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Clima vai esquentar na Câmara de Diadema

A expectativa é a de que esquente o clima na Câmara de Diadema a partir das próximas sessões. Isso porque o secretário de Saúde, José Augusto da Silva Ramos (PSDB)


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

31/03/2016 | 07:00


A expectativa é a de que esquente o clima na Câmara de Diadema a partir das próximas sessões. Isso porque o secretário de Saúde, José Augusto da Silva Ramos (PSDB), volta ao Legislativo. Meio a contragosto, mas volta. E tentará a reeleição em outubro. Também a contragosto. O tucano chegou a declarar que não disputaria mais eleições. Mas o prefeito Lauro Michels (PV) insistiu para que Zé Augusto reforce o grupo. Afinal, foi o parlamentar mais bem votado no pleito de 2012, com 7.254 votos. Foi preponderante para a vitória do verde no segundo turno. Na primeira etapa da eleição, sua mulher, Maridite Cristóvão (PSDB), ficou na terceira posição. No acordo para o apoio a Lauro na reta final, pediu a Secretaria de Saúde. Desligou-se da Câmara e foi nomeado titular da Pasta em janeiro de 2013. Foi responsável por gestão polêmica. Quase uma centena de médicos pediu demissão por não concordar com os rumos do setor. Impôs a terceirização. Bateu boca com vereadores em audiências públicas. Apesar de tudo, segurou-se no cargo, pois o prefeito sabe de sua importância no projeto de reeleição. Maridite, inclusive, será vice na chapa de Lauro. Na volta ao Legislativo, Zé Augusto terá a missão de ser líder do governo. Defenderá os projetos do chefe do Executivo, que é contestado, e sua própria administração à frente da Saúde. A bancada oposicionista, liderada pelo PT, vai para o embate. Resta saber se o tucano terá paciência suficiente para encarar os debates até a eleição. Fato é que vai ter muito trabalho.

Movimentação
Ainda pelas bandas de Diadema, José Marcelo Ferreira, que é secretário de Obras, vai acumular Meio Ambiente, contra a vontade da titular, Denise Ventrici, que será candidata a vereadora. A Secretaria de Educação será comandada por Tatiane Ramos, que hoje é diretora da Pasta. E na chefia de Gabinete, assume Regina Gonçalves (PV). Atualmente ela é secretária de Assistência Social e Cidadania e também acumulará a função. Marcos Michels (PSB), que estava à frente do setor educacional e da chefia de Gabinete, se desliga para voltar ao Legislativo e tentar a reeleição.

Tentativa
A candidatura de Tarcisio Secoli (PT) à Prefeitura de São Bernardo ainda não atraiu muitos partidos. A cúpula petista tenta garantir o PEN, que não tem muita força. Mas o coordenador do partido na Região Metropolitana, Marco Aurélio Souza, afirma que será aliado de Marcelo Lima, que acaba de se lançar ao Paço pelo SD.

De saída
A Prefeitura de São Caetano realiza amanhã, às 10h30, na Praça da Figueira, inauguração do Cras (Centro de Referência de Assistência Social). Será o último evento oficial com participação de cinco secretários que saem dos cargos para disputar vaga de vereador em outubro. São eles: Andreia Neves (PMDB-Assistência Social), José Quesada (PMDB-Ouvidoria), Jander Lira (PP-Cultura), Severo Neto (Pros-Esportes) e Jesus Gutierrez (PRB-Saúde).

Sugestão inócua
Integrante da comissão que analisa o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Alex Manente (PPS) afirma que apresentará requerimento para que a votação no colegiado seja aberta. “Isso é transparência, é aquilo que os brasileiros esperam de nós, da comissão”, observa. Mas não precisa, deputado. O regimento interno da Câmara dos Deputados, em sua seção 2 (Das Modalidades e Processos de Votação) prevê, em seu artigo 188, parágrafo 2º: “Não serão objeto de deliberação por meio de escrutínio secreto: 4 – autorização para instauração de processo, nas infrações penais comuns ou nos crimes de responsabilidade, contra o presidente e o vice-presidente da República e os ministros de Estado”. Além disso, o capítulo 7 (Do Processo nos Crimes de Responsabilidade do presidente e do vice-presidente da República e de ministro de Estado), no artigo 218, parágrafo 8º, prevê: “Encerrada a discussão do parecer, será o mesmo submetido a votação nominal, pelo processo de chamada dos deputados”. 



