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Dólar recua em linha com exterior, mas risco fiscal segue no radar

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


25/08/2020 | 09:59


O dólar opera em baixa nesta terça-feira, 25, sintonizado com a desvalorização externa ante divisas fortes e emergentes e ligadas a commodities. Os principais catalisadores internacionais são os progressos vistos por EUA e China no acordo comercial assinado no começo do ano e a segunda estimativa do PIB da Alemanha no segundo trimestre melhor que o esperado por analistas.

No Brasil, o IPCA-15 de agosto veio em linha com a mediana (+0,23%) e dentro do intervalo das projeções do mercado (+0,05% a +0,37%), ficando em segundo plano no câmbio. Mas, os operadores seguem atentos ao desentendimento entre o presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica em relação ao valor sugerido para o Renda Brasil, de R$ 247, considerado baixo pelo mandatário do País.

Bolsonaro repetiu que o valor do benefício deve ficar em um "meio termo" entre R$ 200 e os R$ 600 já pagos a beneficiários em cinco parcelas. Empolgado com os efeitos do auxílio emergencial na sua popularidade, Bolsonaro vê no Renda Brasil uma oportunidade de reeleição.

Nesta terça-feira, o governo vai apresentar apenas o programa Casa Verde Amarela, uma reformulação do Minha Casa, Minha Vida, como um dos "projetos prioritários para a geração de empregos" e para a retomada da economia. Deve ser anunciada a redução dos juros cobrados nos financiamentos habitacionais, principalmente para as regiões Norte e Nordeste.

Às 9h28, o dólar à vista caía 0,20%, a R$ 5,5801. O dólar futuro para setembro recuava 0,54%, a R$ 5,5825.

Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu força em cinco das sete capitais pesquisadas na terceira quadrissemana de agosto. O indicador cheio desacelerou a 0,51%, de 0,52% na quadrissemana anterior. Mas, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 10,5 pontos na passagem de julho para agosto, para 96,6 pontos, a quarta alta consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o indicador teve crescimento de 9,7 pontos.



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Dólar recua em linha com exterior, mas risco fiscal segue no radar


25/08/2020 | 09:59


O dólar opera em baixa nesta terça-feira, 25, sintonizado com a desvalorização externa ante divisas fortes e emergentes e ligadas a commodities. Os principais catalisadores internacionais são os progressos vistos por EUA e China no acordo comercial assinado no começo do ano e a segunda estimativa do PIB da Alemanha no segundo trimestre melhor que o esperado por analistas.

No Brasil, o IPCA-15 de agosto veio em linha com a mediana (+0,23%) e dentro do intervalo das projeções do mercado (+0,05% a +0,37%), ficando em segundo plano no câmbio. Mas, os operadores seguem atentos ao desentendimento entre o presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica em relação ao valor sugerido para o Renda Brasil, de R$ 247, considerado baixo pelo mandatário do País.

Bolsonaro repetiu que o valor do benefício deve ficar em um "meio termo" entre R$ 200 e os R$ 600 já pagos a beneficiários em cinco parcelas. Empolgado com os efeitos do auxílio emergencial na sua popularidade, Bolsonaro vê no Renda Brasil uma oportunidade de reeleição.

Nesta terça-feira, o governo vai apresentar apenas o programa Casa Verde Amarela, uma reformulação do Minha Casa, Minha Vida, como um dos "projetos prioritários para a geração de empregos" e para a retomada da economia. Deve ser anunciada a redução dos juros cobrados nos financiamentos habitacionais, principalmente para as regiões Norte e Nordeste.

Às 9h28, o dólar à vista caía 0,20%, a R$ 5,5801. O dólar futuro para setembro recuava 0,54%, a R$ 5,5825.

Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu força em cinco das sete capitais pesquisadas na terceira quadrissemana de agosto. O indicador cheio desacelerou a 0,51%, de 0,52% na quadrissemana anterior. Mas, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 10,5 pontos na passagem de julho para agosto, para 96,6 pontos, a quarta alta consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o indicador teve crescimento de 9,7 pontos.

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