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Tecnologia da Informação começa a mudar perfil da região


Nelson Tucci
Paulo Rosa

14/09/2009 | 07:00


A necessidade conduz à oportunidade. Há sete anos um estudante de informática entendeu a necessidade de um cliente da empresa para a qual trabalhava e foi à luta. Criou o primeiro software de monitoramento digital do País. E deu tão certo que hoje a empresa só é conhecida pelo nome do produto: digifort. A competência técnica e o preço espalharam o software por 40 cidades brasileiras e países da Oceania, África, Estados Unidos e Europa.

Em 2002, Éric Bonilha trabalhava com o pai, Carlos Eduardo, em sua empresa de tecnologia em São Caetano do Sul. Ainda estudante de Ciências da Computação na USCS ( Universidade Municipal de São Caetano do Sul), foi atender a uma solicitação de um condomínio na região da Cantareira (divisa da cidade de São Paulo com Mairiporã).

"Eles precisavam de um sistema de monitoramento e naquela época o que existia era estrangeiro e com um hardware caríssimo", lembra ele. Foi aí que nasceu o desafio, como o próprio Bonilha explica: "Eu lhes disse que poderiam deixar conosco que desenvolveríamos um produto para atender suas necessidades". Assim foi criado o digifort, software adaptado às condições brasileiras.

E o produto deu tão certo que começou a ganhar mercado. Atualmente, Éric Bonilha é diretor da empresa e comanda uma equipe de cinco desenvolvedores, entre os quais está seu colega de turma na USCS, Francisco Luis Zanini. Até o final do ano deverão ser integrados mais dois profissionais.

O produto, 100% desenvolvido em São Caetano do Sul, hoje está em 40 cidades brasileiras, entre as quais Praia Grande, realizando o monitoramento de prédios públicos, das ruas centrais e da região da orla. Várias empresas também adotaram o digifort, que opera via rede e não por cabos, com imagens geradas por câmeras computadorizadas. "Este é um mercado novo, que tivemos a percepção de descobrir e entrar desde o início", comemora Bonilha.

 



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Tecnologia da Informação começa a mudar perfil da região

Nelson Tucci
Paulo Rosa

14/09/2009 | 07:00


A necessidade conduz à oportunidade. Há sete anos um estudante de informática entendeu a necessidade de um cliente da empresa para a qual trabalhava e foi à luta. Criou o primeiro software de monitoramento digital do País. E deu tão certo que hoje a empresa só é conhecida pelo nome do produto: digifort. A competência técnica e o preço espalharam o software por 40 cidades brasileiras e países da Oceania, África, Estados Unidos e Europa.

Em 2002, Éric Bonilha trabalhava com o pai, Carlos Eduardo, em sua empresa de tecnologia em São Caetano do Sul. Ainda estudante de Ciências da Computação na USCS ( Universidade Municipal de São Caetano do Sul), foi atender a uma solicitação de um condomínio na região da Cantareira (divisa da cidade de São Paulo com Mairiporã).

"Eles precisavam de um sistema de monitoramento e naquela época o que existia era estrangeiro e com um hardware caríssimo", lembra ele. Foi aí que nasceu o desafio, como o próprio Bonilha explica: "Eu lhes disse que poderiam deixar conosco que desenvolveríamos um produto para atender suas necessidades". Assim foi criado o digifort, software adaptado às condições brasileiras.

E o produto deu tão certo que começou a ganhar mercado. Atualmente, Éric Bonilha é diretor da empresa e comanda uma equipe de cinco desenvolvedores, entre os quais está seu colega de turma na USCS, Francisco Luis Zanini. Até o final do ano deverão ser integrados mais dois profissionais.

O produto, 100% desenvolvido em São Caetano do Sul, hoje está em 40 cidades brasileiras, entre as quais Praia Grande, realizando o monitoramento de prédios públicos, das ruas centrais e da região da orla. Várias empresas também adotaram o digifort, que opera via rede e não por cabos, com imagens geradas por câmeras computadorizadas. "Este é um mercado novo, que tivemos a percepção de descobrir e entrar desde o início", comemora Bonilha.

 

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