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Sem parecer de comissão, Orçamento é adiado


Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

30/11/2012 | 07:00


A falta de parecer da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara adiou ontem a votação da LOA (Lei Orçamentária Anual), que prevê R$ 2,4 bilhões aos cofres da Prefeitura de Santo André em 2013. O fato ocorreu quando o presidente da Casa, José de Araújo (PMDB), solicitou o aval do grupo, mas, como somente um dos três vereadores estava presente, o peemedebista não deu continuidade à apreciação da matéria.

Para iniciar a votação da peça, Araújo necessitava do aval das Comissões de Redação e Justiça e, em seguida, de Finanças e Orçamento. O único presente do último bloco era Donizeti Pereira (PV) - Sargento Juliano (PMDB) e Toninho de Jesus (DEM) se ausentaram do plenário.

Antes mesmo de a sessão se encerrar, o gabinete de Juliano, presente na sessão minutos antes, encontrava-se às escuras. Por sua vez, Toninho voltou logo depois ao plenário, alegando problemas de saúde na hora da votação. "Estava no Hospital São Cristóvão, pois passei mal", alegou.

Com isso, Araújo convocou sessão extraordinária para terça-feira, a última antes do recesso, para a votação do Orçamento em dois turnos e a discussão sobre 65 emendas.

A equipe do Diário buscou contato com Juliano, mas não obteve retorno.

 

PROTESTO

Após receberem apenas 50% do pagamento das horas extras, os servidores públicos protestaram em frente à Prefeitura e em seguida se dirigiram à Câmara, durante a sessão. Os funcionários buscaram ajuda do Parlamento e exigiram posicionamento dos vereadores, principalmente do líder do governo Aidan Ravin (PTB), Ailton Lima (PTB).

O petebista apontou a redução de repasses do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para justificar a falta de pagamento da metade das horas extras. "O repasse do Fundeb tem caído e o Tesouro (Municipal) teve de tirar dinheiro para pagar os professores. Então tirou de um para repor o outro. Mas o governo está se esforçando para pagar esse prejuízo", garantiu.

 

LUOPS

Enviado pela Prefeitura no dia 27, a Loups (Lei de Uso e Ocupação do Solo) não será votada neste ano, apesar da pressa do governo. A matéria foi encaminhada para análise das comissões da Câmara e está prevista para entrar na pauta somente em 28 de fevereiro, já com a futura legislatura em vigor.

 



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Sem parecer de comissão, Orçamento é adiado

Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

30/11/2012 | 07:00


A falta de parecer da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara adiou ontem a votação da LOA (Lei Orçamentária Anual), que prevê R$ 2,4 bilhões aos cofres da Prefeitura de Santo André em 2013. O fato ocorreu quando o presidente da Casa, José de Araújo (PMDB), solicitou o aval do grupo, mas, como somente um dos três vereadores estava presente, o peemedebista não deu continuidade à apreciação da matéria.

Para iniciar a votação da peça, Araújo necessitava do aval das Comissões de Redação e Justiça e, em seguida, de Finanças e Orçamento. O único presente do último bloco era Donizeti Pereira (PV) - Sargento Juliano (PMDB) e Toninho de Jesus (DEM) se ausentaram do plenário.

Antes mesmo de a sessão se encerrar, o gabinete de Juliano, presente na sessão minutos antes, encontrava-se às escuras. Por sua vez, Toninho voltou logo depois ao plenário, alegando problemas de saúde na hora da votação. "Estava no Hospital São Cristóvão, pois passei mal", alegou.

Com isso, Araújo convocou sessão extraordinária para terça-feira, a última antes do recesso, para a votação do Orçamento em dois turnos e a discussão sobre 65 emendas.

A equipe do Diário buscou contato com Juliano, mas não obteve retorno.

 

PROTESTO

Após receberem apenas 50% do pagamento das horas extras, os servidores públicos protestaram em frente à Prefeitura e em seguida se dirigiram à Câmara, durante a sessão. Os funcionários buscaram ajuda do Parlamento e exigiram posicionamento dos vereadores, principalmente do líder do governo Aidan Ravin (PTB), Ailton Lima (PTB).

O petebista apontou a redução de repasses do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para justificar a falta de pagamento da metade das horas extras. "O repasse do Fundeb tem caído e o Tesouro (Municipal) teve de tirar dinheiro para pagar os professores. Então tirou de um para repor o outro. Mas o governo está se esforçando para pagar esse prejuízo", garantiu.

 

LUOPS

Enviado pela Prefeitura no dia 27, a Loups (Lei de Uso e Ocupação do Solo) não será votada neste ano, apesar da pressa do governo. A matéria foi encaminhada para análise das comissões da Câmara e está prevista para entrar na pauta somente em 28 de fevereiro, já com a futura legislatura em vigor.

 

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