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Caso Celso Daniel: Suplicy não descarta tentativa de homicídio


Fernão Silveira
Do Diário OnLine

19/01/2002 | 05:42


Lembrando os casos recentes de atentados e ameaças contra lideranças petistas, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) não descarta tentativa de homicídio no seqüestro do prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), ocorrido na noite desta sexta-feira perto da Via Anchieta, na zona Sul da capital paulista.

"Poderia ter sido tentativa de homicídio, como foi com o Toninho (Antônio da Costa Santos, ex-prefeito de Campinas, assassinado no final do ano passado). E isso evidentemente preocupa o PT", afirmou o senador, em entrevista coletiva concedida na madrugada deste sábado na 26ª Delegacia de Polícia, no Sacomã, zona Sul de São Paulo.

Na ação dos bandidos, a caminhonete blindada Pajero do empresário Sérgio Gomes da Silva, amigo que jantava com Celso Daniel e dava carona para ele, foi danificada na lataria por batidas e alvejada por balas nos vidros ao lado do carona e do motorista, além do pneu traseiro direito e de um vidro traseiro. O prefeito andreense não foi atingido, segundo confirmou Suplicy.

Suplicy opinou que não há como, a esta altura, a imprensa ser restringida de noticiar o seqüestro de Celso Daniel. O senador relatou que jornalistas já sabiam do caso logo que ele foi informado, ao final do show de seu filho Supla em São Paulo, na noite de sexta-feira, no DirecTV Hall. "Não há agora como dizer que não se pode divulgar", comentou.

A família de Celso Daniel, na opinião de Suplicy, não tem posses que justifiquem o pedido de um resgate para o fim do seqüestro – o que poderia indicar crime político. "Acredito que não há como solicitar aos familiares dele um resgate. Ele tem, sim, o respeito de toda a população de Santo André e do nosso partido. Celso é uma pessoa muito estimada", comentou.

Suplicy lembrou que Celso Daniel estava engajado na construção do plano de governo do PT para a Presidência em 2002 e revelou que nesta sexta-feira mesmo havia reunido toda sua equipe e definido um calendário de trabalho. "Ele vinha exercendo essa função com muito entusiasmo", comentou.



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Caso Celso Daniel: Suplicy não descarta tentativa de homicídio

Fernão Silveira
Do Diário OnLine

19/01/2002 | 05:42


Lembrando os casos recentes de atentados e ameaças contra lideranças petistas, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) não descarta tentativa de homicídio no seqüestro do prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), ocorrido na noite desta sexta-feira perto da Via Anchieta, na zona Sul da capital paulista.

"Poderia ter sido tentativa de homicídio, como foi com o Toninho (Antônio da Costa Santos, ex-prefeito de Campinas, assassinado no final do ano passado). E isso evidentemente preocupa o PT", afirmou o senador, em entrevista coletiva concedida na madrugada deste sábado na 26ª Delegacia de Polícia, no Sacomã, zona Sul de São Paulo.

Na ação dos bandidos, a caminhonete blindada Pajero do empresário Sérgio Gomes da Silva, amigo que jantava com Celso Daniel e dava carona para ele, foi danificada na lataria por batidas e alvejada por balas nos vidros ao lado do carona e do motorista, além do pneu traseiro direito e de um vidro traseiro. O prefeito andreense não foi atingido, segundo confirmou Suplicy.

Suplicy opinou que não há como, a esta altura, a imprensa ser restringida de noticiar o seqüestro de Celso Daniel. O senador relatou que jornalistas já sabiam do caso logo que ele foi informado, ao final do show de seu filho Supla em São Paulo, na noite de sexta-feira, no DirecTV Hall. "Não há agora como dizer que não se pode divulgar", comentou.

A família de Celso Daniel, na opinião de Suplicy, não tem posses que justifiquem o pedido de um resgate para o fim do seqüestro – o que poderia indicar crime político. "Acredito que não há como solicitar aos familiares dele um resgate. Ele tem, sim, o respeito de toda a população de Santo André e do nosso partido. Celso é uma pessoa muito estimada", comentou.

Suplicy lembrou que Celso Daniel estava engajado na construção do plano de governo do PT para a Presidência em 2002 e revelou que nesta sexta-feira mesmo havia reunido toda sua equipe e definido um calendário de trabalho. "Ele vinha exercendo essa função com muito entusiasmo", comentou.

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