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Nervosismo

Mano Menezes deixa evidente que se sente pressionado


Especial para o Diário

01/06/2012 | 00:00


Um paulista reparou a apreensão de Mano Menezes em Washington. Quando a delegação brasileira estava saindo do hotel para entrar no ônibus que o levaria para o estádio, foi pedido autógrafo ao técnico. Polidamente, mas com a mão direita muito trêmula, Mano atendeu ao torcedor.

É claro que o treinador está sentindo a pressão. Se o presidente da CBF fosse Ricardo Teixeira, ele poderia estar mais tranquilo. Afinal, seu padrinho, Andrés Sanchez, tinha mais prestígio na entidade.

A exemplo de sábado, Mano também dormiu muito mais tranquilo na quarta-feira. O Brasil venceu e convenceu contra a Dinamarca. E voltou a apresentar bom futebol neste meio de semana contra os Estados Unidos.

A goleada brasileira foi merecida. O time jogou muito bem e deixou a torcida mais animada quanto à conquista da medalha de ouro em Londres.

Mais seguro e com o emprego garantido por mais algum tempo, Mano terá de matar um leão por dia. Os jogos contra México e Argentina terão adversários mais qualificados. Ser vencê-los, as próximas noites de Mano terão luar, serenata e até muito amor para dar.

MELHOR ASSIM

O advogado do Internacional recomendou à diretoria: se o clube quisesse manter Oscar, então que negociasse imediatamente com o São Paulo. O pagamento da multa de R$ 15 milhões acaba com novela que se estendeu além do tempo.

O jogador não queria ficar no Morumbi e falava publicamente da sua felicidade no Beira-Rio. Melhor que também neste quesito ele não poderá se queixar.

Com a bola que jogou nos Estados Unidos, Oscar será vendido futuramente por muitos milhões de dólares e o Internacional obterá grande lucro.

A juíza gaúcha que concedeu liminar para Oscar jogar pelo Inter, desrespeitando a Lei do Passe, foi inconsequente e quase criou problema sério para os clube formadores de jogadores.

Caso a tese da juíza fosse mantida, o investimento nas categorias de base não valeria mais a pena.

ARBITRAGEM

Definidos os locais dos jogos entre Santos e Corinthians, agora surge outra polêmica: quem vai apitar as duas partidas?

Uma corrente defende árbitro estrangeiro. Outra veta todos os árbitros paulistas. Não se deve radicalizar. Há bons profissionais em São Paulo. Wilson Luis Seneme e Paulo Cesar Oliveira estão entre eles.

Trazer juiz de fora é exagero.



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Nervosismo

Mano Menezes deixa evidente que se sente pressionado

Especial para o Diário

01/06/2012 | 00:00


Um paulista reparou a apreensão de Mano Menezes em Washington. Quando a delegação brasileira estava saindo do hotel para entrar no ônibus que o levaria para o estádio, foi pedido autógrafo ao técnico. Polidamente, mas com a mão direita muito trêmula, Mano atendeu ao torcedor.

É claro que o treinador está sentindo a pressão. Se o presidente da CBF fosse Ricardo Teixeira, ele poderia estar mais tranquilo. Afinal, seu padrinho, Andrés Sanchez, tinha mais prestígio na entidade.

A exemplo de sábado, Mano também dormiu muito mais tranquilo na quarta-feira. O Brasil venceu e convenceu contra a Dinamarca. E voltou a apresentar bom futebol neste meio de semana contra os Estados Unidos.

A goleada brasileira foi merecida. O time jogou muito bem e deixou a torcida mais animada quanto à conquista da medalha de ouro em Londres.

Mais seguro e com o emprego garantido por mais algum tempo, Mano terá de matar um leão por dia. Os jogos contra México e Argentina terão adversários mais qualificados. Ser vencê-los, as próximas noites de Mano terão luar, serenata e até muito amor para dar.

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O advogado do Internacional recomendou à diretoria: se o clube quisesse manter Oscar, então que negociasse imediatamente com o São Paulo. O pagamento da multa de R$ 15 milhões acaba com novela que se estendeu além do tempo.

O jogador não queria ficar no Morumbi e falava publicamente da sua felicidade no Beira-Rio. Melhor que também neste quesito ele não poderá se queixar.

Com a bola que jogou nos Estados Unidos, Oscar será vendido futuramente por muitos milhões de dólares e o Internacional obterá grande lucro.

A juíza gaúcha que concedeu liminar para Oscar jogar pelo Inter, desrespeitando a Lei do Passe, foi inconsequente e quase criou problema sério para os clube formadores de jogadores.

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