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Presa suposta quadrilha que estorquia vítimas por telefone


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

27/07/2005 | 08:18


A polícia prendeu nesta terça-feira em Mauá dois acusados de extorsão. Heleno Alves Xaleta Neto, 25 anos, e Anderson Moreira Gomes, 25, são suspeitos de aplicar o golpe do falso seqüestro por telefone. Os supostos criminosos ligavam para determinada pessoa alegando ter um parente da família contatada como refém. Pediam o resgate, a ser pago por meio de depósito bancário. O dinheiro costumava estar na conta dos criminosos quando a família em questão percebe que a pessoa mencionada estava em liberdade.

Outro homem, Carlos Donizete da Silva Júnior, 24 anos, conseguiu fugir da polícia. A casa que funcionaria como uma espécie de central telefônica do crime fica no Jardim Silvia Maria, em Mauá. No local, foram encontrados sete telefones celulares e um aparelho de fax. Também foram apreendidos documentos. Entre os quais, comprovantes de transferências bancárias, cheques e anotações.

A prisão dos dois suspeitos é resultado de uma ligação para o disque-denúncia. A ocorrência foi atendida por policiais militares e investigadores da Delegacia Anti-seqüestro, de Santo André. A denúncia dava conta de que o local onde ficava a central telefônica servia também de cativeiro. No entanto, no local foram encontrados apenas evidências da central telefônica.

Os suspeitos tentaram fugir da polícia. Na perseguição, um dos homens foi encontrado pela PM e o outro pela Polícia Civil. Um dos detidos, Anderson Moreira Gomes, já ficou preso por roubo. Entre os documentos encontrados com ele, havia um alvará de soltura.

O próximo passo da polícia é analisar os documentos encontrados para saber quantas vítimas o grupo teria feito. Em folhas de fax, estavam nomes de possíveis vítimas com dados pessoais, como idade, profissão e endereço das pessoas, afirmam policiais. Agora, será investigado como os homens conseguiam as informações privilegiadas.

Segundo os investigadores da Anti-seqüestro, até o fechamento desta edição, nenhuma vítima dos criminosos foi identificada.



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Presa suposta quadrilha que estorquia vítimas por telefone

Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

27/07/2005 | 08:18


A polícia prendeu nesta terça-feira em Mauá dois acusados de extorsão. Heleno Alves Xaleta Neto, 25 anos, e Anderson Moreira Gomes, 25, são suspeitos de aplicar o golpe do falso seqüestro por telefone. Os supostos criminosos ligavam para determinada pessoa alegando ter um parente da família contatada como refém. Pediam o resgate, a ser pago por meio de depósito bancário. O dinheiro costumava estar na conta dos criminosos quando a família em questão percebe que a pessoa mencionada estava em liberdade.

Outro homem, Carlos Donizete da Silva Júnior, 24 anos, conseguiu fugir da polícia. A casa que funcionaria como uma espécie de central telefônica do crime fica no Jardim Silvia Maria, em Mauá. No local, foram encontrados sete telefones celulares e um aparelho de fax. Também foram apreendidos documentos. Entre os quais, comprovantes de transferências bancárias, cheques e anotações.

A prisão dos dois suspeitos é resultado de uma ligação para o disque-denúncia. A ocorrência foi atendida por policiais militares e investigadores da Delegacia Anti-seqüestro, de Santo André. A denúncia dava conta de que o local onde ficava a central telefônica servia também de cativeiro. No entanto, no local foram encontrados apenas evidências da central telefônica.

Os suspeitos tentaram fugir da polícia. Na perseguição, um dos homens foi encontrado pela PM e o outro pela Polícia Civil. Um dos detidos, Anderson Moreira Gomes, já ficou preso por roubo. Entre os documentos encontrados com ele, havia um alvará de soltura.

O próximo passo da polícia é analisar os documentos encontrados para saber quantas vítimas o grupo teria feito. Em folhas de fax, estavam nomes de possíveis vítimas com dados pessoais, como idade, profissão e endereço das pessoas, afirmam policiais. Agora, será investigado como os homens conseguiam as informações privilegiadas.

Segundo os investigadores da Anti-seqüestro, até o fechamento desta edição, nenhuma vítima dos criminosos foi identificada.

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