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Clima vai esquentar na Câmara de Diadema

A expectativa é a de que esquente o clima na Câmara de Diadema a partir das próximas sessões. Isso porque o secretário de Saúde, José Augusto da Silva Ramos (PSDB)

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

31/03/2016 | 07:00


A expectativa é a de que esquente o clima na Câmara de Diadema a partir das próximas sessões. Isso porque o secretário de Saúde, José Augusto da Silva Ramos (PSDB), volta ao Legislativo. Meio a contragosto, mas volta. E tentará a reeleição em outubro. Também a contragosto. O tucano chegou a declarar que não disputaria mais eleições. Mas o prefeito Lauro Michels (PV) insistiu para que Zé Augusto reforce o grupo. Afinal, foi o parlamentar mais bem votado no pleito de 2012, com 7.254 votos. Foi preponderante para a vitória do verde no segundo turno. Na primeira etapa da eleição, sua mulher, Maridite Cristóvão (PSDB), ficou na terceira posição. No acordo para o apoio a Lauro na reta final, pediu a Secretaria de Saúde. Desligou-se da Câmara e foi nomeado titular da Pasta em janeiro de 2013. Foi responsável por gestão polêmica. Quase uma centena de médicos pediu demissão por não concordar com os rumos do setor. Impôs a terceirização. Bateu boca com vereadores em audiências públicas. Apesar de tudo, segurou-se no cargo, pois o prefeito sabe de sua importância no projeto de reeleição. Maridite, inclusive, será vice na chapa de Lauro. Na volta ao Legislativo, Zé Augusto terá a missão de ser líder do governo. Defenderá os projetos do chefe do Executivo, que é contestado, e sua própria administração à frente da Saúde. A bancada oposicionista, liderada pelo PT, vai para o embate. Resta saber se o tucano terá paciência suficiente para encarar os debates até a eleição. Fato é que vai ter muito trabalho.

Movimentação
Ainda pelas bandas de Diadema, José Marcelo Ferreira, que é secretário de Obras, vai acumular Meio Ambiente, contra a vontade da titular, Denise Ventrici, que será candidata a vereadora. A Secretaria de Educação será comandada por Tatiane Ramos, que hoje é diretora da Pasta. E na chefia de Gabinete, assume Regina Gonçalves (PV). Atualmente ela é secretária de Assistência Social e Cidadania e também acumulará a função. Marcos Michels (PSB), que estava à frente do setor educacional e da chefia de Gabinete, se desliga para voltar ao Legislativo e tentar a reeleição.

Tentativa
A candidatura de Tarcisio Secoli (PT) à Prefeitura de São Bernardo ainda não atraiu muitos partidos. A cúpula petista tenta garantir o PEN, que não tem muita força. Mas o coordenador do partido na Região Metropolitana, Marco Aurélio Souza, afirma que será aliado de Marcelo Lima, que acaba de se lançar ao Paço pelo SD.

De saída
A Prefeitura de São Caetano realiza amanhã, às 10h30, na Praça da Figueira, inauguração do Cras (Centro de Referência de Assistência Social). Será o último evento oficial com participação de cinco secretários que saem dos cargos para disputar vaga de vereador em outubro. São eles: Andreia Neves (PMDB-Assistência Social), José Quesada (PMDB-Ouvidoria), Jander Lira (PP-Cultura), Severo Neto (Pros-Esportes) e Jesus Gutierrez (PRB-Saúde).

Sugestão inócua
Integrante da comissão que analisa o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Alex Manente (PPS) afirma que apresentará requerimento para que a votação no colegiado seja aberta. “Isso é transparência, é aquilo que os brasileiros esperam de nós, da comissão”, observa. Mas não precisa, deputado. O regimento interno da Câmara dos Deputados, em sua seção 2 (Das Modalidades e Processos de Votação) prevê, em seu artigo 188, parágrafo 2º: “Não serão objeto de deliberação por meio de escrutínio secreto: 4 – autorização para instauração de processo, nas infrações penais comuns ou nos crimes de responsabilidade, contra o presidente e o vice-presidente da República e os ministros de Estado”. Além disso, o capítulo 7 (Do Processo nos Crimes de Responsabilidade do presidente e do vice-presidente da República e de ministro de Estado), no artigo 218, parágrafo 8º, prevê: “Encerrada a discussão do parecer, será o mesmo submetido a votação nominal, pelo processo de chamada dos deputados”. 

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