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Aids no mundo


Do Diário do Grande ABC

29/11/2009 | 07:00


O número assusta: 33,4 milhões de pessoas tinham HIV no mundo em 2008, segundo relatório do Unaids (programa da ONU sobre HIV/Aids), divulgado dia 24. Do total, 2,1 milhões tinham menos de 15 anos. A maioria foi infectada ao nascer, pela mãe soropositivo. No Brasil, a epidemia cresce no interior e diminui nos centros urbanos. Calcula-se que existam hoje 630 mil brasileiros com a doença.

A Aids é capaz de devastar populações, principalmente as mais pobres, sem acesso à informação, prevenção e tratamento. Não há lugar em que tenha feito tantas vítimas quanto na África Subsaariana, região ao Sul do deserto do Saara onde ficam 47 países. A cada 100 infectados, 67 vivem lá. Não bastasse, ao longo de quase três décadas, a doença deixou mais de 14 milhões de órfãos.

Esses locais, que também sofrem com a miséria e os conflitos étnicos, recebem o maior número de ajuda de organizações não-governamentais empenhadas no combate à Aids. Artistas internacionais também se envolvem com a causa. Madonna, por exemplo, adotou no Malauí (país africano pobre) David Banda e Mercy James, que perderam as mães vítimas da doença.

Apesar de os números ainda serem altos, os esforços no combate à doença mostram resultados. A contaminação pelo HIV está caindo em todo o planeta. República Dominicana, Tanzânia e Zâmbia tiveram os melhores resultados graças ao investimento em prevenção.


Isolados - Uma medida do governo do Camboja, adotada neste ano, despertou a atenção de organizações internacionais de direitos humanos. Famílias com HIV são retiradas das casas e levadas a um local afastado, conhecido como colônia da Aids.

A atitude é considerada discriminatória. Além de ser isolado, o lugar não tem infraestrutura, emprego e atendimento médico. O governo contesta e diz que está tentando oferecer-lhes melhores condições de vida.



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Aids no mundo

Do Diário do Grande ABC

29/11/2009 | 07:00


O número assusta: 33,4 milhões de pessoas tinham HIV no mundo em 2008, segundo relatório do Unaids (programa da ONU sobre HIV/Aids), divulgado dia 24. Do total, 2,1 milhões tinham menos de 15 anos. A maioria foi infectada ao nascer, pela mãe soropositivo. No Brasil, a epidemia cresce no interior e diminui nos centros urbanos. Calcula-se que existam hoje 630 mil brasileiros com a doença.

A Aids é capaz de devastar populações, principalmente as mais pobres, sem acesso à informação, prevenção e tratamento. Não há lugar em que tenha feito tantas vítimas quanto na África Subsaariana, região ao Sul do deserto do Saara onde ficam 47 países. A cada 100 infectados, 67 vivem lá. Não bastasse, ao longo de quase três décadas, a doença deixou mais de 14 milhões de órfãos.

Esses locais, que também sofrem com a miséria e os conflitos étnicos, recebem o maior número de ajuda de organizações não-governamentais empenhadas no combate à Aids. Artistas internacionais também se envolvem com a causa. Madonna, por exemplo, adotou no Malauí (país africano pobre) David Banda e Mercy James, que perderam as mães vítimas da doença.

Apesar de os números ainda serem altos, os esforços no combate à doença mostram resultados. A contaminação pelo HIV está caindo em todo o planeta. República Dominicana, Tanzânia e Zâmbia tiveram os melhores resultados graças ao investimento em prevenção.


Isolados - Uma medida do governo do Camboja, adotada neste ano, despertou a atenção de organizações internacionais de direitos humanos. Famílias com HIV são retiradas das casas e levadas a um local afastado, conhecido como colônia da Aids.

A atitude é considerada discriminatória. Além de ser isolado, o lugar não tem infraestrutura, emprego e atendimento médico. O governo contesta e diz que está tentando oferecer-lhes melhores condições de vida.

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