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Córrego Oratório será canalizado


Isis Mastromano Correia
Do Diário do Grande ABC

22/06/2009 | 07:00


O maior córrego da região, responsável por boa parte das enchentes que assolam Santo André, São Caetano e Mauá, será canalizado. O Córrego Oratório, de 25 quilômetros de extensão, passará por obras de drenagem a partir de novembro.

Serão investidos R$ 80 milhões na canalização - que é a retificação do curso do rio - e a intervenção ficará a cargo do governo estadual.

Do montante, R$ 64 milhões serão financiados junto à Caixa Econômica Federal pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e o restante, R$ 16 milhões, serão recursos do orçamento próprio do Estado.

A canalização do Oratório é fruto de um termo de cooperação entre o governo federal e o Estado de São Paulo para obras de drenagem. "O córrego precisa ser recuperado para resolver o problema de enchentes e recuperar a área em termos paisagísticos e de salubridade ambiental, pois passa por municípios densamente povoados", aponta a secretária de Saneamento e Energia do Estado, Dilma Seli Pena.

Segundo a secretária, o Córrego Oratório foi escolhido por sua importância na Grande São Paulo além de integrar o Plano de Macrodrenagem da Região Metropolitana. "Dentro do plano, primeiro de tudo foi feito o rebaixamento da calha (do Oratório); paralelamente iniciou-se a despoluição do Rio Tietê (que visa limpar águas urbanas) num trabalho entre Sabesp e Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado)", informa Dilma.

O projeto executivo para as obras está pronto. A previsão é que o contrato de financiamento com a Caixa seja assinado entre 60 e 90 dias.

Perfil - O Córrego Oratório é um dos inúmeros afluentes do Rio Tamanduateí. As inundações provocadas pelo curso d'água deram margem à construção de dois piscinões na região e na Capital para conter a vazão nos últimos dez anos. Além dos três municípios do Grande ABC, o rio passa ainda por parte do município de São Paulo.

Um dos piscinões leva o nome do córrego, Oratório, e fica na divisa entre Santo André e São Paulo. O outro reservatório voltado ao córrego, o AO-1, fica no Jardim Sônia Maria, em Mauá.



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Córrego Oratório será canalizado

Isis Mastromano Correia
Do Diário do Grande ABC

22/06/2009 | 07:00


O maior córrego da região, responsável por boa parte das enchentes que assolam Santo André, São Caetano e Mauá, será canalizado. O Córrego Oratório, de 25 quilômetros de extensão, passará por obras de drenagem a partir de novembro.

Serão investidos R$ 80 milhões na canalização - que é a retificação do curso do rio - e a intervenção ficará a cargo do governo estadual.

Do montante, R$ 64 milhões serão financiados junto à Caixa Econômica Federal pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e o restante, R$ 16 milhões, serão recursos do orçamento próprio do Estado.

A canalização do Oratório é fruto de um termo de cooperação entre o governo federal e o Estado de São Paulo para obras de drenagem. "O córrego precisa ser recuperado para resolver o problema de enchentes e recuperar a área em termos paisagísticos e de salubridade ambiental, pois passa por municípios densamente povoados", aponta a secretária de Saneamento e Energia do Estado, Dilma Seli Pena.

Segundo a secretária, o Córrego Oratório foi escolhido por sua importância na Grande São Paulo além de integrar o Plano de Macrodrenagem da Região Metropolitana. "Dentro do plano, primeiro de tudo foi feito o rebaixamento da calha (do Oratório); paralelamente iniciou-se a despoluição do Rio Tietê (que visa limpar águas urbanas) num trabalho entre Sabesp e Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado)", informa Dilma.

O projeto executivo para as obras está pronto. A previsão é que o contrato de financiamento com a Caixa seja assinado entre 60 e 90 dias.

Perfil - O Córrego Oratório é um dos inúmeros afluentes do Rio Tamanduateí. As inundações provocadas pelo curso d'água deram margem à construção de dois piscinões na região e na Capital para conter a vazão nos últimos dez anos. Além dos três municípios do Grande ABC, o rio passa ainda por parte do município de São Paulo.

Um dos piscinões leva o nome do córrego, Oratório, e fica na divisa entre Santo André e São Paulo. O outro reservatório voltado ao córrego, o AO-1, fica no Jardim Sônia Maria, em Mauá.

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