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Candeia em musical

Osmar Moura/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Produção sobre sambista estreia hoje com participação de integrantes do grupo Terreiro de Mauá


Marcela Munhoz

18/10/2017 | 07:00


 ‘Quem é bamba não bambeia/ Falo por convicção/ Enquanto houver samba na veia/ Empunharei meu violão’. Foi sentado em cadeira de rodas, após levar tiros em decorrência de violência de trânsito quando era policial, que Antônio Candeia Filho (1935-1978) escreveu De Qualquer Maneira. Ele compôs essa e outras pérolas do samba de raiz, além de mudar as histórias, principalmente, do partido alto, uma de suas bandeiras e da escola Portela. A vida do sambista pode ser vista – e ouvida – a partir de hoje no Teatro Oficina, em São Paulo, que recebe até dia 9 É Samba na Veia, é Candeia.

“Candeia é ícone da arte e da sensibilidade popular. Alguém que não se rendia e não se vendia. Ele não fazia o que os outros queriam ouvir, era fiel às suas convicções. Tinha orgulho de ser periférico, não precisava de exposição e não aceitava se transformar para ser aceito. Talvez por isso não seja tão conhecido, mas é também por isso que vamos contar a história dele”, afirma o diretor Leonardo Karasek.

Com texto de Eduardo Rieche e produção de Rita Teles, a montagem conta com a realização da Companhia Alvorada, Núcleo das Artes e participação do Coletivo Terreiro de Mauá. O grupo da região, prestes a fazer 15 anos, é organização sem fins lucrativos que promove rodas mensais de samba de terreiro – criado nos anos 1930 e praticado dentro das escolas de samba – no Parques das Américas (Rua São Juan, 121).

Edinho Carvalho, do coletivo, assina a direção musical. Ele conta que todos ficaram felizes com o convite, considerado enorme desafio. “É chance de mostrar a vida do Candeia não só exaltando sua obra musical, como também sua importância no combate ao preconceito. Que a obra sensibilize”, torce.

É Samba na Veia, é Candeia – Espetáculo. Teatro Oficina – Rua Jaceguai, 520, São Paulo. De hoje até dia 9, as quartas e quintas, às 21h. Ingr.: R$ 10, R$ 20 ou R$ 40 (www.sympla.com.br).



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Candeia em musical

Produção sobre sambista estreia hoje com participação de integrantes do grupo Terreiro de Mauá

Marcela Munhoz

18/10/2017 | 07:00


 ‘Quem é bamba não bambeia/ Falo por convicção/ Enquanto houver samba na veia/ Empunharei meu violão’. Foi sentado em cadeira de rodas, após levar tiros em decorrência de violência de trânsito quando era policial, que Antônio Candeia Filho (1935-1978) escreveu De Qualquer Maneira. Ele compôs essa e outras pérolas do samba de raiz, além de mudar as histórias, principalmente, do partido alto, uma de suas bandeiras e da escola Portela. A vida do sambista pode ser vista – e ouvida – a partir de hoje no Teatro Oficina, em São Paulo, que recebe até dia 9 É Samba na Veia, é Candeia.

“Candeia é ícone da arte e da sensibilidade popular. Alguém que não se rendia e não se vendia. Ele não fazia o que os outros queriam ouvir, era fiel às suas convicções. Tinha orgulho de ser periférico, não precisava de exposição e não aceitava se transformar para ser aceito. Talvez por isso não seja tão conhecido, mas é também por isso que vamos contar a história dele”, afirma o diretor Leonardo Karasek.

Com texto de Eduardo Rieche e produção de Rita Teles, a montagem conta com a realização da Companhia Alvorada, Núcleo das Artes e participação do Coletivo Terreiro de Mauá. O grupo da região, prestes a fazer 15 anos, é organização sem fins lucrativos que promove rodas mensais de samba de terreiro – criado nos anos 1930 e praticado dentro das escolas de samba – no Parques das Américas (Rua São Juan, 121).

Edinho Carvalho, do coletivo, assina a direção musical. Ele conta que todos ficaram felizes com o convite, considerado enorme desafio. “É chance de mostrar a vida do Candeia não só exaltando sua obra musical, como também sua importância no combate ao preconceito. Que a obra sensibilize”, torce.

É Samba na Veia, é Candeia – Espetáculo. Teatro Oficina – Rua Jaceguai, 520, São Paulo. De hoje até dia 9, as quartas e quintas, às 21h. Ingr.: R$ 10, R$ 20 ou R$ 40 (www.sympla.com.br).

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