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Famílias têm cadastros negados no 'Minha Casa'


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

25/11/2009 | 07:00


Após sete meses do início das inscrições do programa Minha Casa, Minha Vida, em Santo André, cerca de 6.000 pessoas cadastradas, do total de 63.693, não atenderam aos critérios estabelecidos pelo governo federal para ter acesso à moradia e serão comunicadas pela Prefeitura por meio de carta.

Os motivos que levaram algumas famílias a serem descredenciadas do programa foram a aquisição de moradias em outros municípios (825 pessoas) e o recebimento superior a três salários-mínimos (o caso de 4.745 inscritos).

Segundo a SDUH (Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação) da cidade, com isso, permanecem cadastradas 57.940 famílias.

O secretário da SDUH, Frederico Muraro Filho, explicou que as famílias que residem em assentamentos precários na cidade terão prioridade no momento da seleção.

Segundo a Prefeitura, em 2006 o município possuia 20.012 domicílios em assentamentos sem condições de moradia, cujas famílias recebem até três salários-mínimos.

Ele acrescentou ainda que a situação econômica das famílias inscritas, o número de pessoas com deficiência na residência, idosos, menores de 15 anos e o tempo que a pessoa reside no município serão itens levados em conta durante a triagem.

PROGRAMA - No dia 18 de abril, a Prefeitura de Santo André formalizou sua adesão ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. No dia 27 do mesmo mês, as incrições foram abertas para famílias com rendimento de até três salários-mínimos.

Desde então, a Prefeitura promoveu o encontro entre representantes da Caixa, empresários da construção civil, associações e cooperativas habitacionais para discutir o programa e buscar incentivos.

No dia 3 de agosto, a superintendência regional da Caixa recebeu os cinco primeiros projetos para a construção de 2.200 unidades habitacionais na cidade, desenvolvidos através da parceria entre a SDUH, proprietários de terrenos e empresários. Os projetos ainda estão em análise técnica da própria Caixa, segundo nota enviada pela Prefeitura de Santo André.

Até o momento, o governo federal ainda não se pronunciou sobre o número de unidades habitacionais que serão construídas em Santo André pelo programa.



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Famílias têm cadastros negados no 'Minha Casa'

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

25/11/2009 | 07:00


Após sete meses do início das inscrições do programa Minha Casa, Minha Vida, em Santo André, cerca de 6.000 pessoas cadastradas, do total de 63.693, não atenderam aos critérios estabelecidos pelo governo federal para ter acesso à moradia e serão comunicadas pela Prefeitura por meio de carta.

Os motivos que levaram algumas famílias a serem descredenciadas do programa foram a aquisição de moradias em outros municípios (825 pessoas) e o recebimento superior a três salários-mínimos (o caso de 4.745 inscritos).

Segundo a SDUH (Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação) da cidade, com isso, permanecem cadastradas 57.940 famílias.

O secretário da SDUH, Frederico Muraro Filho, explicou que as famílias que residem em assentamentos precários na cidade terão prioridade no momento da seleção.

Segundo a Prefeitura, em 2006 o município possuia 20.012 domicílios em assentamentos sem condições de moradia, cujas famílias recebem até três salários-mínimos.

Ele acrescentou ainda que a situação econômica das famílias inscritas, o número de pessoas com deficiência na residência, idosos, menores de 15 anos e o tempo que a pessoa reside no município serão itens levados em conta durante a triagem.

PROGRAMA - No dia 18 de abril, a Prefeitura de Santo André formalizou sua adesão ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. No dia 27 do mesmo mês, as incrições foram abertas para famílias com rendimento de até três salários-mínimos.

Desde então, a Prefeitura promoveu o encontro entre representantes da Caixa, empresários da construção civil, associações e cooperativas habitacionais para discutir o programa e buscar incentivos.

No dia 3 de agosto, a superintendência regional da Caixa recebeu os cinco primeiros projetos para a construção de 2.200 unidades habitacionais na cidade, desenvolvidos através da parceria entre a SDUH, proprietários de terrenos e empresários. Os projetos ainda estão em análise técnica da própria Caixa, segundo nota enviada pela Prefeitura de Santo André.

Até o momento, o governo federal ainda não se pronunciou sobre o número de unidades habitacionais que serão construídas em Santo André pelo programa.

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