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'Amores dissecados' em nova visão

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Karla Machado
Do Diário do Grande ABC

19/08/2010 | 07:05


Repaginada, a peça Amores Dissecados retorna ao Grande ABC amanhã para apresentação única na Livraria Alpharrabio (Rua Dr. Eduardo Monteiro, 151, Santo André. Tel.: 4438-4358). O espetáculo tem início às 20h e os ingressos inteiros custam R$ 20.

A peça, que ficou em cartaz de 2005 a 2008, recebe novas histórias e novo elenco. "Basicamente, tiramos as cenas que não transmitem mais as mensagens que gostaríamos de passar sobre o amor. Até porque todos estamos em processo constante de mudança e o que era verdade pra gente alguns anos atrás, hoje não é mais", resume Marcos Lemes, diretor da produção.

A montagem formada por 25 pequenas histórias explora variadas formas de amor, resultado de mais de um ano de pesquisa. No palco, quatro atores se revezam nas cenas que abordam encontros, desencontros, solidão, paixões desenfreadas e situações cotidianas na vida de um casal.

O público, restrito a 40 pessoas, senta junto com o elenco em uma arena, proporcionando um ambiente intimista. "As pessoas ficam tão perto que são capazes de sentir nosso perfume e perceber qualquer deslize", analisa Valmir Martins, único ator que restou da formação original. "A gente trabalha com a sutileza para tornar a peça o mais verossímil possível. Não usamos interpretações cheias de movimentos bruscos", acrescenta Lemes.

Quando tiveram início os primeiros esboços do espetáculo, a intenção era contar apenas uma história. A mudança de rumo veio após o diretor se dar conta de que o assunto é inesgotável e permite muitas maneiras de abordagem. "Tanto é que todas as peças que produzi após Amores Dissecados, sem exceção, fazem alguma menção ao tema", observa Lemes.

Tamanha é a universalidade do sentimento que a identificação do público é imediata. "Uns se veem na cena em que o protagonista bebe porque perdeu alguém ou lembram de algum caso próximo de traição na parte que aborda esse assunto. O fato é que sempre se ouve: eu já vivi aquilo", diz o diretor.



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