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Luciane Mediato
Especial para o Diário

28/06/2011 | 07:00


Ocantor, compositor e produtor musical Jair Oliveira, 36, completa 30 anos de carreira em julho. Filho do cantor Jair Rodrigues, cresceu em ambiente musical, frequentado por lendas da MPB e sob estas influências, aos 6 deu início à trajetória profissional. O primeiro trabalho foi na canção "Deus Salvador", que está no álbum "Jair Rodrigues de Oliveira", e desde então não parou mais.

Em 1982, Jair participou do Festival de San Remo, na Itália, com a música "Io e Te" - que rendeu um emocionante videoclipe. Logo depois foi convidado para integrar o Balão Mágico - uma das mais conhecidas bandas infantis da época. Com o grupo gravou três discos e apresentou o programa matinal, homônimo, exibido pela Rede Globo até 1987.

Mas quem acha que ele começou muito novo ou que a família interferiu nas escolhas está enganado. "Tudo foi muito natural. Eles nunca optaram por nós. Minha entrada na música foi ao acaso. Já que sempre acompanhava meu pai nos ensaios, conhecia todas as músicas. Quando foi gravar CF51Deus Salvador/CF, tinha esquecido a letra e eu sabia, por isso gravei", lembra Oliveira, que na época era conhecido como "Jairzinho".

Para ele, a participação no Balão Mágico foi importante para a construção do que é hoje. "Foi nesse período que tive o contato com o "show business" e os bastidores. Desse ponto, comecei a me apaixonar pela arte de produzir e compor. Nunca me imaginei sendo apenas alguém que sobe ao palco e canta. Sempre quis ir além."

O músico, considerado um dos melhores compositores dessa geração, vê sua história com humildade. "Ter 30 anos de carreira em ordem cronológica pode ser muito, mas para a realização artística e emocional é como se fosse três meses. Ainda tenho muita energia e muita coisa para fazer."

Os últimos projetos do cantor são "Grandes Pequeninos", em parceria com a mulher, Tânia Kallil, voltado para o público infantil, e o álbum homônimo, que lança de forma virtual. Desde março, a cada mês uma canção é liberada para audição no site oficial. "Essa forma de fazer um disco possibilita ao artista abrir as barreiras dos estilos. Hoje, a internet é como a ('campanha') ‘Diretas Já' da cultura nacional. As pessoas deixam de ser reféns dos meios de comunicação e passam a escolher o que querem ouvir", declara.

A boda de pérola entre o artista e a música será celebrada com show no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 23.



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Luciane Mediato
Especial para o Diário

28/06/2011 | 07:00


Ocantor, compositor e produtor musical Jair Oliveira, 36, completa 30 anos de carreira em julho. Filho do cantor Jair Rodrigues, cresceu em ambiente musical, frequentado por lendas da MPB e sob estas influências, aos 6 deu início à trajetória profissional. O primeiro trabalho foi na canção "Deus Salvador", que está no álbum "Jair Rodrigues de Oliveira", e desde então não parou mais.

Em 1982, Jair participou do Festival de San Remo, na Itália, com a música "Io e Te" - que rendeu um emocionante videoclipe. Logo depois foi convidado para integrar o Balão Mágico - uma das mais conhecidas bandas infantis da época. Com o grupo gravou três discos e apresentou o programa matinal, homônimo, exibido pela Rede Globo até 1987.

Mas quem acha que ele começou muito novo ou que a família interferiu nas escolhas está enganado. "Tudo foi muito natural. Eles nunca optaram por nós. Minha entrada na música foi ao acaso. Já que sempre acompanhava meu pai nos ensaios, conhecia todas as músicas. Quando foi gravar CF51Deus Salvador/CF, tinha esquecido a letra e eu sabia, por isso gravei", lembra Oliveira, que na época era conhecido como "Jairzinho".

Para ele, a participação no Balão Mágico foi importante para a construção do que é hoje. "Foi nesse período que tive o contato com o "show business" e os bastidores. Desse ponto, comecei a me apaixonar pela arte de produzir e compor. Nunca me imaginei sendo apenas alguém que sobe ao palco e canta. Sempre quis ir além."

O músico, considerado um dos melhores compositores dessa geração, vê sua história com humildade. "Ter 30 anos de carreira em ordem cronológica pode ser muito, mas para a realização artística e emocional é como se fosse três meses. Ainda tenho muita energia e muita coisa para fazer."

Os últimos projetos do cantor são "Grandes Pequeninos", em parceria com a mulher, Tânia Kallil, voltado para o público infantil, e o álbum homônimo, que lança de forma virtual. Desde março, a cada mês uma canção é liberada para audição no site oficial. "Essa forma de fazer um disco possibilita ao artista abrir as barreiras dos estilos. Hoje, a internet é como a ('campanha') ‘Diretas Já' da cultura nacional. As pessoas deixam de ser reféns dos meios de comunicação e passam a escolher o que querem ouvir", declara.

A boda de pérola entre o artista e a música será celebrada com show no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 23.

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