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Falta de asfalto afeta rotina de moradores

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vias sem pavimentação geram dificuldades
para a população de Rio Grande da Serra


Daniel Macário
do Diário do Grande ABC

15/11/2015 | 07:07


Apesar de Rio Grande da Serra ter sido o primeiro município do Grande ABC a dar início as suas intervenções do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade, moradores ainda encontram muitos obstáculos pelos bairros da cidade no que diz respeito a precariedade de suas vias. Ruas e avenidas sem asfalto ou com o sistema de paralelepípedo ainda são comuns.

“Entendo que vivemos em área de manancial e isso dificulta muitas coisas, mas é um cúmulo chegarmos em 2015 sem asfalto em diversos pontos da cidade. Isso não pode ser normal”, relata a auxiliar de limpeza Rosângela Pereira Pinto, 47 anos.

A falta de avanços no sistema viário de Rio Grande da Serra se espalha por diversos bairros, principalmente aqueles que estão mais distantes da região central da cidade.

Apesar disso, o prefeito do município, Gabriel Maranhão (PSDB), afirma que o problema deve ser solucionado em breve em decorrências das intervenções do PAC Mobilidade. “As obras já estão 15% concluídas. Hoje muitos bairros já têm asfalto. Alguns moradores dizem que já podem receber visita sem passar vergonha. Nossa meta é avançar cada vez mais.”

O chefe do Executivo ainda ressalta o reaproveitando de materiais. “Estamos usando os paralelepípedos das ruas que já receberam asfalto. Eles estão sendo retirados e reutilizados na pavimentação de outras vias da cidade que ainda são de terra e, assim, criam obstáculos para moradores.”

CANCELA - Outro fator precário que ainda assombra moradores de Rio Grande da Serra é o uso de cancela do trem para controle do tráfego na região da estação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Atualmente, o município é o único que ainda tem esse sistema para veículos na região.

“Tem vezes que ficamos de três a quatro minutos parados, esperando o trem passar, para atravessar a linha férrea. Pior de tudo é que esse trecho do Centro é crucial. Além dos carros, têm muitos ônibus que passam aqui”, relata o comerciante Antônio Borges, 56.

Apesar de ter passarela no trecho, usuários se arriscam na travessia.“Às vezes a cancela fecha, mas dá para passar rapidinho”, afirma a estudante Joana Silva, 17.

De acordo com Maranhão, o problema deve ser solucionada com a modernização da estação da CPTM. “Sabemos que é um perigo ao pedestre e motorista, mas isso deve ser solucionado em breve. Incluímos esse item no projeto de reforma.”

Ausência de terminal de ônibus dificulta trânsito no Centro

Sem terminal de ônibus no município, Rio Grande da Serra vê diariamente a região central da cidade sofrer com o acúmulo de veículos.

“É complicado, pois os pontos de ônibus ao lado da estação de trem ficam muito próximos à cancela, com isso, às vezes, formam-se filas enormes. E o trânsito vira um caos porque é só uma faixa para cada sentido”, relata o ambulante Jorge Reis, 37 anos.

De acordo com o prefeito da cidade, Gabriel Maranhão (PSDB), o projeto para construção de terminal foi incluso na modernização das estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). “Agora estamos dependendo dos avanços dessas obras.”

A briga interna entre duas empresas de ônibus responsáveis pelas linhas municipais e intermunicipais de Rio Grande da Serra também tem ocasionado grande dor de cabeça para usuários do Transporte público quando o objetivo é tentar se deslocar pela cidade.

A Viação Talismã – empresa responsável pelo transporte municipal – conseguiu, neste ano, liminar a seu favor que proíbe os ônibus intermunicipais da Viação Rigras de pararem em pontos dentro do território da cidade. “Isso piorou muito nossa situação. Os ônibus da Talismã demoram muito. Por isso, sempre usávamos a Rigras”, relata a auxiliar de limpeza Roseli Marques Garcia, 49 anos.

Segundo o prefeito, negociações para integração dos sistemas estão sendo feitas. 



