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Mário Frias: ator e professor


Alexandre Coelho
Da TV Press

13/01/2006 | 08:48


Mário Frias virou o ano com a expectativa de que 2006 realmente lhe trouxesse os tais ventos da mudança. E, a julgar por sua mais recente opção profissional, ele parece mesmo querer dar início a um novo ciclo em sua carreira. Depois de uma pouco expressiva participação na novela Senhora do Destino, da Globo, em 2004, como o deputado Thomas Jefferson, o ator volta à telinha no dia 23. Será a principal novidade da segunda temporada de Floribella, a novelinha da Band, na pele do Conde Máximo. “Eu estava com muita vontade de participar de um projeto em que todos falam, todos escutam, todos opinam em prol de um objetivo maior”, afirma.

Como um ator mais experiente que a maior parte dos colegas do novo trabalho, Mário não fugiu à responsabilidade de chegar como o atual protagonista de uma novela que teve uma primeira temporada bem-sucedida – a ponto de merecer uma continuação. Além disso, foram poucas as mudanças na base do elenco, o que significa que o ator chega para ser um dos principais nomes de um time que já vem entrosado. Ainda assim, ele garante que foi bem recebido por sua nova equipe de trabalho e que já se sente em casa na mansão dos Fritzenwalden. “É impressionante o quanto eles são unidos e apaixonados pelo trabalho. Isso gera uma expectativa muito positiva”, observa.

O novo trabalho na TV coincide com a mudança de emissora. Depois de quase um ano fora do ar, tempo em que se dedicou à sua banda de rock, o ator apostou em uma mudança de casa como meio de almejar novos vôos na carreira. Segundo Mário, a consolidação de pólos de teledramaturgia em outras emissoras além da Globo é algo tão relevante que ele chega ao ponto de se dizer mais tranqüilo em relação ao futuro, já que vislumbra um mercado profissional menos concentrado: “Para todos os profissionais do ramo, a competição entre as grandes emissores é algo muito saudável.”

Da mesma forma com que demonstra segurança na nova emissora e como protagonista de uma produção bem-sucedida, Mário se vale de uma bagagem bem particular para conquistar o público infanto-juvenil de Floribella. Afinal, o ator já fez outros trabalhos na TV voltados para esse exigente telespectador. Em 1996, ele deu vida a Alex Júnior na novelinha Caça Talentos. Já em Malhação, se destacou como o Rodrigo entre as temporadas de 1999 e 2001 da atração da Globo. A facilidade de comunicação com esse público é, para o ator, um de seus trunfos para o sucesso como o Conde Máximo em Floribella. “Eu preservo um lado jovem, um lado criança e acho que acabo tendo uma ligação com eles”, teoriza.

Os novos ares e um papel de destaque já seriam atrativos mais do que suficientes para seduzir um ator. Mas Floribella oferece um elemento extra que fala de maneira direta a Mário: a música. Embora os gêneros musicais explorados pela novela nem sempre passem pelo rock da banda Zona Zero, da qual o ator é integrante, o próprio ambiente mais musical já é sedutor para quem é do ramo. E mesmo fazendo questão de separar o trabalho na novela do trabalho que desenvolve com seu grupo, Mário – que canta em uma das faixas do novo CD de Floribella – admite que todo o projeto é tentador. “É diferente do meu trabalho com a banda, mas foi um prazer participar. O primeiro CD vendeu 200 mil cópias e espero que o novo também venda para que a gente faça parte desse sucesso”, torce.

Enquanto se despede de curtas férias de 20 dias – os primeiros capítulos da nova temporada foram gravados no final de 2005 –, o ator já se prepara para voltar ao batente. E, ao contrário do que possa parecer, o clima de brincadeira da novela fica apenas na tela. Fora dela, nos estúdios e sets de gravação, o trabalho está ainda mais intenso do que foi na temporada anterior, já que, com o sucesso da trama, a Band passa a exibir capítulos inéditos também aos sábados. “O ritmo das gravações é muito acelerado, a gente grava de segunda a sábado. É barra pesada”, conclui o novo galã da Band.



