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Mauá ignora irregularidades na Ayrton Senna

Tiago Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

01/02/2012 | 07:00


Sem fiscalização, motoristas continuam a fazer conversões proibidas para acessar a Jacu-Pêssego, em Mauá. O problema ocorre no trevo incompleto da Avenida Ayrton Senna da Silva, no Jardim Oratório. Quem trafega no sentido bairro da via não tem opção de entrada para a Jacu-Pêssego e, dessa forma, tem de fazer manobras perigosas, como percorrer trecho na contramão.

Apesar de a Prefeitura de Mauá ter prometido que iria colocar fiscais no local para impedir as irregularidades, a equipe do Diário esteve no bairro na tarde de ontem e continuou a flagrar motoristas fazendo as conversões proibidas. Em 30 minutos, cerca de 120 veículos entraram na alça de acesso de forma ilegal.

"Não veio ninguém da Prefeitura, não. Pelo contrário. Isso aqui continua largado, como sempre esteve", lamenta o vendedor Eduardo Bezerra, 48 anos.

O também vendedor José Airton da Silva, 24, acrescenta que não há orientações sobre alternativas ao trecho perigoso. "Quem não é daqui não sabe como fazer", salienta. O motorista que quiser fazer o retorno sem infringir a legislação de trânsito deve percorrer 1,5 quilômetro e fazer a volta em frente a uma indústria do setor químico.

Para acessar a alça que dá acesso à pista sentido Capital, os motoristas percorrem a contramão em alta velocidade, aumentando o risco de colisões e capotamentos. Por ser via estreita, a fila de veículos que aguardam para fazer o retorno proibido prejudica a circulação geral.

RESPONSABILIDADE

Prefeitura de Mauá e Dersa, empresa que construiu a Jacu-Pêssego e o Trecho Sul do Rodoanel, jogam uma para a outra a responsabilidade pela falta de acessos. A Dersa reiterou ontem que cumpriu as obras previstas no projeto e que não há outras intervenções previstas para o local.

A administração municipal afirmou que, por enquanto, não tem previsão de instalar novos equipamentos no local, como semáforos ou a ampliação do canteiro central. "Uma intervenção efetiva depende de projeto de médio prazo - que consiste em contagem de veículos, verificação das condições de segurança e de uma série de outros fatores", afirmou a administração.



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