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Vereador questiona contrato da Guarará

Ari Paleta/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Donizeti Pereira, de Sto.André, protocola requerimento após críticas de usuários da empresa


Raphael Rocha
Leandro Baldini

15/11/2015 | 07:00


O vereador Donizeti Pereira (PV) protocolou na Câmara de Santo André requerimento de informações a respeito do contrato da Prefeitura andreense com a Expresso Guarará, uma das operadoras do sistema de transporte público da cidade. A empresa enfrenta graves crises financeira e jurídica e, recentemente, contratou o dono da Suzantur (administradora dos ônibus em Mauá), Claudinei Brogliato, para gerir temporariamente a companhia.

Segundo o verde, o objetivo do documento é buscar resposta às insistentes críticas que recebe em seu gabinete de usuários da firma – a Guarará atua principalmente na Vila Luzita e região central, atendendo 17 linhas municipais. Todas as questões são referentes ao cumprimento de contrato e situação econômica da empresa.

“Encaminhei requerimento diante dos problemas operacionais que esta empresa já vem apresentando. Muitos munícipes reclamaram de várias situações. Entendo que a Prefeitura precisa usar o contrato para aumentar a fiscalização e analisar o que foi desrespeitado, considerando até mesmo a cassação da concessão”, alegou Donizeti Pereira, atualmente vereador da oposição ao governo na Câmara.

Na semana passada, o Diário mostrou os diversos problemas da Expresso Guarará. A dívida, conforme a Secretaria de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos, chega a R$ 15 milhões, com possibilidade de aumento de R$ 220 mil referente a processos administrativos que tramitam na SATrans.

“O requerimento demora para ser respondido (30 dias). Vou aguardar. Porém, se os problemas e reclamações persistirem, vou procurar os setores responsáveis da administração, a fim de antecipar entendimentos. Poderemos até realizar audiência pública (sobre o caso). Mas estou acreditando que a administração vai tentar esclarecer rápido”, afirmou Donizeti.

O exemplo da crise financeira pela qual a Expresso Guarará passa foi a apreensão de 14 ônibus adquiridos por financiamento pela empresa. A Caruana Financeira confiscou os veículos por falta de pagamento.

LEI DE ACESSO
O Diário solicitou, pela Lei de Acesso à Informação, às prefeituras de Mauá e Santo André cópia e valores transferidos às empresas Suzantur e Expresso Guarará, respectivamente. Pela legislação, o documento precisa ser respondido em 30 dias.



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Vereador questiona contrato da Guarará

Donizeti Pereira, de Sto.André, protocola requerimento após críticas de usuários da empresa

Raphael Rocha
Leandro Baldini

15/11/2015 | 07:00


O vereador Donizeti Pereira (PV) protocolou na Câmara de Santo André requerimento de informações a respeito do contrato da Prefeitura andreense com a Expresso Guarará, uma das operadoras do sistema de transporte público da cidade. A empresa enfrenta graves crises financeira e jurídica e, recentemente, contratou o dono da Suzantur (administradora dos ônibus em Mauá), Claudinei Brogliato, para gerir temporariamente a companhia.

Segundo o verde, o objetivo do documento é buscar resposta às insistentes críticas que recebe em seu gabinete de usuários da firma – a Guarará atua principalmente na Vila Luzita e região central, atendendo 17 linhas municipais. Todas as questões são referentes ao cumprimento de contrato e situação econômica da empresa.

“Encaminhei requerimento diante dos problemas operacionais que esta empresa já vem apresentando. Muitos munícipes reclamaram de várias situações. Entendo que a Prefeitura precisa usar o contrato para aumentar a fiscalização e analisar o que foi desrespeitado, considerando até mesmo a cassação da concessão”, alegou Donizeti Pereira, atualmente vereador da oposição ao governo na Câmara.

Na semana passada, o Diário mostrou os diversos problemas da Expresso Guarará. A dívida, conforme a Secretaria de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos, chega a R$ 15 milhões, com possibilidade de aumento de R$ 220 mil referente a processos administrativos que tramitam na SATrans.

“O requerimento demora para ser respondido (30 dias). Vou aguardar. Porém, se os problemas e reclamações persistirem, vou procurar os setores responsáveis da administração, a fim de antecipar entendimentos. Poderemos até realizar audiência pública (sobre o caso). Mas estou acreditando que a administração vai tentar esclarecer rápido”, afirmou Donizeti.

O exemplo da crise financeira pela qual a Expresso Guarará passa foi a apreensão de 14 ônibus adquiridos por financiamento pela empresa. A Caruana Financeira confiscou os veículos por falta de pagamento.

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O Diário solicitou, pela Lei de Acesso à Informação, às prefeituras de Mauá e Santo André cópia e valores transferidos às empresas Suzantur e Expresso Guarará, respectivamente. Pela legislação, o documento precisa ser respondido em 30 dias.

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