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Por que as crianças nascem bebês?

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Processo de gestação das crianças dentro da barriga das mães leva cerca de 40 semanas


Tauana Marin

03/06/2018 | 07:03


As pessoas nascem como bebês para que possam ter o tamanho de caber dentro da barriga das mães, em específico no útero, espécie de bolsa que cresce conforme a criança aumenta. Caso nascêssemos já grandes, não seria possível cabermos nessa ‘proteção natural’ nas mulheres, já que as formações no corpo acontecem aos poucos. 

Os seres humanos passam a existir a partir da fecundação, quando o espermatozóide (célula reprodutora masculina) encontra o óvulo (célula reprodutora feminina). Nesse estágio, com seis semanas na barriga, o bebê mede entre dois e quatro milímetros, o equivalente ao tamanho de um grão de lentilha. Mas o desenvolvimento é bem rápido, sempre com o coração do feto batendo.

Toda essa evolução ocorre pelo fato de que os corpos são formados de células que mantêm o crescimento constante da estrutura, fazendo a divisão celular e, assim, conservando o crescimento do corpo e o desenvolvimento dos organismos. As células são consideradas as unidades funcionais dos seres vivos. Os bebês são humanos que possuem infinidade dessas estruturas. Quando o embrião se instala na barriga da mãe, as células começam a se multiplicar.

Células iguais, unidas e que desempenham a mesma função são chamadas de tecidos. Existem diferentes tipos desse elemento. O nervoso, por exemplo, é formado por estruturas especializadas na propagação de impulsos nervosos. Já o muscular tem responsabilidade de contração e realização de movimentos, com o tecido ósseo garantindo nossa sustentação. A divisão revela que vários grupos de células atuam juntos para promover determinadas funções.

Com 12 semanas na barriga, o feto já está formado, mas os órgãos continuam em desenvolvimento. Na 16ª semana, tem o tamanho de um limão e começa a ouvir sons e pode até segurar o cordão umbilical (estrutura por onde o sangue da mãe leva oxigênio e nutrientes à criança). Com 24 semanas de gestação, o bebê abre os olhos e já tem muitos órgãos 100% formados. Quando dorme, consegue sonhar. O ciclo costuma ser finalizado depois de 40 semanas (cerca de nove meses), com as crianças medindo aproximadamente 48 centímetros e pesando por volta de três quilos, em média. Alguns bebês podem nascer antes desse prazo estipulado, necessitando de cuidados especiais ao nascer.

DORMINHOCO

Crianças recém-nascidas dormem muito, descansando, em média, cerca de 20 horas por dia. Isso ocorre porque o sistema nervoso central está em plena atividade de maturação e o tempo no sono permite que o desenvolvimento seja alcançado.

Outra curiosidade é que nascemos míopes, ou seja, com os olhos não conseguindo ver perfeitamente à distância. A situação é normalizada por volta dos 6 meses de vida, quando passamos a enxergar semelhante a um adulto.

Pergunta de Lucas Gimenes Plaza, 5 anos, de Santo André.

Consultoria de Larissa Gondim, médica pediatra do Hospital Infantil Sabará, de São Paulo.  



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Por que as crianças nascem bebês?

Processo de gestação das crianças dentro da barriga das mães leva cerca de 40 semanas

Tauana Marin

03/06/2018 | 07:03


As pessoas nascem como bebês para que possam ter o tamanho de caber dentro da barriga das mães, em específico no útero, espécie de bolsa que cresce conforme a criança aumenta. Caso nascêssemos já grandes, não seria possível cabermos nessa ‘proteção natural’ nas mulheres, já que as formações no corpo acontecem aos poucos. 

Os seres humanos passam a existir a partir da fecundação, quando o espermatozóide (célula reprodutora masculina) encontra o óvulo (célula reprodutora feminina). Nesse estágio, com seis semanas na barriga, o bebê mede entre dois e quatro milímetros, o equivalente ao tamanho de um grão de lentilha. Mas o desenvolvimento é bem rápido, sempre com o coração do feto batendo.

Toda essa evolução ocorre pelo fato de que os corpos são formados de células que mantêm o crescimento constante da estrutura, fazendo a divisão celular e, assim, conservando o crescimento do corpo e o desenvolvimento dos organismos. As células são consideradas as unidades funcionais dos seres vivos. Os bebês são humanos que possuem infinidade dessas estruturas. Quando o embrião se instala na barriga da mãe, as células começam a se multiplicar.

Células iguais, unidas e que desempenham a mesma função são chamadas de tecidos. Existem diferentes tipos desse elemento. O nervoso, por exemplo, é formado por estruturas especializadas na propagação de impulsos nervosos. Já o muscular tem responsabilidade de contração e realização de movimentos, com o tecido ósseo garantindo nossa sustentação. A divisão revela que vários grupos de células atuam juntos para promover determinadas funções.

Com 12 semanas na barriga, o feto já está formado, mas os órgãos continuam em desenvolvimento. Na 16ª semana, tem o tamanho de um limão e começa a ouvir sons e pode até segurar o cordão umbilical (estrutura por onde o sangue da mãe leva oxigênio e nutrientes à criança). Com 24 semanas de gestação, o bebê abre os olhos e já tem muitos órgãos 100% formados. Quando dorme, consegue sonhar. O ciclo costuma ser finalizado depois de 40 semanas (cerca de nove meses), com as crianças medindo aproximadamente 48 centímetros e pesando por volta de três quilos, em média. Alguns bebês podem nascer antes desse prazo estipulado, necessitando de cuidados especiais ao nascer.

DORMINHOCO

Crianças recém-nascidas dormem muito, descansando, em média, cerca de 20 horas por dia. Isso ocorre porque o sistema nervoso central está em plena atividade de maturação e o tempo no sono permite que o desenvolvimento seja alcançado.

Outra curiosidade é que nascemos míopes, ou seja, com os olhos não conseguindo ver perfeitamente à distância. A situação é normalizada por volta dos 6 meses de vida, quando passamos a enxergar semelhante a um adulto.

Pergunta de Lucas Gimenes Plaza, 5 anos, de Santo André.

Consultoria de Larissa Gondim, médica pediatra do Hospital Infantil Sabará, de São Paulo.  

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