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Jovem acusado de matar dentista é apreendido em casa

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ele foi encontrado na residência da família quase três meses após fugir da Fundação Casa


Renata Rocha
Especial para o Diário

11/06/2014 | 07:00


 A polícia recapturou ontem o então menor acusado de matar a dentista Cynthia Magaly Moutinho de Souza em abril do ano passado, em São Bernardo. Ele, que hoje tem 18 anos, fugiu há quase três meses de unidade da Fundação Casa localizada na Vila Maria, na Capital, e foi encontrado na residência da família, no Jardim Canhema, em Diadema.

Apesar de estar na casa onde vivia desde o dia 15 de março, quando escapou da internação, a apreensão só foi possível porque policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) receberam denúncia via Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) da presença de um foragido em razão de crime de repercussão no bairro diademense. Ao chegar no local informado pelo denunciante, encontraram o jovem na residência onde vivia antes de cometer o ato infracional que o levou a cumprir a medida.

Ele foi conduzido ao 3º DP (Jardim Canhema) e de lá seguiria para unidade da Fundação Casa. Embora seja agora maior de idade, ele foi condenado ao prazo máximo da medida socioeducativa, de três anos, e deverá permanecer como interno até completar 21 anos.

CRIME

Os outros três acusados de atear fogo em Cynthia Magaly foram condenados em maio. Victor Miguel Souza Silva e Thiago de Jesus Pereira receberam pena de 37 anos e seis meses de prisão, enquanto Jonatas Cassiano Araújo foi punido com 36 anos. Eles foram condenados pelos crimes de latrocínio, roubo, extorsão e formação de quadrilha.

A dentista foi assassinada aos 46 anos, na manhã do dia 25 de abril do ano passado, em seu consultório no Jardim Hollywood. Os criminosos teriam ficado irritados pelo fato de a vítima ter apenas R$ 30 em sua conta bancária. Eles jogaram álcool nela e a incendiaram. Na época em que o grupo foi detido, o então menor apreendido afirmou que ele teria sido o responsável por atear fogo na vítima.



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Jovem acusado de matar dentista é apreendido em casa

Ele foi encontrado na residência da família quase três meses após fugir da Fundação Casa

Renata Rocha
Especial para o Diário

11/06/2014 | 07:00


 A polícia recapturou ontem o então menor acusado de matar a dentista Cynthia Magaly Moutinho de Souza em abril do ano passado, em São Bernardo. Ele, que hoje tem 18 anos, fugiu há quase três meses de unidade da Fundação Casa localizada na Vila Maria, na Capital, e foi encontrado na residência da família, no Jardim Canhema, em Diadema.

Apesar de estar na casa onde vivia desde o dia 15 de março, quando escapou da internação, a apreensão só foi possível porque policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) receberam denúncia via Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) da presença de um foragido em razão de crime de repercussão no bairro diademense. Ao chegar no local informado pelo denunciante, encontraram o jovem na residência onde vivia antes de cometer o ato infracional que o levou a cumprir a medida.

Ele foi conduzido ao 3º DP (Jardim Canhema) e de lá seguiria para unidade da Fundação Casa. Embora seja agora maior de idade, ele foi condenado ao prazo máximo da medida socioeducativa, de três anos, e deverá permanecer como interno até completar 21 anos.

CRIME

Os outros três acusados de atear fogo em Cynthia Magaly foram condenados em maio. Victor Miguel Souza Silva e Thiago de Jesus Pereira receberam pena de 37 anos e seis meses de prisão, enquanto Jonatas Cassiano Araújo foi punido com 36 anos. Eles foram condenados pelos crimes de latrocínio, roubo, extorsão e formação de quadrilha.

A dentista foi assassinada aos 46 anos, na manhã do dia 25 de abril do ano passado, em seu consultório no Jardim Hollywood. Os criminosos teriam ficado irritados pelo fato de a vítima ter apenas R$ 30 em sua conta bancária. Eles jogaram álcool nela e a incendiaram. Na época em que o grupo foi detido, o então menor apreendido afirmou que ele teria sido o responsável por atear fogo na vítima.

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