Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 19 de Setembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Marinho admite coligação enxuta na disputa estadual

Pré-candidato do PT ao governo do Estado avalia que sigla terá, no máximo, 3 ou 4 aliados


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

09/05/2018 | 07:00


Ex-prefeito de São Bernardo e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Luiz Marinho afirmou que a coligação petista para a disputa estadual de outubro tende a “ser enxuta”, tendo, no máximo, três ou quatro partidos no arco de alianças – o petismo segue solitário no voo próprio ao Palácio dos Bandeirantes. Por outro lado, Marinho fala em surpresas até o período das convenções. “Muita gente é afoita, afobada, sai dando notícia antes da hora. Aguardem as convenções, que serão em julho”, disse, ao sugerir possíveis mudanças partidárias de lado.

No páreo paulista, o atual governador Márcio França (PSB) declarou chance de fechar com 14 aliados, inclusive com o PCdoB, histórico aliado petista. Ex-prefeito paulistano, João Doria (PSDB) amarrou adesão do PSD e avança tratativas com o PRB. Outra alternativa cogitada no tucanato é aliança com o MDB, do ainda pré-candidato Paulo Skaf. “Creio que estamos mais preparados para fazer esse embate. São três candidatos que representam elite brasileira”, alegou Marinho, que recebeu título de cidadão andreense.

Sem citar nomes, Marinho alegou que haverá adesões que, pela primeira vez, caminharão com o PT. “É bem provável que a gente construa aliança diferente do que muitos vislumbram”, pontuou, citando suporte de movimentos sociais.

Marinho avaliou que a empreitada de outubro é a da “oportunidade do PT” ao considerar que engana-se quem faz a leitura da conjuntura com o PT vivendo sua situação mais difícil no País e no Estado. “Momento mais complicado se deu em 2014 e 2016. Em 2014, tivemos redução das nossas bancadas, não fizemos vaga de senador. Essa eleição de 2018 é processo de retomada do crescimento do partido.” 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Marinho admite coligação enxuta na disputa estadual

Pré-candidato do PT ao governo do Estado avalia que sigla terá, no máximo, 3 ou 4 aliados

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

09/05/2018 | 07:00


Ex-prefeito de São Bernardo e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Luiz Marinho afirmou que a coligação petista para a disputa estadual de outubro tende a “ser enxuta”, tendo, no máximo, três ou quatro partidos no arco de alianças – o petismo segue solitário no voo próprio ao Palácio dos Bandeirantes. Por outro lado, Marinho fala em surpresas até o período das convenções. “Muita gente é afoita, afobada, sai dando notícia antes da hora. Aguardem as convenções, que serão em julho”, disse, ao sugerir possíveis mudanças partidárias de lado.

No páreo paulista, o atual governador Márcio França (PSB) declarou chance de fechar com 14 aliados, inclusive com o PCdoB, histórico aliado petista. Ex-prefeito paulistano, João Doria (PSDB) amarrou adesão do PSD e avança tratativas com o PRB. Outra alternativa cogitada no tucanato é aliança com o MDB, do ainda pré-candidato Paulo Skaf. “Creio que estamos mais preparados para fazer esse embate. São três candidatos que representam elite brasileira”, alegou Marinho, que recebeu título de cidadão andreense.

Sem citar nomes, Marinho alegou que haverá adesões que, pela primeira vez, caminharão com o PT. “É bem provável que a gente construa aliança diferente do que muitos vislumbram”, pontuou, citando suporte de movimentos sociais.

Marinho avaliou que a empreitada de outubro é a da “oportunidade do PT” ao considerar que engana-se quem faz a leitura da conjuntura com o PT vivendo sua situação mais difícil no País e no Estado. “Momento mais complicado se deu em 2014 e 2016. Em 2014, tivemos redução das nossas bancadas, não fizemos vaga de senador. Essa eleição de 2018 é processo de retomada do crescimento do partido.” 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;