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Negócios de vento em popa

Três boas notícias na área de negócios na semana passada. A primeira vem do Alto Tietê. Os prefeitos de Mogi das Cruzes e de Tournai, na Bélgica


Do Diário do Grande ABC

01/06/2015 | 07:00


Três boas notícias na área de negócios na semana passada. A primeira vem do Alto Tietê. Os prefeitos de Mogi das Cruzes e de Tournai, na Bélgica, assinaram acordo de cooperação bilateral que visa o intercâmbio educacional, cultural e comercial entre as duas cidades. De acordo com O Diário de Mogi, da Rede APJ (Associação Paulista de Jornais), o objetivo é fazer da Bélgica porta de entrada das empresas da região para o comércio europeu e alavancar as exportações de produtos fabricados no município, além de viabilizar futuros investimentos belgos no território mogiano. A segunda informação vem de Jundiaí. Investir mesmo em meio à crise econômica é uma das chaves para o setor de logística da região manter os índices de crescimento registrados nos últimos anos, segundo Gilson Pichioli, diretor de Infraestrutura e Logística do Ciesp. A recente abertura do Centro de Distribuição da Natura em Itupeva é um exemplo de medida positiva para o setor, disse ele ao Jornal de Jundiaí, da Rede APJ. Para o diretor, o centro atrairá a atenção de outras grandes empresas para as vantagens que a região oferece. E a terceira notícia interessa a todo o Estado. Com o objetivo de incrementar os negócios de produção de cervejas artesanais, o Sebrae-SP lançou a incubadora Home Brew. “Com o apoio das cervejarias maiores queremos fortalecer o setor”, afirma o analista de negócios Adriano Cesar Buzoli. Até o momento há cerca de dez empresas participantes e mais outras 20 interessadas em entrar no mercado. “Desde o ano passado estamos fazendo ações pontuais. É um mercado crescente, mas ainda em potencial, principalmente por causa do fortalecimento dos pequenos”, diz. O objetivo da incubadora é ajudá-los na capacitação, dar visão de mercado, concorrência e oportunidade de negócios e planos de ação. “A ideia não é capacitar só o produtor de cerveja, mas sim trabalhar toda a cadeia”, relata Buzoli. Mãos à obra!

Crise têxtil
Em contrapartida, há um segmento econômico que clama por proteção. Frase do deputado estadual Chico Sardelli (PV) sobre o estado do setor têxtil: “Ainda que seja o segundo maior gerador de empregos no Brasil, ficando atrás apenas da construção civil, o setor têxtil tem pouca atenção do governo e a situação vai se agravando com a crise econômica atual. São empresas que fecham as portas ou reduzem a produção e postos de emprego eliminados. Ainda assim os empresários e entidades representativas mantêm firme a esperança de que medidas urgentes possam ser adotadas para que o setor volte a crescer e a gerar empregos.”

Cachaça e tequila
Brasil e México fecharam na semana passada bases para o reconhecimento mútuo da cachaça e da tequila como produtos distintos, respectivamente, do Brasil e do México. Ou seja, cada país, pelo acordo entre governos, vai respeitar os direitos da bebida do outro. A Colômbia e os Estados Unidos já haviam reconhecido a cachaça como destilado exclusivo do Brasil. Acordo desse porte exige tratativas que se arrastam por anos.

Números
Com quase 500 anos de história, a cachaça tem como matéria-prima o mosto fermentado do caldo da cana-de-açúcar, com teor alcoólico de 38% a 48%. É o terceiro destilado mais consumido no mundo. Alguns números da cachaça: O Brasil possui quase 2.000 produtores e 4.000 marcas com produção de 800 milhões de litros por ano. Em 2014, a cachaça foi exportada para 66 países. São Paulo é um dos maiores Estados produtores, ao lado de Pernambuco, Ceará e Minas Gerais. Os dados são do Instituto Brasileiro da Cachaça.

Violência nos estádios
Criado na capital o Anexo Judicial de Defesa do Torcedor em evento no Fórum Criminal da Barra Funda, na terça-feira. A vara especializada vem na esteira do Estatuto do Torcedor. A medida foi elogiada pelo secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, que classificou a medida como “importante conquista para o futebol de São Paulo, para a Justiça e para a sociedade paulista”. Segundo ele, é um passo importante no combate à violência nos estádios. Além da base móvel que fica nas arenas, a polícia instalará uma delegacia móvel, com delegado e escrivão. Além disso, os crimes relacionados ao futebol, ainda que praticados fora do estádio, também serão de competência dessa vara judicial, que acompanhará os fatos desde a investigação, o processamento, julgamento e execução das penas aplicadas. Será que resolve?

Atenção aos haitianos
A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa aprovou quarta-feira requerimento que solicita a realização de audiência pública para debater ações de proteção e acolhimento de refugiados haitianos no Estado de São Paulo, bem como ouvir as autoridades responsáveis pelo recente fluxo de imigração daquele país. O requerimento é do deputado Carlos Bezerra Júnior (PSDB), que apontou os problemas relacionados à imigração, entre eles as condições precárias de trabalho a que os refugiados vêm sendo submetidos, a forma como eles ingressam no país e a falta de sintonia entre os diversos entes da federação. 



