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Valor da Nossa Caixa ainda não foi definido



20/11/2008 | 07:00


A decisão de compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil já foi tomada, mas o preço do negócio e a forma de pagamento ainda não estão fechados, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de participar, no Palácio do Planalto, de reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, José Serra. "Falta definir valor geral, que condições o negócio vai ser feito e quais são os ativos que permanecem. São questões meramente técnicas", disse Mantega.

Apesar da forte especulação no mercado financeiro gerada pelo encontro, Lula e Serra não anunciaram o fechamento do acordo. Preocupado com as implicações legais junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de um vazamento de informações antes da comunicação de fato relevante ao mercado, o governador afirmou que a negociação não está sendo levada no "plano político", e caberá ao BB e ao banco paulista o anúncio da venda. "Este é um assunto delicado porque envolve mercado de ações e CVM. Não cabe, em instância política, tomar esta decisão", ponderou o governador.

Segundo Mantega, o governo não está esperando a aprovação da Medida Provisória 443 para bater o martelo no negócio. A MP autoriza o BB e a Caixa a comprarem instituições financeiras públicas sem licitação, o que facilita o fechamento da operação. Serra e Mantega fizeram questão de dar entrevistas juntos, após encontro com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, para defender uma proposta de prorrogação do pagamento do Simples. Antes do encontro com o presidente, Serra e o secretário de Fazenda do Estado, Mauro Ricardo, tiveram uma reunião reservada com Mantega no Ministério da Fazenda.



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Valor da Nossa Caixa ainda não foi definido


20/11/2008 | 07:00


A decisão de compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil já foi tomada, mas o preço do negócio e a forma de pagamento ainda não estão fechados, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de participar, no Palácio do Planalto, de reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, José Serra. "Falta definir valor geral, que condições o negócio vai ser feito e quais são os ativos que permanecem. São questões meramente técnicas", disse Mantega.

Apesar da forte especulação no mercado financeiro gerada pelo encontro, Lula e Serra não anunciaram o fechamento do acordo. Preocupado com as implicações legais junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de um vazamento de informações antes da comunicação de fato relevante ao mercado, o governador afirmou que a negociação não está sendo levada no "plano político", e caberá ao BB e ao banco paulista o anúncio da venda. "Este é um assunto delicado porque envolve mercado de ações e CVM. Não cabe, em instância política, tomar esta decisão", ponderou o governador.

Segundo Mantega, o governo não está esperando a aprovação da Medida Provisória 443 para bater o martelo no negócio. A MP autoriza o BB e a Caixa a comprarem instituições financeiras públicas sem licitação, o que facilita o fechamento da operação. Serra e Mantega fizeram questão de dar entrevistas juntos, após encontro com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, para defender uma proposta de prorrogação do pagamento do Simples. Antes do encontro com o presidente, Serra e o secretário de Fazenda do Estado, Mauro Ricardo, tiveram uma reunião reservada com Mantega no Ministério da Fazenda.

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