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Desfalques pesam e São Paulo sucumbe perante o Figueirense

Estadão Conteúdo Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

02/06/2016 | 07:00


Não foi desta vez que o São Paulo embalou no Brasileirão. Após vitória convincente no clássico contra o Palmeiras, o time sofreu com os desfalques e perdeu do Figueirense por 1 a 0, ontem, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

Sem muitos dos seus principais jogadores, como os zagueiros Rodrigo Caio e Maicon, o atacante argentino Calleri e o meia Michel Bastos, e com Kelvin no banco, o São Paulo esteve irreconhecível no primeiro tempo. O lateral-direito Auro, improvisado de meia, errou muito e ajudou a armar os contra-ataques da equipe catarinense.
O presságio de início ruim foi o pênalti cometido por Matheus Reis, que bloqueou chute, mas o árbitro não viu. Aos 15, porém, não deu para segurar. Ermel cruzou, a bola desviou em Lucão e encontrou Rafael Moura, livre, que cabeceou firme para o fundo da rede.

O resultado era justo e os donos da casa, outra vez com Rafael Moura, tiveram boa chance para ampliar, tamanhas superioridade e falta de organização do São Paulo em campo.
No intervalo, Bauza voltou com Kelvin na vaga de Auro e deu outra perspectiva para o jogo. Com mais volume e abusando da velocidade, o São Paulo abafou o Figueirense em busca do empate e criou ótima chance aos dez, mas Alan Kardec cabeceou à esquerda.

O Tricolor perdeu força quando o Figueirense diminuiu os espaços na intermediária. Como o resultado não interessava, Bauza arriscou com Rogério na vaga de Thiago Mendes, mas não adiantou.
Sem poder de criação, o São Paulo abriu espaço na defesa e quem esteve mais perto do gol foi o Figueira, mas Bady, aos 32, cabeceou por cima e Ayrton, em chute forte de longe, parou em Denis.

No fim, o jogo ganhou em emoção. Aos 41, Kelvin aproveitou rebote da zaga e mandou uma bomba no travessão. A resposta do Figueirense foi com Lins, que parou em Denis.

Em noite pouco inspirada, Ganso celebra retorno à Seleção Brasileira

Ganso não lembrou em nada ontem o meia que definiu o clássico contra o Palmeiras com gol de cabeça e comandou o meio campo do São Paulo. Preso na marcação e mostrando impaciência em muitos momentos, tanto que foi advertido com o cartão amarelo, o jogador robou as atenções, principalmente porque minutos antes do duelo soube que vai substituir Kaká na Seleção Brasileira (leia mais na página 6).

Depois da partida, esbanjando calma, ele comentou a convocação e disse que está diferente das outras vezes que foi chamado para a Seleção. “Amadureci muito com tudo que passei. Apesar da derrota hoje (ontem), o São Paulo vive grande momento tanto no Brasileiro como na Libertadores e isso ajudou. Se tiver a oportunidade de jogar, vou aproveitar”, garantiu o meia.

Ganso dividiu o mérito com o técnico Edgardo Bauza, que havia projetado a volta do jogador à Seleção quando foi contratado. “Paton (como o treinador é conhecido) chegou e em pouco tempo ajustou a equipe. Para mim tem sido importante dentro e fora de campo, me ajudando com muita conversa, enfim, tem sua parcela de contribuição”, destacou o meia.  



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Desfalques pesam e São Paulo sucumbe perante o Figueirense

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

02/06/2016 | 07:00


Não foi desta vez que o São Paulo embalou no Brasileirão. Após vitória convincente no clássico contra o Palmeiras, o time sofreu com os desfalques e perdeu do Figueirense por 1 a 0, ontem, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

Sem muitos dos seus principais jogadores, como os zagueiros Rodrigo Caio e Maicon, o atacante argentino Calleri e o meia Michel Bastos, e com Kelvin no banco, o São Paulo esteve irreconhecível no primeiro tempo. O lateral-direito Auro, improvisado de meia, errou muito e ajudou a armar os contra-ataques da equipe catarinense.
O presságio de início ruim foi o pênalti cometido por Matheus Reis, que bloqueou chute, mas o árbitro não viu. Aos 15, porém, não deu para segurar. Ermel cruzou, a bola desviou em Lucão e encontrou Rafael Moura, livre, que cabeceou firme para o fundo da rede.

O resultado era justo e os donos da casa, outra vez com Rafael Moura, tiveram boa chance para ampliar, tamanhas superioridade e falta de organização do São Paulo em campo.
No intervalo, Bauza voltou com Kelvin na vaga de Auro e deu outra perspectiva para o jogo. Com mais volume e abusando da velocidade, o São Paulo abafou o Figueirense em busca do empate e criou ótima chance aos dez, mas Alan Kardec cabeceou à esquerda.

O Tricolor perdeu força quando o Figueirense diminuiu os espaços na intermediária. Como o resultado não interessava, Bauza arriscou com Rogério na vaga de Thiago Mendes, mas não adiantou.
Sem poder de criação, o São Paulo abriu espaço na defesa e quem esteve mais perto do gol foi o Figueira, mas Bady, aos 32, cabeceou por cima e Ayrton, em chute forte de longe, parou em Denis.

No fim, o jogo ganhou em emoção. Aos 41, Kelvin aproveitou rebote da zaga e mandou uma bomba no travessão. A resposta do Figueirense foi com Lins, que parou em Denis.

Em noite pouco inspirada, Ganso celebra retorno à Seleção Brasileira

Ganso não lembrou em nada ontem o meia que definiu o clássico contra o Palmeiras com gol de cabeça e comandou o meio campo do São Paulo. Preso na marcação e mostrando impaciência em muitos momentos, tanto que foi advertido com o cartão amarelo, o jogador robou as atenções, principalmente porque minutos antes do duelo soube que vai substituir Kaká na Seleção Brasileira (leia mais na página 6).

Depois da partida, esbanjando calma, ele comentou a convocação e disse que está diferente das outras vezes que foi chamado para a Seleção. “Amadureci muito com tudo que passei. Apesar da derrota hoje (ontem), o São Paulo vive grande momento tanto no Brasileiro como na Libertadores e isso ajudou. Se tiver a oportunidade de jogar, vou aproveitar”, garantiu o meia.

Ganso dividiu o mérito com o técnico Edgardo Bauza, que havia projetado a volta do jogador à Seleção quando foi contratado. “Paton (como o treinador é conhecido) chegou e em pouco tempo ajustou a equipe. Para mim tem sido importante dentro e fora de campo, me ajudando com muita conversa, enfim, tem sua parcela de contribuição”, destacou o meia.  

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