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Construtoras apostam no médio padrão

Fernando Nonato / DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

22/06/2009 | 07:00


No ritmo acelerado do mercado imobiliário, construtoras da região mudam um pouco de foco e apostam nos imóveis entre R$ 150 mil e R$ 250 mil - faixa de preço bastante procurada pelos consumidores, principalmente, desde o início do ano.

A redução dos juros para financiamentos habitacionais por parte dos bancos e a constante valorização dos imóveis são alguns dos fatores que justificam a aposta por bens nessa faixa de preço.

Segundo Rosana Carnevalli, diretora-adjunta do SindusCon-SP (Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de SP) e proprietária da Construtora Carnevalli, de São Caetano, desde o ano passado empresários viram a necessidade de oferecer produtos para a classe média, já que corresponde à maior fatia da população. "Sentimos essa demanda e oportunidade de mercado. Com as facilidades para financiamentos nos bancos, principalmente para quem tem renda familiar de até dez salários mínimos, isso se tornou mais possível", explicou.

A partir de então, as construtoras da região se voltaram para a classe B, com empreendimentos entre R$ 120 mil a R$ 250 mil.

Para aqueles que procuram um investimento seguro, a aquisição de imóveis entre esses valores também tem se mostrado uma boa opção, segundo Milton Bigucci, presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC).

Ele explicou que, a classe média está tendo a possibilidade de optar pela compra de um imóvel em vez de procurar aplicações financeiras.

"Devido à queda de juros, as aplicações bancárias não têm dado retorno significativo, portanto, as pessoas investem nos imóveis de R$ 140 mil a R$ 250 mil, quem vêm tendo valorização de até 40% na região, por exemplo. É uma tendência de mercado", enfatizou Bigucci que também é presidente da construtora que leva seu nome, de São Bernardo, e que lançou recentemente o condomínio Camerata, em Santo André, que atende justamente esse faixa de renda.

Essa valorização se explica pela lei de oferta e procura. O sócio-diretor da Construtora MZM, de Santo André, Francisco Diogo Magnani enfatizou que, como os imóveis estão sendo uma possibilidade de investimento, a procura por eles cresce e, consequentemente, ficam mais valorizados.

"Por essa razão estamos lançando, em São Caetano, 180 unidades na faixa de R$ 185 mil, em média. Esse é o foco do mercado de hoje".

Comercialização - A Plazza Brasil Imóveis, especializada na comercialização de lançamentos, constatou que, entre abril e junho, houve um aumento de lançamentos na sua carteira de comercialização nos bens entre R$ 150 mil e R$ 250 mil.

"Falando apenas desse segmento, do ano passado para cá, crescemos aproximadamente 40%", relatou Valéria Correa, sócia-diretora da Plazza.

Segundo ela, a procura é tanta que, para um lançamento que foi feito neste final de semana, 70% das unidades já estavam vendidas. "Só faltam os proprietários assinarem o contrato de compra".

A região já responde por mais de 50% do faturamento da Plazza Brasil Imóveis e é responsável por 15 dos 20 lançamentos que fazem parte do portfólio da companhia.



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Construtoras apostam no médio padrão

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

22/06/2009 | 07:00


No ritmo acelerado do mercado imobiliário, construtoras da região mudam um pouco de foco e apostam nos imóveis entre R$ 150 mil e R$ 250 mil - faixa de preço bastante procurada pelos consumidores, principalmente, desde o início do ano.

A redução dos juros para financiamentos habitacionais por parte dos bancos e a constante valorização dos imóveis são alguns dos fatores que justificam a aposta por bens nessa faixa de preço.

Segundo Rosana Carnevalli, diretora-adjunta do SindusCon-SP (Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de SP) e proprietária da Construtora Carnevalli, de São Caetano, desde o ano passado empresários viram a necessidade de oferecer produtos para a classe média, já que corresponde à maior fatia da população. "Sentimos essa demanda e oportunidade de mercado. Com as facilidades para financiamentos nos bancos, principalmente para quem tem renda familiar de até dez salários mínimos, isso se tornou mais possível", explicou.

A partir de então, as construtoras da região se voltaram para a classe B, com empreendimentos entre R$ 120 mil a R$ 250 mil.

Para aqueles que procuram um investimento seguro, a aquisição de imóveis entre esses valores também tem se mostrado uma boa opção, segundo Milton Bigucci, presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC).

Ele explicou que, a classe média está tendo a possibilidade de optar pela compra de um imóvel em vez de procurar aplicações financeiras.

"Devido à queda de juros, as aplicações bancárias não têm dado retorno significativo, portanto, as pessoas investem nos imóveis de R$ 140 mil a R$ 250 mil, quem vêm tendo valorização de até 40% na região, por exemplo. É uma tendência de mercado", enfatizou Bigucci que também é presidente da construtora que leva seu nome, de São Bernardo, e que lançou recentemente o condomínio Camerata, em Santo André, que atende justamente esse faixa de renda.

Essa valorização se explica pela lei de oferta e procura. O sócio-diretor da Construtora MZM, de Santo André, Francisco Diogo Magnani enfatizou que, como os imóveis estão sendo uma possibilidade de investimento, a procura por eles cresce e, consequentemente, ficam mais valorizados.

"Por essa razão estamos lançando, em São Caetano, 180 unidades na faixa de R$ 185 mil, em média. Esse é o foco do mercado de hoje".

Comercialização - A Plazza Brasil Imóveis, especializada na comercialização de lançamentos, constatou que, entre abril e junho, houve um aumento de lançamentos na sua carteira de comercialização nos bens entre R$ 150 mil e R$ 250 mil.

"Falando apenas desse segmento, do ano passado para cá, crescemos aproximadamente 40%", relatou Valéria Correa, sócia-diretora da Plazza.

Segundo ela, a procura é tanta que, para um lançamento que foi feito neste final de semana, 70% das unidades já estavam vendidas. "Só faltam os proprietários assinarem o contrato de compra".

A região já responde por mais de 50% do faturamento da Plazza Brasil Imóveis e é responsável por 15 dos 20 lançamentos que fazem parte do portfólio da companhia.

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