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Medo de dirigir afeta seis em cada 100 pessoas

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

01/12/2008 | 07:01


O fato de se obter uma carteira de motorista nem sempre é suficiente para habilitar o condutor do veículo a enfrentar o trânsito de grandes cidades e, muitas vezes, o próprio automóvel. Pânico, insegurança e inexperiência são sintomas que levam muitas pessoas a abandonarem seus carros estacionados na garagem e se limitarem à condução coletiva, táxi ou carona. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a cada 100 pessoas que são habilitadas, seis têm medo de dirigir.

A causa do medo excessivo pode vir de histórico de traumas ou de má formação técnica que não permite ao motorista se sentir seguro. Dificuldade em estacionar em pequenos espaços ou dirigir em grandes avenidas, estradas, ladeiras ou em qualquer lugar em que se tenha de usar outras marchas se não a primeira e a segunda são as desculpas que quem tem medo de dirigir encontra para justificar a fobia.

A psicóloga e instrutora de auto-escola Cecília Bellina é especializada em curar pessoas que têm medo de dirigir. Há 15 anos atuando nessa área, mas há mais de 20 pesquisando sobre o medo, ela afirma que já ajudou mais de 20 mil pessoas. "A principal ansiedade não é entrar no carro e sair dirigindo, mas sim ser criticado e errar na frente dos outros. O problema é a fobia social e não o carro", explica.

Das 900 pessoas que Cecília atende atualmente em 14 unidades de sua clínica espalhadas pelo Brasil, 15% são homens. "Esse número só não é maior porque percebo que os homens são mais persistentes. A mulher, no entanto, desiste mais fácil. Mas a fobia se desencadeia em qualquer um. O grau de dificuldade é igual para o homem e para a mulher."

Para a psicóloga, o medo tem de ser enfrentado quando atrapalha as vidas social e pessoal. "Esse sentimento foi feito para proteger as pessoas. A partir do momento em que ele começa a atrapalhar, enfrente-o com ou sem ajuda."



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Medo de dirigir afeta seis em cada 100 pessoas

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

01/12/2008 | 07:01


O fato de se obter uma carteira de motorista nem sempre é suficiente para habilitar o condutor do veículo a enfrentar o trânsito de grandes cidades e, muitas vezes, o próprio automóvel. Pânico, insegurança e inexperiência são sintomas que levam muitas pessoas a abandonarem seus carros estacionados na garagem e se limitarem à condução coletiva, táxi ou carona. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a cada 100 pessoas que são habilitadas, seis têm medo de dirigir.

A causa do medo excessivo pode vir de histórico de traumas ou de má formação técnica que não permite ao motorista se sentir seguro. Dificuldade em estacionar em pequenos espaços ou dirigir em grandes avenidas, estradas, ladeiras ou em qualquer lugar em que se tenha de usar outras marchas se não a primeira e a segunda são as desculpas que quem tem medo de dirigir encontra para justificar a fobia.

A psicóloga e instrutora de auto-escola Cecília Bellina é especializada em curar pessoas que têm medo de dirigir. Há 15 anos atuando nessa área, mas há mais de 20 pesquisando sobre o medo, ela afirma que já ajudou mais de 20 mil pessoas. "A principal ansiedade não é entrar no carro e sair dirigindo, mas sim ser criticado e errar na frente dos outros. O problema é a fobia social e não o carro", explica.

Das 900 pessoas que Cecília atende atualmente em 14 unidades de sua clínica espalhadas pelo Brasil, 15% são homens. "Esse número só não é maior porque percebo que os homens são mais persistentes. A mulher, no entanto, desiste mais fácil. Mas a fobia se desencadeia em qualquer um. O grau de dificuldade é igual para o homem e para a mulher."

Para a psicóloga, o medo tem de ser enfrentado quando atrapalha as vidas social e pessoal. "Esse sentimento foi feito para proteger as pessoas. A partir do momento em que ele começa a atrapalhar, enfrente-o com ou sem ajuda."

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