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Prêmio Nobel de medicina denuncia laboratório americano


Da AFP

16/12/2005 | 10:22


O professor australiano Barry Marshall, laureado com o prêmio Nobel de Medicina em 2005, denunciou à Justiça um laboratório americano que lhe deve oito milhões de dólares por sua invenção que permite descobrir úlceras, informou nesta sexta-feira um jornal do seu país.

Marshall denunciou na corte federal de Perth, no oeste do país, a empresa Ballard Medical Products, localizada em Utah e filial do grupo Kimberly-Clark, segundo o The Australian.

O professor, que ganhou o Prêmio Nobel de Medicina 2005 ao lado do compatriota Robin Warren, destaca que o laboratório não paga os direitos de uso desde 1998, de acordo com o jornal.

O caso se refere ao CLOtest, um teste plástico que contém um gel reativo à bactéria Helicobacter Pylori, o fator da úlcera.

Marshall e Warren ganharam o Prêmio Nobel por seus trabalhos que demonstraram que as úlceras estomacais são causadas por bactéria e não por estresse, como se acreditava até então, e poderiam ser tratadas com antibióticos.


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Prêmio Nobel de medicina denuncia laboratório americano

Da AFP

16/12/2005 | 10:22


O professor australiano Barry Marshall, laureado com o prêmio Nobel de Medicina em 2005, denunciou à Justiça um laboratório americano que lhe deve oito milhões de dólares por sua invenção que permite descobrir úlceras, informou nesta sexta-feira um jornal do seu país.

Marshall denunciou na corte federal de Perth, no oeste do país, a empresa Ballard Medical Products, localizada em Utah e filial do grupo Kimberly-Clark, segundo o The Australian.

O professor, que ganhou o Prêmio Nobel de Medicina 2005 ao lado do compatriota Robin Warren, destaca que o laboratório não paga os direitos de uso desde 1998, de acordo com o jornal.

O caso se refere ao CLOtest, um teste plástico que contém um gel reativo à bactéria Helicobacter Pylori, o fator da úlcera.

Marshall e Warren ganharam o Prêmio Nobel por seus trabalhos que demonstraram que as úlceras estomacais são causadas por bactéria e não por estresse, como se acreditava até então, e poderiam ser tratadas com antibióticos.

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