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Três boas notícias na área de negócios na semana passada. A primeira vem do Alto Tietê. Os prefeitos de Mogi das Cruzes e de Tournai, na Bélgica

Do Diário do Grande ABC

01/06/2015 | 07:00


Três boas notícias na área de negócios na semana passada. A primeira vem do Alto Tietê. Os prefeitos de Mogi das Cruzes e de Tournai, na Bélgica, assinaram acordo de cooperação bilateral que visa o intercâmbio educacional, cultural e comercial entre as duas cidades. De acordo com O Diário de Mogi, da Rede APJ (Associação Paulista de Jornais), o objetivo é fazer da Bélgica porta de entrada das empresas da região para o comércio europeu e alavancar as exportações de produtos fabricados no município, além de viabilizar futuros investimentos belgos no território mogiano. A segunda informação vem de Jundiaí. Investir mesmo em meio à crise econômica é uma das chaves para o setor de logística da região manter os índices de crescimento registrados nos últimos anos, segundo Gilson Pichioli, diretor de Infraestrutura e Logística do Ciesp. A recente abertura do Centro de Distribuição da Natura em Itupeva é um exemplo de medida positiva para o setor, disse ele ao Jornal de Jundiaí, da Rede APJ. Para o diretor, o centro atrairá a atenção de outras grandes empresas para as vantagens que a região oferece. E a terceira notícia interessa a todo o Estado. Com o objetivo de incrementar os negócios de produção de cervejas artesanais, o Sebrae-SP lançou a incubadora Home Brew. “Com o apoio das cervejarias maiores queremos fortalecer o setor”, afirma o analista de negócios Adriano Cesar Buzoli. Até o momento há cerca de dez empresas participantes e mais outras 20 interessadas em entrar no mercado. “Desde o ano passado estamos fazendo ações pontuais. É um mercado crescente, mas ainda em potencial, principalmente por causa do fortalecimento dos pequenos”, diz. O objetivo da incubadora é ajudá-los na capacitação, dar visão de mercado, concorrência e oportunidade de negócios e planos de ação. “A ideia não é capacitar só o produtor de cerveja, mas sim trabalhar toda a cadeia”, relata Buzoli. Mãos à obra!

Crise têxtil
Em contrapartida, há um segmento econômico que clama por proteção. Frase do deputado estadual Chico Sardelli (PV) sobre o estado do setor têxtil: “Ainda que seja o segundo maior gerador de empregos no Brasil, ficando atrás apenas da construção civil, o setor têxtil tem pouca atenção do governo e a situação vai se agravando com a crise econômica atual. São empresas que fecham as portas ou reduzem a produção e postos de emprego eliminados. Ainda assim os empresários e entidades representativas mantêm firme a esperança de que medidas urgentes possam ser adotadas para que o setor volte a crescer e a gerar empregos.”

Cachaça e tequila
Brasil e México fecharam na semana passada bases para o reconhecimento mútuo da cachaça e da tequila como produtos distintos, respectivamente, do Brasil e do México. Ou seja, cada país, pelo acordo entre governos, vai respeitar os direitos da bebida do outro. A Colômbia e os Estados Unidos já haviam reconhecido a cachaça como destilado exclusivo do Brasil. Acordo desse porte exige tratativas que se arrastam por anos.

Números
Com quase 500 anos de história, a cachaça tem como matéria-prima o mosto fermentado do caldo da cana-de-açúcar, com teor alcoólico de 38% a 48%. É o terceiro destilado mais consumido no mundo. Alguns números da cachaça: O Brasil possui quase 2.000 produtores e 4.000 marcas com produção de 800 milhões de litros por ano. Em 2014, a cachaça foi exportada para 66 países. São Paulo é um dos maiores Estados produtores, ao lado de Pernambuco, Ceará e Minas Gerais. Os dados são do Instituto Brasileiro da Cachaça.

Violência nos estádios
Criado na capital o Anexo Judicial de Defesa do Torcedor em evento no Fórum Criminal da Barra Funda, na terça-feira. A vara especializada vem na esteira do Estatuto do Torcedor. A medida foi elogiada pelo secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, que classificou a medida como “importante conquista para o futebol de São Paulo, para a Justiça e para a sociedade paulista”. Segundo ele, é um passo importante no combate à violência nos estádios. Além da base móvel que fica nas arenas, a polícia instalará uma delegacia móvel, com delegado e escrivão. Além disso, os crimes relacionados ao futebol, ainda que praticados fora do estádio, também serão de competência dessa vara judicial, que acompanhará os fatos desde a investigação, o processamento, julgamento e execução das penas aplicadas. Será que resolve?

Atenção aos haitianos
A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa aprovou quarta-feira requerimento que solicita a realização de audiência pública para debater ações de proteção e acolhimento de refugiados haitianos no Estado de São Paulo, bem como ouvir as autoridades responsáveis pelo recente fluxo de imigração daquele país. O requerimento é do deputado Carlos Bezerra Júnior (PSDB), que apontou os problemas relacionados à imigração, entre eles as condições precárias de trabalho a que os refugiados vêm sendo submetidos, a forma como eles ingressam no país e a falta de sintonia entre os diversos entes da federação. 

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