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Kia estuda ampliar vendas em 25%


Wagner Oliveira
Do Diário do Grande ABC

27/07/2009 | 07:00


A Kia mostra que conseguiu vencer resistências e preconceitos que poderiam haver no Brasil contra a marca coreana. Antes conhecida por vender o utilitário Besta, a montadora se fixa definitivamente numa nova fase em que aposta em produtos diferenciados e bem acabados - refletindo a vigorosa indústria automobilística da Coreia. Com tamanho fôlego, a Kia Motors já projeta crescimento de 25% este ano no País, com um volume de 20 mil carros comercializados.

"Isto só é possível porque a marca evoluiu e apostou no País", afirmou José Luis Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil. Apenas com importação, a Kia já está perto de conseguir 2% do mercado nacional, superando a japonesa Nissan, que tem produção em parceria com a Renault no Paraná.

A Kia apresentou na semana passada o Soul, que tem a missão de trazer nova gama de consumidores às concessionárias. Por R$ 51,4 mil, o veículo oferece design novo e agressivo.

Se o carro tiver o sucesso de vendas esperado, a marca coreana pode ressuscitar o projeto de construir fábrica em Salto, interior paulista, para montar o Soul, que deverá ter motor flex em 2010.

A expectativa da Kia é vender até o fim do ano cerca de 3 mil unidades do modelo, que fixará a disputa com o EcoSport, da Ford. Se conseguir uma boa atuação, a marca coreana dará um salto de imagem e deixará apenas na lembrança a imagem da perua Besta, que não é mais fabricada.

Afiliada à Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), a Kia já representa cerca de 70% das vendas das mais de 15 marcas afiliadas.



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Kia estuda ampliar vendas em 25%

Wagner Oliveira
Do Diário do Grande ABC

27/07/2009 | 07:00


A Kia mostra que conseguiu vencer resistências e preconceitos que poderiam haver no Brasil contra a marca coreana. Antes conhecida por vender o utilitário Besta, a montadora se fixa definitivamente numa nova fase em que aposta em produtos diferenciados e bem acabados - refletindo a vigorosa indústria automobilística da Coreia. Com tamanho fôlego, a Kia Motors já projeta crescimento de 25% este ano no País, com um volume de 20 mil carros comercializados.

"Isto só é possível porque a marca evoluiu e apostou no País", afirmou José Luis Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil. Apenas com importação, a Kia já está perto de conseguir 2% do mercado nacional, superando a japonesa Nissan, que tem produção em parceria com a Renault no Paraná.

A Kia apresentou na semana passada o Soul, que tem a missão de trazer nova gama de consumidores às concessionárias. Por R$ 51,4 mil, o veículo oferece design novo e agressivo.

Se o carro tiver o sucesso de vendas esperado, a marca coreana pode ressuscitar o projeto de construir fábrica em Salto, interior paulista, para montar o Soul, que deverá ter motor flex em 2010.

A expectativa da Kia é vender até o fim do ano cerca de 3 mil unidades do modelo, que fixará a disputa com o EcoSport, da Ford. Se conseguir uma boa atuação, a marca coreana dará um salto de imagem e deixará apenas na lembrança a imagem da perua Besta, que não é mais fabricada.

Afiliada à Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), a Kia já representa cerca de 70% das vendas das mais de 15 marcas afiliadas.

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