Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 21 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Arnaldo Antunes revisita rock da década de 1960


Do Diário do Grande ABC

14/09/2009 | 07:10


Conhecido pelo experimentalismo e ousadia, o cantor e compositor Arnaldo Antunes investe no romantismo e em doces melodias pop no recém-lançado CD de inéditas Iê Iê Iê (Rosa Celeste, R$ 30, em média).

Depois de trabalhos intimistas como os discos Qualquer (2006) e Ao Vivo no Estúdio (2007), ele revira o baú de influências estéticas e musicais da década de 1960. No topo da lista de referências está a primeira fase dos Beatles, quando o legendário quarteto britânico dominava as paradas de sucesso com canções de inspirado romantismo adolescente.

Em 12 faixas inéditas, o disco, produzido por Fernando Catatau, traz ainda ecos das tardes de domingo da Jovem Guarda, da cantora pop italiana Rita Pavone e de trilhas de filmes de faroeste. Nitidamente, o músico transita com desenvoltura por esse universo.

Não à toa, os Titãs, grupo paulistano que projetou nacionalmente Arnaldo na década de 1980 fez suas primeiras apresentações com o nome Titãs do Iê Iê.

LEVEZA E MATURIDADE
Mas a busca de Arnaldo por canções marcadas pela leveza na sonoridade não resulta, felizmente, em letras inconsistentes e imaturas. Como letrista, ele continua em boa forma artística.

"Eu sou mesmo um cara de sorte, cê não vê?/ Ainda vou gravar um CD/ Vou Tocar no baile funk e no bufê/ E vou ganhar meu próprio cachê", diz um dos trechos da faixa-título, que satiriza as celebridades e antecipa o clima de diversão predominante no repertório.

Acompanhado por Chico Salem (violão e guitarra), Betão Aguiar (baixo) e Marcelo Jeneci (teclados), Arnaldo registra boas performances em A Casa é Sua, parceria com Ortinho, e a irônica e dançante Invejoso, escrita com Liminha.

A banda de apoio é turbinada pelas participações especiais do guitarrista Edgard Scandurra e Curumin, na bateria.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Arnaldo Antunes revisita rock da década de 1960

Do Diário do Grande ABC

14/09/2009 | 07:10


Conhecido pelo experimentalismo e ousadia, o cantor e compositor Arnaldo Antunes investe no romantismo e em doces melodias pop no recém-lançado CD de inéditas Iê Iê Iê (Rosa Celeste, R$ 30, em média).

Depois de trabalhos intimistas como os discos Qualquer (2006) e Ao Vivo no Estúdio (2007), ele revira o baú de influências estéticas e musicais da década de 1960. No topo da lista de referências está a primeira fase dos Beatles, quando o legendário quarteto britânico dominava as paradas de sucesso com canções de inspirado romantismo adolescente.

Em 12 faixas inéditas, o disco, produzido por Fernando Catatau, traz ainda ecos das tardes de domingo da Jovem Guarda, da cantora pop italiana Rita Pavone e de trilhas de filmes de faroeste. Nitidamente, o músico transita com desenvoltura por esse universo.

Não à toa, os Titãs, grupo paulistano que projetou nacionalmente Arnaldo na década de 1980 fez suas primeiras apresentações com o nome Titãs do Iê Iê.

LEVEZA E MATURIDADE
Mas a busca de Arnaldo por canções marcadas pela leveza na sonoridade não resulta, felizmente, em letras inconsistentes e imaturas. Como letrista, ele continua em boa forma artística.

"Eu sou mesmo um cara de sorte, cê não vê?/ Ainda vou gravar um CD/ Vou Tocar no baile funk e no bufê/ E vou ganhar meu próprio cachê", diz um dos trechos da faixa-título, que satiriza as celebridades e antecipa o clima de diversão predominante no repertório.

Acompanhado por Chico Salem (violão e guitarra), Betão Aguiar (baixo) e Marcelo Jeneci (teclados), Arnaldo registra boas performances em A Casa é Sua, parceria com Ortinho, e a irônica e dançante Invejoso, escrita com Liminha.

A banda de apoio é turbinada pelas participações especiais do guitarrista Edgard Scandurra e Curumin, na bateria.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;