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Longa conta história do pai do vibrador



Do Diário do Grande ABC

09/11/2012 | 07:00


Ainda no tempo em que as mulheres podiam ser diagnosticadas com histeria, um trio de homens cheio de ideias e cansados de pôr a mão na massa inventou uma máquina que pudesse aplacar a fúria feminina. Assim surgiu o pai do vibrador, como mostra Histeria, que estreia hoje na Capital.

Protagonizado por Maggie Gyllenhaal, a comédia romântica dirigida por Tanya Wexler se passa em Londres dos anos 1880. Dois médicos interpretados por Hugh Dancy e Jonathan Pryce se unem ao personagem de Rupert Everett, um apaixonado pelo funcionamento das máquinas, para criar um aparelho responsável por substituir suas mãos exaustas das massagens pélvicas que eram recomendadas a pacientes histéricas.
 
O projeto, que se assimilava a um espanador giratório, fez sucesso entre a mulherada da época. E evoluiu ao longo dos tempos - assim como as opiniões sobre a saúde feminina e a ideia de histeria, que não é mais praticada na medicina há décadas - para o que chamamos hoje de vibrador elétrico.



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Longa conta história do pai do vibrador


Do Diário do Grande ABC

09/11/2012 | 07:00


Ainda no tempo em que as mulheres podiam ser diagnosticadas com histeria, um trio de homens cheio de ideias e cansados de pôr a mão na massa inventou uma máquina que pudesse aplacar a fúria feminina. Assim surgiu o pai do vibrador, como mostra Histeria, que estreia hoje na Capital.

Protagonizado por Maggie Gyllenhaal, a comédia romântica dirigida por Tanya Wexler se passa em Londres dos anos 1880. Dois médicos interpretados por Hugh Dancy e Jonathan Pryce se unem ao personagem de Rupert Everett, um apaixonado pelo funcionamento das máquinas, para criar um aparelho responsável por substituir suas mãos exaustas das massagens pélvicas que eram recomendadas a pacientes histéricas.
 
O projeto, que se assimilava a um espanador giratório, fez sucesso entre a mulherada da época. E evoluiu ao longo dos tempos - assim como as opiniões sobre a saúde feminina e a ideia de histeria, que não é mais praticada na medicina há décadas - para o que chamamos hoje de vibrador elétrico.

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