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Avape capacita 3.900 deficientes na região


Tauana Marin
do Diário do Grande ABC

25/06/2011 | 07:04


A Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência capacitou 3.900 deficientes no Grande ABC em 2010. Desse total, 1.045 pessoas foram inseridas no mercado de trabalho. Esta é uma das razões para a Avape comemorar, na próxima semana, seus 29 anos de atendimento.

Fundada em Santo André, a entidade atingiu no ano passado a marca de 740 mil pessoas atendidas (sendo 16 mil em capacitação profissional e o restante em reabilitação física), entre suas unidades no Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

 "Grandes redes de varejo, hospitais e metalúrgicas são os setores que mais contratam deficientes na região. Geralmente, as empresas são parceiras da Avape e patrocinam tanto as atividades de profissionalização quanto de reabilitação clínica", diz a diretora executiva da associação, Izabel Romeiro.

O programa de capacitação profissional, voltado aos deficientes, é gratuito. Dentre os cursos oferecidos estão os de informática, teleatendimento, portaria/recepção, serviços administrativos, operador de linha de produção, auxiliar de limpeza e repositor de mercadorias. A carga horária varia entre 240 horas e 400 horas.

 "A ideia é proporcionar às pessoas com algum tipo de deficiência (seja ela intelectual, física, visual ou auditiva) vivência profissional que simula o ambiente de trabalho. Além, é claro, de melhorar a qualidade de vida das pessoas, aperfeiçoar o lado intelectual", afirma Izabel.

Para este ano, a meta é capacitar 12 mil deficientes, apenas no segundo semestre. "Esperamos que o quadro de companhias parceiras cresça também. Assim, poderemos atender mais pessoas", destaca.

Interessados em fazer cursos, tratamentos clínicos ou buscar oportunidades no mercado de trabalho devem entrar em contato pelo telefone 4993-9200 (Centro de Desenvolvimento e Capacitação, instalado em Santo André). "As portas estão abertas para todos aqueles que precisam de assistência", frisa a diretora executiva da Avape.

Fábrica de pães gera recursos para inclusão

Dentre os projetos da Avape, destaca-se a indústria de panificação, inaugurada no segundo semestre do ano passado. Cerca de 30% dos funcionários da unidade fabril, instalada em Santo André, possuem algum tipo de deficiência. Com esse projeto, é possível capacitar as pessoas, gerar emprego e renda, além de reverter seus lucros para a manutenção dos projetos da organização. "É uma padaria-escola, onde o objetivo é treinar as trabalhadores e depois encaminhá-los ao mercado. Lá, os deficientes aprendem a produzir pães doces e salgados, petit fours e kits lanches", explica a diretora executiva da associação, Izabel Romeiro. "Não queremos reter os talentos que aparecem, mas sim, prepará-los para a sociedade", completa.

A panificadora produz, em média, 38 mil pães por mês. Há clientes da região e da Capital, entre eles atacadistas, padarias e empresas.

A fábrica de pães também emprega aqueles que buscam oportunidade de trabalho. Atualmente, o quadro de funcionários é composto por 25 pessoas. As funções com maior número de vagas são de ajudante de produção e de padeiro.



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Avape capacita 3.900 deficientes na região

Tauana Marin
do Diário do Grande ABC

25/06/2011 | 07:04


A Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência capacitou 3.900 deficientes no Grande ABC em 2010. Desse total, 1.045 pessoas foram inseridas no mercado de trabalho. Esta é uma das razões para a Avape comemorar, na próxima semana, seus 29 anos de atendimento.

Fundada em Santo André, a entidade atingiu no ano passado a marca de 740 mil pessoas atendidas (sendo 16 mil em capacitação profissional e o restante em reabilitação física), entre suas unidades no Estado de São Paulo e do Rio de Janeiro.

 "Grandes redes de varejo, hospitais e metalúrgicas são os setores que mais contratam deficientes na região. Geralmente, as empresas são parceiras da Avape e patrocinam tanto as atividades de profissionalização quanto de reabilitação clínica", diz a diretora executiva da associação, Izabel Romeiro.

O programa de capacitação profissional, voltado aos deficientes, é gratuito. Dentre os cursos oferecidos estão os de informática, teleatendimento, portaria/recepção, serviços administrativos, operador de linha de produção, auxiliar de limpeza e repositor de mercadorias. A carga horária varia entre 240 horas e 400 horas.

 "A ideia é proporcionar às pessoas com algum tipo de deficiência (seja ela intelectual, física, visual ou auditiva) vivência profissional que simula o ambiente de trabalho. Além, é claro, de melhorar a qualidade de vida das pessoas, aperfeiçoar o lado intelectual", afirma Izabel.

Para este ano, a meta é capacitar 12 mil deficientes, apenas no segundo semestre. "Esperamos que o quadro de companhias parceiras cresça também. Assim, poderemos atender mais pessoas", destaca.

Interessados em fazer cursos, tratamentos clínicos ou buscar oportunidades no mercado de trabalho devem entrar em contato pelo telefone 4993-9200 (Centro de Desenvolvimento e Capacitação, instalado em Santo André). "As portas estão abertas para todos aqueles que precisam de assistência", frisa a diretora executiva da Avape.

Fábrica de pães gera recursos para inclusão

Dentre os projetos da Avape, destaca-se a indústria de panificação, inaugurada no segundo semestre do ano passado. Cerca de 30% dos funcionários da unidade fabril, instalada em Santo André, possuem algum tipo de deficiência. Com esse projeto, é possível capacitar as pessoas, gerar emprego e renda, além de reverter seus lucros para a manutenção dos projetos da organização. "É uma padaria-escola, onde o objetivo é treinar as trabalhadores e depois encaminhá-los ao mercado. Lá, os deficientes aprendem a produzir pães doces e salgados, petit fours e kits lanches", explica a diretora executiva da associação, Izabel Romeiro. "Não queremos reter os talentos que aparecem, mas sim, prepará-los para a sociedade", completa.

A panificadora produz, em média, 38 mil pães por mês. Há clientes da região e da Capital, entre eles atacadistas, padarias e empresas.

A fábrica de pães também emprega aqueles que buscam oportunidade de trabalho. Atualmente, o quadro de funcionários é composto por 25 pessoas. As funções com maior número de vagas são de ajudante de produção e de padeiro.

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