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PPS de São Caetano recebe apoio de médico petebista


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

28/06/2008 | 07:04


Beto Silva

Na mesma semana em que perdeu o apoio do vice-presidente do PPS, o líder do partido em São Caetano ganhou a adesão do médico petebista Edson Hiroshi, ex-secretário de Vigilância Sanitária da Prefeitura. Hiroshi abriu mão da pré-candidatura a vereador pelo PTB depois de receber uma recusa de "igualdade de condições" do prefeito José Auricchio Júnior (PTB).

Para o ex-secretário, os atuais parlamentares "saem na frente" na corrida eleitoral pelo trabalho de atendimento ao público que realizam.

Além disso, o petebista classificou sua atitude como "coerente", pois se empenhou na campanha de reeleição de Marquinho para deputado estadual em 2006. Foi justamente esse episódio que causou a primeira desarmonia entre Hiroshi e Auricchio, que se manteve neutro naquela disputa - por terem trabalhado em prol do candidato do PPS, Hiroshi e outros dois funcionários do primeiro escalão da administração foram exonerados.

Com o apoio do médico, a expectativa de Marquinho Tortorello, pré-candidato a vereador, é absorver os 1.014 votos conquistados por Hiroshi no pleito de 2004. "Tenho chances reais de ser o mais ou um dos mais votados da cidade", vislumbra.

Mais que um apoio, a adesão do petebista é a tentativa de resgate do grupo político que outrora fora liderado pelo ex-prefeito Luiz Tororello (que morreu em 2004). Se apresentar resultados positivos, o projeto de reagrupamento terá efeitos mais amplos na eleição de 2012, podendo inclusive culminar no lançamento de uma chapa majoritária.

SEM TEMOR
Hiroshi tem ciência de que seu apoio a Marquinho pode causar conseqüências em seu futuro político dentro do PTB. Entretanto, não teme qualquer represália da cúpula petebista. "Com êxito na eleição de Marquinho teremos uma voz mais contundente do que uma simples candidatura minha", argumentou.

O prefeito José Auricchio Júnior não repudiou a posição do ex-secretário. Ressaltou apenas que é uma questão a ser resolvida pela direção do partido.



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PPS de São Caetano recebe apoio de médico petebista

Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

28/06/2008 | 07:04


Beto Silva

Na mesma semana em que perdeu o apoio do vice-presidente do PPS, o líder do partido em São Caetano ganhou a adesão do médico petebista Edson Hiroshi, ex-secretário de Vigilância Sanitária da Prefeitura. Hiroshi abriu mão da pré-candidatura a vereador pelo PTB depois de receber uma recusa de "igualdade de condições" do prefeito José Auricchio Júnior (PTB).

Para o ex-secretário, os atuais parlamentares "saem na frente" na corrida eleitoral pelo trabalho de atendimento ao público que realizam.

Além disso, o petebista classificou sua atitude como "coerente", pois se empenhou na campanha de reeleição de Marquinho para deputado estadual em 2006. Foi justamente esse episódio que causou a primeira desarmonia entre Hiroshi e Auricchio, que se manteve neutro naquela disputa - por terem trabalhado em prol do candidato do PPS, Hiroshi e outros dois funcionários do primeiro escalão da administração foram exonerados.

Com o apoio do médico, a expectativa de Marquinho Tortorello, pré-candidato a vereador, é absorver os 1.014 votos conquistados por Hiroshi no pleito de 2004. "Tenho chances reais de ser o mais ou um dos mais votados da cidade", vislumbra.

Mais que um apoio, a adesão do petebista é a tentativa de resgate do grupo político que outrora fora liderado pelo ex-prefeito Luiz Tororello (que morreu em 2004). Se apresentar resultados positivos, o projeto de reagrupamento terá efeitos mais amplos na eleição de 2012, podendo inclusive culminar no lançamento de uma chapa majoritária.

SEM TEMOR
Hiroshi tem ciência de que seu apoio a Marquinho pode causar conseqüências em seu futuro político dentro do PTB. Entretanto, não teme qualquer represália da cúpula petebista. "Com êxito na eleição de Marquinho teremos uma voz mais contundente do que uma simples candidatura minha", argumentou.

O prefeito José Auricchio Júnior não repudiou a posição do ex-secretário. Ressaltou apenas que é uma questão a ser resolvida pela direção do partido.

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