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Tesouro faz o maior leilão de títulos públicos da história



08/07/2005 | 00:02


Mesmo em meio à crise política provocada pelas denúncias do “mensalão”, o Tesouro Nacional conseguiu fazer neste mês dois dos maiores leilões de títulos da sua história. Já foram vendidos nas duas últimas semanas R$ 19,92 bilhões em papéis. Somente no leilão desta semana, realizado terça-feira, o Tesouro vendeu num único dia R$ 10,55 bilhões. A maior parte dos títulos vendidos, de R$ 8,2 bilhões, foi com taxa prefixada, papéis que costumam ser rejeitados pelos investidores em momentos de crise. Os títulos prefixados têm a taxa definida na hora do leilão.

Segundo o secretário-adjunto do Tesouro, José Antonio Gragnani, o volume vendido no último leilão foi o maior da história. “Isso mostra que os pilares da nossa economia são extremamente sólidos e que o mercado financeiro sabe separar qualquer movimentação política dos fundamentos econômicos”, disse Gragnani. Ele ressaltou que as taxas pagas pelo Tesouro caíram e a demanda dos investidores pelos papéis foi superior ao dobro da oferta.

O Tesouro também tem percebido um aumento da demanda de investidores estrangeiros por títulos prefixados da dívida interna com prazo de vencimento mais longo. A maioria desses investidores estrangeiros é de fundos de investimento e de pensão. “A percepção que temos é de que investidores estrangeiros vêm entrando mais fortemente no mercado local comprando papéis de longo prazo”, disse Gragnani. Essa procura maior, afirmou, sinaliza que os investidores estrangeiros estão confiantes no mercado local.


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Tesouro faz o maior leilão de títulos públicos da história


08/07/2005 | 00:02


Mesmo em meio à crise política provocada pelas denúncias do “mensalão”, o Tesouro Nacional conseguiu fazer neste mês dois dos maiores leilões de títulos da sua história. Já foram vendidos nas duas últimas semanas R$ 19,92 bilhões em papéis. Somente no leilão desta semana, realizado terça-feira, o Tesouro vendeu num único dia R$ 10,55 bilhões. A maior parte dos títulos vendidos, de R$ 8,2 bilhões, foi com taxa prefixada, papéis que costumam ser rejeitados pelos investidores em momentos de crise. Os títulos prefixados têm a taxa definida na hora do leilão.

Segundo o secretário-adjunto do Tesouro, José Antonio Gragnani, o volume vendido no último leilão foi o maior da história. “Isso mostra que os pilares da nossa economia são extremamente sólidos e que o mercado financeiro sabe separar qualquer movimentação política dos fundamentos econômicos”, disse Gragnani. Ele ressaltou que as taxas pagas pelo Tesouro caíram e a demanda dos investidores pelos papéis foi superior ao dobro da oferta.

O Tesouro também tem percebido um aumento da demanda de investidores estrangeiros por títulos prefixados da dívida interna com prazo de vencimento mais longo. A maioria desses investidores estrangeiros é de fundos de investimento e de pensão. “A percepção que temos é de que investidores estrangeiros vêm entrando mais fortemente no mercado local comprando papéis de longo prazo”, disse Gragnani. Essa procura maior, afirmou, sinaliza que os investidores estrangeiros estão confiantes no mercado local.

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