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Mauá recorre a 'gato'
para inaugurar escola

A Escola Municipal Guilherme Primo Vidotto, no Jardim Olinda,
funciona graças a uma ligação clandestina de energia elétrica


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

14/07/2012 | 07:00


Inaugurada há menos de um mês, a Escola Municipal Guilherme Primo Vidotto, no Jardim Olinda, em Mauá, recorreu ao chamado ‘gato' de energia elétrica para garantir o funcionamento da unidade. A improvisação preocupa pais de alunos e deixa vizinhos em alerta.

A escola, inaugurada em 27 de junho, conta com 16 salas de aula e oferece ensino em período integral para 120 crianças com idade entre zero e 3 anos e 400 vagas para alunos de 4 e 5 anos. A implementação da unidade custou R$ 5 milhões aos cofres municipais.

O problema se dá porque a fiação que parte do poste de luz para a cabine de força do espaço público ainda não foi ligada pela Eletropaulo. Com isso, a eletricidade é conduzida até a cabine por meio de fios que partem de caixa de distribuição instalada na calçada, avançam pelo portão e ficam expostos no chão.

A preocupação é com a proximidade entre os fios elétricos, a calçada e o parquinho da unidade de ensino e, consequentemente, com o risco de choque elétrico. A creche está aberta nas férias para atender as crianças cujos pais trabalham. E os pedestres também correm perigo. "A gente não tem como controlar as crianças na calçada. E se elas puxam o fio?", questiona a dona de casa Vânia Jeruza, 32 anos.

Segundo eletricista que trabalhava na manhã de ontem em obra próxima à escola, trata-se de ligação visivelmente improvisada. "É perigoso instalar essa caixa de distribuição na calçada. Os fios do poste estão ali certinhos para serem ligados, mas não dá para saber o porquê ainda não foi feita a ligação", comenta o trabalhador, que preferiu não se identificar.

PRAZO

Procurada pela equipe do Diário, a AES Eletropaulo informou que enviou técnico ao local para avaliar a situação. Já o prefeito de Mauá, Oswaldo Dias, disse desconhecer o problema, pois, normalmente os prédios públicos só são inaugurados com a instalação elétrica permanente. Segundo ele, a adequação será feita na segunda-feira.



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Mauá recorre a 'gato'
para inaugurar escola

A Escola Municipal Guilherme Primo Vidotto, no Jardim Olinda,
funciona graças a uma ligação clandestina de energia elétrica

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

14/07/2012 | 07:00


Inaugurada há menos de um mês, a Escola Municipal Guilherme Primo Vidotto, no Jardim Olinda, em Mauá, recorreu ao chamado ‘gato' de energia elétrica para garantir o funcionamento da unidade. A improvisação preocupa pais de alunos e deixa vizinhos em alerta.

A escola, inaugurada em 27 de junho, conta com 16 salas de aula e oferece ensino em período integral para 120 crianças com idade entre zero e 3 anos e 400 vagas para alunos de 4 e 5 anos. A implementação da unidade custou R$ 5 milhões aos cofres municipais.

O problema se dá porque a fiação que parte do poste de luz para a cabine de força do espaço público ainda não foi ligada pela Eletropaulo. Com isso, a eletricidade é conduzida até a cabine por meio de fios que partem de caixa de distribuição instalada na calçada, avançam pelo portão e ficam expostos no chão.

A preocupação é com a proximidade entre os fios elétricos, a calçada e o parquinho da unidade de ensino e, consequentemente, com o risco de choque elétrico. A creche está aberta nas férias para atender as crianças cujos pais trabalham. E os pedestres também correm perigo. "A gente não tem como controlar as crianças na calçada. E se elas puxam o fio?", questiona a dona de casa Vânia Jeruza, 32 anos.

Segundo eletricista que trabalhava na manhã de ontem em obra próxima à escola, trata-se de ligação visivelmente improvisada. "É perigoso instalar essa caixa de distribuição na calçada. Os fios do poste estão ali certinhos para serem ligados, mas não dá para saber o porquê ainda não foi feita a ligação", comenta o trabalhador, que preferiu não se identificar.

PRAZO

Procurada pela equipe do Diário, a AES Eletropaulo informou que enviou técnico ao local para avaliar a situação. Já o prefeito de Mauá, Oswaldo Dias, disse desconhecer o problema, pois, normalmente os prédios públicos só são inaugurados com a instalação elétrica permanente. Segundo ele, a adequação será feita na segunda-feira.

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