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Ambulante também acusa Havanir de cobrar 'pedágio'


Do Diário OnLine

19/11/2002 | 09:59


A deputada estadual eleita mais votada do Brasil, Havanir Nimtz (Prona), foi novamente acusada de cobrar ‘pedágio’ das pessoas que querem se filiar ao partido. Dessa vez a denúncia foi apresentada pelo vendedor ambulante Cícero José Aristides Henrique, que alega ter pago R$ 3 mil para poder se candidatar ao cargo de deputado estadual.

Segundo reportagem da Rede Globo, Cícero diz que o valor de R$ 3 mil se refere a uma contraproposta feita a Havanir, que como nos outros casos divulgados pedia R$ 5 mil de 'contribuição'. O ambulante disse ter vendido a casa para pagar o cargo e que tem até um recibo, mas que mesmo assim não recebeu as cartilhas prometidas pelo partido. Ele quer o dinheiro de volta.

A primeira denúncia foi feita há uma semana pelo microempresário Jorge Roberto Leite, de Santos. Ele apresentou uma fita, gravada ano passado, na qual Havanir lhe pede R$ 5 mil em troca de uma candidatura. Além de Jorge, um sindicalista ligado a motoboys e um mestre-de-obras , que também tentaram filiação ao Prona, confirmaram a acusação contra a vereadora.

Em entrevista à rádio CBN na quinta-feira passada, Havanir afirmou que o Prona está sendo vítima de ameaças e armações desde o final das eleições. Para ela, um grupo, que não foi identificado, está tentando desmoralizar o partido.

O Ministério Público abriu inquérito e investiga as acusações. Se constatada sua culpa, Havanir pode ser punida até mesmo com a perda do mandato para o qual se elegeu nas últimas eleições. Na Câmara uma comissão sindical também vai apurar as denúncias.



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Ambulante também acusa Havanir de cobrar 'pedágio'

Do Diário OnLine

19/11/2002 | 09:59


A deputada estadual eleita mais votada do Brasil, Havanir Nimtz (Prona), foi novamente acusada de cobrar ‘pedágio’ das pessoas que querem se filiar ao partido. Dessa vez a denúncia foi apresentada pelo vendedor ambulante Cícero José Aristides Henrique, que alega ter pago R$ 3 mil para poder se candidatar ao cargo de deputado estadual.

Segundo reportagem da Rede Globo, Cícero diz que o valor de R$ 3 mil se refere a uma contraproposta feita a Havanir, que como nos outros casos divulgados pedia R$ 5 mil de 'contribuição'. O ambulante disse ter vendido a casa para pagar o cargo e que tem até um recibo, mas que mesmo assim não recebeu as cartilhas prometidas pelo partido. Ele quer o dinheiro de volta.

A primeira denúncia foi feita há uma semana pelo microempresário Jorge Roberto Leite, de Santos. Ele apresentou uma fita, gravada ano passado, na qual Havanir lhe pede R$ 5 mil em troca de uma candidatura. Além de Jorge, um sindicalista ligado a motoboys e um mestre-de-obras , que também tentaram filiação ao Prona, confirmaram a acusação contra a vereadora.

Em entrevista à rádio CBN na quinta-feira passada, Havanir afirmou que o Prona está sendo vítima de ameaças e armações desde o final das eleições. Para ela, um grupo, que não foi identificado, está tentando desmoralizar o partido.

O Ministério Público abriu inquérito e investiga as acusações. Se constatada sua culpa, Havanir pode ser punida até mesmo com a perda do mandato para o qual se elegeu nas últimas eleições. Na Câmara uma comissão sindical também vai apurar as denúncias.

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