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Tumulto marca concurso público em Santo André

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

22/06/2009 | 07:00


Uma confusão se instaurou durante o concurso público do Hospital Municipal Universitário de São Bernardo, realizado na tarde de domingo nos dois campi da Faculdade Anhanguera, em Santo André. Parte dos inscritos não conseguiu entrar no local para fazer a prova.

Segundo eles, o tumulto começou quando funcionários do Instituto Quadrix de Tecnologia e Responsabilidade Social, responsável pelo processo seletivo, fecharam as portas da faculdade antes das 14h, prazo final para chegada dos participantes.

"Tinha mais de 60 pessoas para fora. É um absurdo", indigna-se a jornalista Luciana Gagize Delatorre, 37 anos, que esteva no campus da Avenida Doutor Alberto Benedetti.

Muitas pessoas alegam ter perdido tempo devido à dificuldade em achar a sala em que fariam o teste. "Fiquei 20 minutos de um prédio para o outro tentando encontrar. Ninguém sabia informar qual era o local", diz a nutricionista Letícia de Paula, 23. Ela afirma que chegou na faculdade às 13h35.

Mary Hellen Santos Lima, 30, alega ter sido agredida por um funcionário da Quadrix. Ela concorreria à uma vaga de recepcionista. "Fui entrar no prédio com outras pessoas. Um homem deixou elas entrarem e fechou a porta no meu braço."

Os inscritos que não participaram do processo seletivo afirmam que procurarão a Justiça para que a prova seja cancelada.

Bagunça - Até mesmo quem conseguiu realizar o teste ficou insatisfeito com a desorganização do processo seletivo. "Já prestei outros concursos, mas nunca foi assim. Na sala, não tinha corredor entre as carteiras. Estava todo mundo muito junto", diz uma mulher que não quis se identificar.

Luzia Leo, 55, e Magnólia Maria Mendes de Araújo, 52, inscreveram-se para concorrer às vagas de assistente social, porém, receberam uma prova destinada a nutricionistas. "Logo que percebemos, reclamamos com o fiscal da sala. Às 16h, o funcionário declarou que nada poderia ser feito e que procurássemos nossos direitos. É lamentável", afirma Luzia.

A prova que o ocorreu domingo é a primeira fase do processo seletivo para preenchimento de aproximadamente 1.000 vagas divididas em 51 cargos. As inscrições custavam R$ 25 para profissionais em nível Fundamental, R$ 35 para nível Médio e R$ 50 para nível Superior.

A reportagem procurou o representante do Instituto Quadrix no local, mas não foi atendida. O Diário também tentou entrar em contato com a empresa pelo telefone, mas não obteve sucesso. Até o fechamento da edição, nenhum responsável pelo concurso entrou em contato com o jornal.



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Tumulto marca concurso público em Santo André

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

22/06/2009 | 07:00


Uma confusão se instaurou durante o concurso público do Hospital Municipal Universitário de São Bernardo, realizado na tarde de domingo nos dois campi da Faculdade Anhanguera, em Santo André. Parte dos inscritos não conseguiu entrar no local para fazer a prova.

Segundo eles, o tumulto começou quando funcionários do Instituto Quadrix de Tecnologia e Responsabilidade Social, responsável pelo processo seletivo, fecharam as portas da faculdade antes das 14h, prazo final para chegada dos participantes.

"Tinha mais de 60 pessoas para fora. É um absurdo", indigna-se a jornalista Luciana Gagize Delatorre, 37 anos, que esteva no campus da Avenida Doutor Alberto Benedetti.

Muitas pessoas alegam ter perdido tempo devido à dificuldade em achar a sala em que fariam o teste. "Fiquei 20 minutos de um prédio para o outro tentando encontrar. Ninguém sabia informar qual era o local", diz a nutricionista Letícia de Paula, 23. Ela afirma que chegou na faculdade às 13h35.

Mary Hellen Santos Lima, 30, alega ter sido agredida por um funcionário da Quadrix. Ela concorreria à uma vaga de recepcionista. "Fui entrar no prédio com outras pessoas. Um homem deixou elas entrarem e fechou a porta no meu braço."

Os inscritos que não participaram do processo seletivo afirmam que procurarão a Justiça para que a prova seja cancelada.

Bagunça - Até mesmo quem conseguiu realizar o teste ficou insatisfeito com a desorganização do processo seletivo. "Já prestei outros concursos, mas nunca foi assim. Na sala, não tinha corredor entre as carteiras. Estava todo mundo muito junto", diz uma mulher que não quis se identificar.

Luzia Leo, 55, e Magnólia Maria Mendes de Araújo, 52, inscreveram-se para concorrer às vagas de assistente social, porém, receberam uma prova destinada a nutricionistas. "Logo que percebemos, reclamamos com o fiscal da sala. Às 16h, o funcionário declarou que nada poderia ser feito e que procurássemos nossos direitos. É lamentável", afirma Luzia.

A prova que o ocorreu domingo é a primeira fase do processo seletivo para preenchimento de aproximadamente 1.000 vagas divididas em 51 cargos. As inscrições custavam R$ 25 para profissionais em nível Fundamental, R$ 35 para nível Médio e R$ 50 para nível Superior.

A reportagem procurou o representante do Instituto Quadrix no local, mas não foi atendida. O Diário também tentou entrar em contato com a empresa pelo telefone, mas não obteve sucesso. Até o fechamento da edição, nenhum responsável pelo concurso entrou em contato com o jornal.

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