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Juiz que abriu arquivos da Abin pode ser removido



22/06/2009 | 07:00


O juiz federal Ali Mazloum, que mandou Protógenes Queiroz para o banco dos réus e ordenou uma devassa nos arquivos secretos da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) pode ser removido compulsoriamente da 7ª Vara Criminal Federal, da qual é titular.

Alvo de processo administrativo disciplinar em curso no Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF 3), Mazloum começou a ser julgado em sessão do Órgão Especial da corte ocorrida no dia 10.

O placar contra o magistrado é arrasador - os primeiros cinco votos, puxados pelo desembargador Paulo Octávio Baptista Pereira, relator da ação, impõem a punição a Mazloum. Quatro votaram pela remoção e um, pela pena de censura.

O julgamento, que corre sob sigilo, foi interrompido pela desembargadora Suzana Camargo, que pediu vista dos autos.

Para evitar o revés, Mazloum entregou domingo ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) "pedido de providências" com liminar para imediata suspensão do processo. Colegas de Mazloum, inclusive desembargadores federais, veem "pressão política" no episódio.



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Juiz que abriu arquivos da Abin pode ser removido


22/06/2009 | 07:00


O juiz federal Ali Mazloum, que mandou Protógenes Queiroz para o banco dos réus e ordenou uma devassa nos arquivos secretos da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) pode ser removido compulsoriamente da 7ª Vara Criminal Federal, da qual é titular.

Alvo de processo administrativo disciplinar em curso no Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF 3), Mazloum começou a ser julgado em sessão do Órgão Especial da corte ocorrida no dia 10.

O placar contra o magistrado é arrasador - os primeiros cinco votos, puxados pelo desembargador Paulo Octávio Baptista Pereira, relator da ação, impõem a punição a Mazloum. Quatro votaram pela remoção e um, pela pena de censura.

O julgamento, que corre sob sigilo, foi interrompido pela desembargadora Suzana Camargo, que pediu vista dos autos.

Para evitar o revés, Mazloum entregou domingo ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) "pedido de providências" com liminar para imediata suspensão do processo. Colegas de Mazloum, inclusive desembargadores federais, veem "pressão política" no episódio.

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