Haverá assinaturas tanto de Bruno quanto de Zé Grandão. "Até agora não tinha feito nada. Parte da renda será revertida à família dele", explica o goleiro.



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Flamengo foge do oba-oba e busca paz rumo ao título

Dirigentes escondem o time da imprensa e dos torcedores; equipe irá hospedar-se em um hotel de Teresópolis, no Rio

Nelson Cilo
Com Agências

01/12/2009 | 07:00


O Flamengo adotou ontem a primeira estratégia do clube para o duelo decisivo contra o Grêmio, domingo, no Maracanão. A diretoria decidiu isolar o elenco do assédio da imprensa e dos torcedores. Amanhã, o Rubro-negro se apresenta na Granja Comary para os treinamentos mais importantes da temporada.

O grupo irá hospedar-se em um hotel de Teresópolis. "Vamos baixar a bola", justifica o presidente Márcio Braga, ao falar da concentração. "Ainda falta uma batalha", alerta o técnico Andrade. Todos vão submeter-se ao mais rigoroso retiro até o final da semana. O time de Andrade só precisa de uma vitória simples para conquistar o título brasileiro. Os jogadores não poderão nem participar de programas de TVs.

Na Gávea, ninguém admite a hipótese de o Flamengo envolver-se na exagerada euforia que já começou a invadir o ambiente de fora para dentro. Na chegada ao Rio, as organizadas não paravam de gritar "é hexacampeão..."

O centroavante Adriano (não enfrentou o Corinthians para se recuperar de uma queimadura no pé esquerdo) não admite ficar de fora. "Estou dentro", supõe.

Além do tratamento intensivo, Adriano passa à base de pomadas cicatrizantes e antibióticos. O médico José Luiz Runco voltou a examiná-lo ontem e parecia otimista quanto às chances de liberá-lo. Os companheiros também torcem pela volta do atacante. "Não tem essa de falta de comprometimento. Todo mundo está sujeito a isso. Tem gente que pisa no buraco e morre. Foi azar", acredita o ala Léo Moura.

Enquanto isso, o fornecedor de material esportivo do Flamengo confirmou que o goleiro Bruno terá uniformes especiais à disposição. O camisa um irá vestir uma camisa branca em homenagem ao ex-goleiro Zé Carlos, que morreu em julho deste ano, vítima de câncer. Haverá assinaturas tanto de Bruno quanto de Zé Grandão. "Até agora não tinha feito nada. Parte da renda será revertida à família dele", explica o goleiro.

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