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América fica toda vermelha com bi do Internacional

O Colorado derrotou Chivas de virada por 3 a 2, no
Beira-Rio, e conquista a Copa Libertadores da América


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

19/08/2010 | 00:21


A América está mais uma vez pintada de vermelho. O Internacional venceu o Chivas, por 3 a 2, ontem à noite, no Beira-Rio, e sagrou-se bicampeçao da Copa Libertadores, em campanha que somou sete vitórias, três empates e três derrotas.

A conquista foi um prêmio, sobretudo, ao técnico Celso Roth, que pela primeira vez conquista um título de grande notoriedade - até então não ia além de estaduais. Apesar de ter chegado ao clube para as semifinais contra o São Paulo (em substituição a Jorge Fossatti), deu novo ânimo ao time, principalmente ao jovem Taison, fundamental nos jogos contra o Tricolor e no primeiro jogo ante o Chivas, no México.

E, coincidência ou não, foi em razão de alterações feitas pelo treinador que o Inter chegou ao bi. A primeira delas, antes mesmo de começar o jogo, quando optou por Rafael Sóbis no lugar do machucado, artilheiro e xodó da torcida Alecsandro. Depois, ao apostar no jovem Leandro Damião (justamente no lugar de Sóbis), autor do gol da virada - Giuliano ainda marcou o terceiro.

O Internacional mandou no jogo todo. Na primeira etapa, no entanto, esbarrou na ansiedade de tentar marcar o primeiro gol rapidamente. Foi assim, por exemplo, nas chances desperdiçadas por Taison, D'Alessandro e Bolívar.

Mas quem encontrou a rede primeiro foi o time mexicano, na única chance clara de gol que teve. Omar Bravo recebeu lançamento na área, ajeitou de cabeça e Fabián bateu, de virada, marcando um lindo gol e calando o Beira-Rio, que foi tomado pela apreensão.

O gol afetou inclusive os jogadores da equipe gaúcha, que voltaram para o segundo tempo ainda mais nervosos. Mas quando Tinga passou a Kléber, que lançou Rafael Sóbis e o atacante abriu o placar, o estádio explodiu de alegria e o futebol interista fluiu.

A pressão colorada era inevitável e, aos 31, Leandro Damião correu 51 metros desde o meio-de-campo até a área do goleiro Luis Michel e bateu na saída do camisa um do Chivas, ampliando em favor do Inter.

Com a situação, o nervosismo mudou de lado e Arellano foi expulso. Com um a mais, o Colorado marcou o terceiro: Giuliano recebeu na área e bateu por sobre Luis Michel: 3 a 1. Na pressão, Araújo ainda descontou, mas já era tarde.



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América fica toda vermelha com bi do Internacional

O Colorado derrotou Chivas de virada por 3 a 2, no
Beira-Rio, e conquista a Copa Libertadores da América

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

19/08/2010 | 00:21


A América está mais uma vez pintada de vermelho. O Internacional venceu o Chivas, por 3 a 2, ontem à noite, no Beira-Rio, e sagrou-se bicampeçao da Copa Libertadores, em campanha que somou sete vitórias, três empates e três derrotas.

A conquista foi um prêmio, sobretudo, ao técnico Celso Roth, que pela primeira vez conquista um título de grande notoriedade - até então não ia além de estaduais. Apesar de ter chegado ao clube para as semifinais contra o São Paulo (em substituição a Jorge Fossatti), deu novo ânimo ao time, principalmente ao jovem Taison, fundamental nos jogos contra o Tricolor e no primeiro jogo ante o Chivas, no México.

E, coincidência ou não, foi em razão de alterações feitas pelo treinador que o Inter chegou ao bi. A primeira delas, antes mesmo de começar o jogo, quando optou por Rafael Sóbis no lugar do machucado, artilheiro e xodó da torcida Alecsandro. Depois, ao apostar no jovem Leandro Damião (justamente no lugar de Sóbis), autor do gol da virada - Giuliano ainda marcou o terceiro.

O Internacional mandou no jogo todo. Na primeira etapa, no entanto, esbarrou na ansiedade de tentar marcar o primeiro gol rapidamente. Foi assim, por exemplo, nas chances desperdiçadas por Taison, D'Alessandro e Bolívar.

Mas quem encontrou a rede primeiro foi o time mexicano, na única chance clara de gol que teve. Omar Bravo recebeu lançamento na área, ajeitou de cabeça e Fabián bateu, de virada, marcando um lindo gol e calando o Beira-Rio, que foi tomado pela apreensão.

O gol afetou inclusive os jogadores da equipe gaúcha, que voltaram para o segundo tempo ainda mais nervosos. Mas quando Tinga passou a Kléber, que lançou Rafael Sóbis e o atacante abriu o placar, o estádio explodiu de alegria e o futebol interista fluiu.

A pressão colorada era inevitável e, aos 31, Leandro Damião correu 51 metros desde o meio-de-campo até a área do goleiro Luis Michel e bateu na saída do camisa um do Chivas, ampliando em favor do Inter.

Com a situação, o nervosismo mudou de lado e Arellano foi expulso. Com um a mais, o Colorado marcou o terceiro: Giuliano recebeu na área e bateu por sobre Luis Michel: 3 a 1. Na pressão, Araújo ainda descontou, mas já era tarde.

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