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Mário Frias: ator e professor

Alexandre Coelho
Da TV Press

13/01/2006 | 08:48


Mário Frias virou o ano com a expectativa de que 2006 realmente lhe trouxesse os tais ventos da mudança. E, a julgar por sua mais recente opção profissional, ele parece mesmo querer dar início a um novo ciclo em sua carreira. Depois de uma pouco expressiva participação na novela Senhora do Destino, da Globo, em 2004, como o deputado Thomas Jefferson, o ator volta à telinha no dia 23. Será a principal novidade da segunda temporada de Floribella, a novelinha da Band, na pele do Conde Máximo. “Eu estava com muita vontade de participar de um projeto em que todos falam, todos escutam, todos opinam em prol de um objetivo maior”, afirma.

Como um ator mais experiente que a maior parte dos colegas do novo trabalho, Mário não fugiu à responsabilidade de chegar como o atual protagonista de uma novela que teve uma primeira temporada bem-sucedida – a ponto de merecer uma continuação. Além disso, foram poucas as mudanças na base do elenco, o que significa que o ator chega para ser um dos principais nomes de um time que já vem entrosado. Ainda assim, ele garante que foi bem recebido por sua nova equipe de trabalho e que já se sente em casa na mansão dos Fritzenwalden. “É impressionante o quanto eles são unidos e apaixonados pelo trabalho. Isso gera uma expectativa muito positiva”, observa.

O novo trabalho na TV coincide com a mudança de emissora. Depois de quase um ano fora do ar, tempo em que se dedicou à sua banda de rock, o ator apostou em uma mudança de casa como meio de almejar novos vôos na carreira. Segundo Mário, a consolidação de pólos de teledramaturgia em outras emissoras além da Globo é algo tão relevante que ele chega ao ponto de se dizer mais tranqüilo em relação ao futuro, já que vislumbra um mercado profissional menos concentrado: “Para todos os profissionais do ramo, a competição entre as grandes emissores é algo muito saudável.”

Da mesma forma com que demonstra segurança na nova emissora e como protagonista de uma produção bem-sucedida, Mário se vale de uma bagagem bem particular para conquistar o público infanto-juvenil de Floribella. Afinal, o ator já fez outros trabalhos na TV voltados para esse exigente telespectador. Em 1996, ele deu vida a Alex Júnior na novelinha Caça Talentos. Já em Malhação, se destacou como o Rodrigo entre as temporadas de 1999 e 2001 da atração da Globo. A facilidade de comunicação com esse público é, para o ator, um de seus trunfos para o sucesso como o Conde Máximo em Floribella. “Eu preservo um lado jovem, um lado criança e acho que acabo tendo uma ligação com eles”, teoriza.

Os novos ares e um papel de destaque já seriam atrativos mais do que suficientes para seduzir um ator. Mas Floribella oferece um elemento extra que fala de maneira direta a Mário: a música. Embora os gêneros musicais explorados pela novela nem sempre passem pelo rock da banda Zona Zero, da qual o ator é integrante, o próprio ambiente mais musical já é sedutor para quem é do ramo. E mesmo fazendo questão de separar o trabalho na novela do trabalho que desenvolve com seu grupo, Mário – que canta em uma das faixas do novo CD de Floribella – admite que todo o projeto é tentador. “É diferente do meu trabalho com a banda, mas foi um prazer participar. O primeiro CD vendeu 200 mil cópias e espero que o novo também venda para que a gente faça parte desse sucesso”, torce.

Enquanto se despede de curtas férias de 20 dias – os primeiros capítulos da nova temporada foram gravados no final de 2005 –, o ator já se prepara para voltar ao batente. E, ao contrário do que possa parecer, o clima de brincadeira da novela fica apenas na tela. Fora dela, nos estúdios e sets de gravação, o trabalho está ainda mais intenso do que foi na temporada anterior, já que, com o sucesso da trama, a Band passa a exibir capítulos inéditos também aos sábados. “O ritmo das gravações é muito acelerado, a gente grava de segunda a sábado. É barra pesada”, conclui o novo galã da Band.

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