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Em 2011 houve 80 recalls; 57 foram em veículos

Ocorrências praticamente se manteve estável ao total de 2010, quando houve 83 chamadas e 60 ou 72% foram em veículos.


Soraia Abreu Pedroso
Do Diário do Grande ABC

05/03/2012 | 07:02


No ano passado, o brasileiro ficou sujeito a 80 recalls, sendo que 57 deles ou 71,2% ocorreram em veículos. O número de ocorrências praticamente se manteve estável ao total de 2010, quando houve 83 chamadas e 60 ou 72% foram em veículos.

Os dados foram registrados pela Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, e estão disponíveis para consulta no site do Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo).

Na avaliação de Renan Feraciolli, diretor de fiscalização da entidade, a predominância do setor automotivo se deve à alta complexidade na confecção dos veículos e, ao mesmo tempo, à grande utilização deles, o que demanda produção em massa. “Os veículos são itens de altíssima tecnologia com sistemas que trabalham em conjuntos e são fabricados em série. Sendo assim, qualquer problema mínimo que ocorra já atinge partes vitais do automóvel. Quanto maior a complexidade, maior a possibilidade de dar algum problema”, explica.

O diretor do Procon-SP defende a importância de haver campanhas de recalls, pois isso significa que a empresa identificou algo errado e chamou quem consumiu seu produto para consertar o erro. “Isso deve ser visto com bons olhos, pois a companhia identificou seu erro e consertou. O consumidor deve entender como um problema se um mesmo produto ou marca começar a apresentar sucessivos recalls. Aí sim podemos identificar falha no processo produtivo.”

PRODUTOS - No ano passado foram colocados à disposição do consumidor 46,6 milhões de itens com defeito. Em 2010, foram 2,4 milhões. A expressiva diferença se dá por conta da distribuição de 10,5 milhões de enxaguantes bucais da marca Oral-B e de 34 milhões de fermento em pó da marca Royal com defeitos.

Essa grande quantidade de produtos de higiene e alimentação com algum problema, porém, não é muito comum de se acontecer, de acordo com Feraciolli. Além disso, ele explica que mais importante do que a quantidade de produtos afetados é o total de chamadas de recalls que uma mesma empresa faz.



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Em 2011 houve 80 recalls; 57 foram em veículos

Ocorrências praticamente se manteve estável ao total de 2010, quando houve 83 chamadas e 60 ou 72% foram em veículos.

Soraia Abreu Pedroso
Do Diário do Grande ABC

05/03/2012 | 07:02


No ano passado, o brasileiro ficou sujeito a 80 recalls, sendo que 57 deles ou 71,2% ocorreram em veículos. O número de ocorrências praticamente se manteve estável ao total de 2010, quando houve 83 chamadas e 60 ou 72% foram em veículos.

Os dados foram registrados pela Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, e estão disponíveis para consulta no site do Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo).

Na avaliação de Renan Feraciolli, diretor de fiscalização da entidade, a predominância do setor automotivo se deve à alta complexidade na confecção dos veículos e, ao mesmo tempo, à grande utilização deles, o que demanda produção em massa. “Os veículos são itens de altíssima tecnologia com sistemas que trabalham em conjuntos e são fabricados em série. Sendo assim, qualquer problema mínimo que ocorra já atinge partes vitais do automóvel. Quanto maior a complexidade, maior a possibilidade de dar algum problema”, explica.

O diretor do Procon-SP defende a importância de haver campanhas de recalls, pois isso significa que a empresa identificou algo errado e chamou quem consumiu seu produto para consertar o erro. “Isso deve ser visto com bons olhos, pois a companhia identificou seu erro e consertou. O consumidor deve entender como um problema se um mesmo produto ou marca começar a apresentar sucessivos recalls. Aí sim podemos identificar falha no processo produtivo.”

PRODUTOS - No ano passado foram colocados à disposição do consumidor 46,6 milhões de itens com defeito. Em 2010, foram 2,4 milhões. A expressiva diferença se dá por conta da distribuição de 10,5 milhões de enxaguantes bucais da marca Oral-B e de 34 milhões de fermento em pó da marca Royal com defeitos.

Essa grande quantidade de produtos de higiene e alimentação com algum problema, porém, não é muito comum de se acontecer, de acordo com Feraciolli. Além disso, ele explica que mais importante do que a quantidade de produtos afetados é o total de chamadas de recalls que uma mesma empresa faz.

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