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As ‘vidas duplas' de Mônica Martelli


Karina Craveiro
Da TV Press

04/05/2008 | 07:03


A rotina de Mônica Martelli é mais agitada do que uma novela das sete. A atriz, que interpreta Helena e Mateus em Beleza Pura da Globo, enfrenta uma maratona semanal de trabalho e se divide entre Rio e São Paulo para conseguir conciliar suas tarefas. No Rio, Mônica grava de segunda a quarta; na quinta, segue para São Paulo, onde encena o monólogo Os Homens São de Marte... E é Pra Lá que Eu Vou, em cartaz há três anos.

“Quando o diretor Rogério Gomes me chamou para a novela, expliquei minha correria e ele aceitou. Está sendo maravilhoso fazer”, explica a atriz, que ganhou melhores trabalhos na TV depois que sua peça obteve sucesso de público e crítica.

A atriz, no entanto, não enfrenta só uma dupla jornada de trabalho. Mônica teve de se adaptar a dois personagens no folhetim das sete e fazer laboratório em dobro para dar mais verossimilhança à Helena e a Mateus. Para isso, se inspirou em seus pais. “Minha mãe tem um comportamento muito próximo ao da Helena, por isso me inspirei na personalidade dela, que é bastante forte. Já para o Mateus, incorporei alguns trejeitos do meu pai”, explica.

Mesmo com a experiência de ter encarado dois papéis masculinos anteriormente no teatro, Mônica acredita que não esteja sendo muito fácil compor Mateus. “Faço o personagem com toda atenção e sempre ouvindo opinião do diretor”, pondera. “Cada trabalho requer estudo e enriquece a gente. Adoro estudar e sou do tipo CDF. Gosto de me preparar e estudar. Isso é muito prazeroso para mim”, afirma.

Ela leva cerca de 40 minutos para se transformar em Mateus. “Demora mais por causa da barba e do bigode, mas o resultado é muito bom. Quando me vi de homem, me amei”. O visual do personagem foi inspirado em Johnny Depp e Orlando Bloom.

A resposta do público aos seus personagens difere de um para o outro. Com Mateus, Mônica recebe muito mais retorno, por conta das complicações em que o falso farmacêutico está envolvido. “Metade das meninas da clínica é apaixonada por ele e a outra metade acha que ele é gay. Está sendo muito divertido”, diz.

A atriz pensa que a autora Andréia Maltarolli criou Mateus como um trunfo e acredita que a farsa ainda vai durar bastante tempo. “Mateus serve para muitas coisas. O Renato, por exemplo, personagem vivido por Humberto Martins, pode até mudar de caráter por conta da amizade com ele”, aposta.

Além de interpretar, Mônica escreve para revistas como Época, Criativa e Vogue. A intérprete de Helena e Mateus é formada em Jornalismo, mas admite que tudo o que conquistou como jornalista foi por conta da carreira de atriz. “Devo esse espaço nas revistas graças ao meu trabalho de atuação. Pretendo continuar a escrever sim, mas só sobre situações da vida, como tem sido”, conta ela, que é a autora do texto do monólogo que atua.

Daqui para frente. Mônica pretende investir em novelas. “Não temos poder de decisão na TV, mas o que eu priorizo agora são bons papéis. Onde tiver boas oportunidades, eu vou”, afirma.



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As ‘vidas duplas' de Mônica Martelli

Karina Craveiro
Da TV Press

04/05/2008 | 07:03


A rotina de Mônica Martelli é mais agitada do que uma novela das sete. A atriz, que interpreta Helena e Mateus em Beleza Pura da Globo, enfrenta uma maratona semanal de trabalho e se divide entre Rio e São Paulo para conseguir conciliar suas tarefas. No Rio, Mônica grava de segunda a quarta; na quinta, segue para São Paulo, onde encena o monólogo Os Homens São de Marte... E é Pra Lá que Eu Vou, em cartaz há três anos.

“Quando o diretor Rogério Gomes me chamou para a novela, expliquei minha correria e ele aceitou. Está sendo maravilhoso fazer”, explica a atriz, que ganhou melhores trabalhos na TV depois que sua peça obteve sucesso de público e crítica.

A atriz, no entanto, não enfrenta só uma dupla jornada de trabalho. Mônica teve de se adaptar a dois personagens no folhetim das sete e fazer laboratório em dobro para dar mais verossimilhança à Helena e a Mateus. Para isso, se inspirou em seus pais. “Minha mãe tem um comportamento muito próximo ao da Helena, por isso me inspirei na personalidade dela, que é bastante forte. Já para o Mateus, incorporei alguns trejeitos do meu pai”, explica.

Mesmo com a experiência de ter encarado dois papéis masculinos anteriormente no teatro, Mônica acredita que não esteja sendo muito fácil compor Mateus. “Faço o personagem com toda atenção e sempre ouvindo opinião do diretor”, pondera. “Cada trabalho requer estudo e enriquece a gente. Adoro estudar e sou do tipo CDF. Gosto de me preparar e estudar. Isso é muito prazeroso para mim”, afirma.

Ela leva cerca de 40 minutos para se transformar em Mateus. “Demora mais por causa da barba e do bigode, mas o resultado é muito bom. Quando me vi de homem, me amei”. O visual do personagem foi inspirado em Johnny Depp e Orlando Bloom.

A resposta do público aos seus personagens difere de um para o outro. Com Mateus, Mônica recebe muito mais retorno, por conta das complicações em que o falso farmacêutico está envolvido. “Metade das meninas da clínica é apaixonada por ele e a outra metade acha que ele é gay. Está sendo muito divertido”, diz.

A atriz pensa que a autora Andréia Maltarolli criou Mateus como um trunfo e acredita que a farsa ainda vai durar bastante tempo. “Mateus serve para muitas coisas. O Renato, por exemplo, personagem vivido por Humberto Martins, pode até mudar de caráter por conta da amizade com ele”, aposta.

Além de interpretar, Mônica escreve para revistas como Época, Criativa e Vogue. A intérprete de Helena e Mateus é formada em Jornalismo, mas admite que tudo o que conquistou como jornalista foi por conta da carreira de atriz. “Devo esse espaço nas revistas graças ao meu trabalho de atuação. Pretendo continuar a escrever sim, mas só sobre situações da vida, como tem sido”, conta ela, que é a autora do texto do monólogo que atua.

Daqui para frente. Mônica pretende investir em novelas. “Não temos poder de decisão na TV, mas o que eu priorizo agora são bons papéis. Onde tiver boas oportunidades, eu vou”, afirma.

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