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Bridgestone Firestone começa ampliação da fábrica de Sto.André


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

22/06/2005 | 08:13


A Bridgestone Firestone iniciou nesta semana as obras de ampliação da fábrica em Santo André – sede da empresa no país – a fim de elevar até outubro a capacidade produtiva da unidade. O objetivo é aumentar a produção diária de pneus pesados em 50% – de 4 mil para 6 mil unidades. Os pesados são pneus usados em caminhões, ônibus e maquinas agrícolas. A obra é parte do pacote de investimentos anunciado no fim do ano passado, que também vai beneficiar a fábrica do Pólo Automotivo de Camaçari, na Bahia.

Ao todo, a empresa de capital japonês pretende investir US$ 100 milhões (R$ 2,37 milhões, na cotação desta terça) na planta do Grande ABC até 2006, principalmente em renovação de maquinário. A intenção da companhia é concentrar em Santo André a produção de pneus radiais pesados, de maior valor agregado em relação aos de veículos de passeio.

De acordo com o diretor de Assuntos Corporativos da Bridgestone Firestone, Raúl Viana, o investimento se faz necessário em razão do crescimento da demanda por pneus no mercado interno e da expansão das exportações. “A ampliação da capacidade de produção de pneus pesados é essencial para manter a empresa nas primeiras posições do mercado”, diz.

A Bridgestone Firestone mantém atualmente 22% da produção de pneus pesados destinada às exportações, 22% para a demanda de montadoras e 66% para o mercado de reposição. “Os números nos incentivam a apostar no mercado brasileiro, apesar do aumento crescente do custo da matéria-prima, com a variação constante do preço do petróleo, além da concorrência desleal das fábricas chinesas”, avalia Viana.

Segundo o diretor, grande parte do aumento da produção diária já está comprometida com empresas e montadoras. “A ampliação da capacidade produtiva vai equilibrar a balança entre reposição do mercado nacional – onde 62% do transporte é realizado por caminhões – e exportações na América do Sul”, acrescenta Viana.

A ampliação do espaço físico da fábrica de Santo André e o aumento da produção de pneus de carga não devem refletir de imediato no quadro de funcionários. Raúl Viana garante que, embora a unidade não tenha ociosidade, modernos equipamentos que serão trazidos do Japão, aliados a um remanejamento interno, darão conta do expansão da linha de produtiva. Novas contratações, no entanto, não estão descartadas, segundo Viana.

“Tudo vai depender de como e quanto o mercado vai crescer nos próximos anos. No mercado de pneus, o peso é o mais importante. Quando mais pesado, maior é a rentabilidade. Por isso, sabemos se um bom crescimento da demanda poderá se refletir em contratação de novos empregados”, afirma Viana.



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Bridgestone Firestone começa ampliação da fábrica de Sto.André

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

22/06/2005 | 08:13


A Bridgestone Firestone iniciou nesta semana as obras de ampliação da fábrica em Santo André – sede da empresa no país – a fim de elevar até outubro a capacidade produtiva da unidade. O objetivo é aumentar a produção diária de pneus pesados em 50% – de 4 mil para 6 mil unidades. Os pesados são pneus usados em caminhões, ônibus e maquinas agrícolas. A obra é parte do pacote de investimentos anunciado no fim do ano passado, que também vai beneficiar a fábrica do Pólo Automotivo de Camaçari, na Bahia.

Ao todo, a empresa de capital japonês pretende investir US$ 100 milhões (R$ 2,37 milhões, na cotação desta terça) na planta do Grande ABC até 2006, principalmente em renovação de maquinário. A intenção da companhia é concentrar em Santo André a produção de pneus radiais pesados, de maior valor agregado em relação aos de veículos de passeio.

De acordo com o diretor de Assuntos Corporativos da Bridgestone Firestone, Raúl Viana, o investimento se faz necessário em razão do crescimento da demanda por pneus no mercado interno e da expansão das exportações. “A ampliação da capacidade de produção de pneus pesados é essencial para manter a empresa nas primeiras posições do mercado”, diz.

A Bridgestone Firestone mantém atualmente 22% da produção de pneus pesados destinada às exportações, 22% para a demanda de montadoras e 66% para o mercado de reposição. “Os números nos incentivam a apostar no mercado brasileiro, apesar do aumento crescente do custo da matéria-prima, com a variação constante do preço do petróleo, além da concorrência desleal das fábricas chinesas”, avalia Viana.

Segundo o diretor, grande parte do aumento da produção diária já está comprometida com empresas e montadoras. “A ampliação da capacidade produtiva vai equilibrar a balança entre reposição do mercado nacional – onde 62% do transporte é realizado por caminhões – e exportações na América do Sul”, acrescenta Viana.

A ampliação do espaço físico da fábrica de Santo André e o aumento da produção de pneus de carga não devem refletir de imediato no quadro de funcionários. Raúl Viana garante que, embora a unidade não tenha ociosidade, modernos equipamentos que serão trazidos do Japão, aliados a um remanejamento interno, darão conta do expansão da linha de produtiva. Novas contratações, no entanto, não estão descartadas, segundo Viana.

“Tudo vai depender de como e quanto o mercado vai crescer nos próximos anos. No mercado de pneus, o peso é o mais importante. Quando mais pesado, maior é a rentabilidade. Por isso, sabemos se um bom crescimento da demanda poderá se refletir em contratação de novos empregados”, afirma Viana.

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