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Falta de asfalto afeta rotina de moradores

Vias sem pavimentação geram dificuldades
para a população de Rio Grande da Serra

Daniel Macário
do Diário do Grande ABC

15/11/2015 | 07:07


Apesar de Rio Grande da Serra ter sido o primeiro município do Grande ABC a dar início as suas intervenções do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade, moradores ainda encontram muitos obstáculos pelos bairros da cidade no que diz respeito a precariedade de suas vias. Ruas e avenidas sem asfalto ou com o sistema de paralelepípedo ainda são comuns.

“Entendo que vivemos em área de manancial e isso dificulta muitas coisas, mas é um cúmulo chegarmos em 2015 sem asfalto em diversos pontos da cidade. Isso não pode ser normal”, relata a auxiliar de limpeza Rosângela Pereira Pinto, 47 anos.

A falta de avanços no sistema viário de Rio Grande da Serra se espalha por diversos bairros, principalmente aqueles que estão mais distantes da região central da cidade.

Apesar disso, o prefeito do município, Gabriel Maranhão (PSDB), afirma que o problema deve ser solucionado em breve em decorrências das intervenções do PAC Mobilidade. “As obras já estão 15% concluídas. Hoje muitos bairros já têm asfalto. Alguns moradores dizem que já podem receber visita sem passar vergonha. Nossa meta é avançar cada vez mais.”

O chefe do Executivo ainda ressalta o reaproveitando de materiais. “Estamos usando os paralelepípedos das ruas que já receberam asfalto. Eles estão sendo retirados e reutilizados na pavimentação de outras vias da cidade que ainda são de terra e, assim, criam obstáculos para moradores.”

CANCELA - Outro fator precário que ainda assombra moradores de Rio Grande da Serra é o uso de cancela do trem para controle do tráfego na região da estação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Atualmente, o município é o único que ainda tem esse sistema para veículos na região.

“Tem vezes que ficamos de três a quatro minutos parados, esperando o trem passar, para atravessar a linha férrea. Pior de tudo é que esse trecho do Centro é crucial. Além dos carros, têm muitos ônibus que passam aqui”, relata o comerciante Antônio Borges, 56.

Apesar de ter passarela no trecho, usuários se arriscam na travessia.“Às vezes a cancela fecha, mas dá para passar rapidinho”, afirma a estudante Joana Silva, 17.

De acordo com Maranhão, o problema deve ser solucionada com a modernização da estação da CPTM. “Sabemos que é um perigo ao pedestre e motorista, mas isso deve ser solucionado em breve. Incluímos esse item no projeto de reforma.”

Ausência de terminal de ônibus dificulta trânsito no Centro

Sem terminal de ônibus no município, Rio Grande da Serra vê diariamente a região central da cidade sofrer com o acúmulo de veículos.

“É complicado, pois os pontos de ônibus ao lado da estação de trem ficam muito próximos à cancela, com isso, às vezes, formam-se filas enormes. E o trânsito vira um caos porque é só uma faixa para cada sentido”, relata o ambulante Jorge Reis, 37 anos.

De acordo com o prefeito da cidade, Gabriel Maranhão (PSDB), o projeto para construção de terminal foi incluso na modernização das estações da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). “Agora estamos dependendo dos avanços dessas obras.”

A briga interna entre duas empresas de ônibus responsáveis pelas linhas municipais e intermunicipais de Rio Grande da Serra também tem ocasionado grande dor de cabeça para usuários do Transporte público quando o objetivo é tentar se deslocar pela cidade.

A Viação Talismã – empresa responsável pelo transporte municipal – conseguiu, neste ano, liminar a seu favor que proíbe os ônibus intermunicipais da Viação Rigras de pararem em pontos dentro do território da cidade. “Isso piorou muito nossa situação. Os ônibus da Talismã demoram muito. Por isso, sempre usávamos a Rigras”, relata a auxiliar de limpeza Roseli Marques Garcia, 49 anos.

Segundo o prefeito, negociações para integração dos sistemas estão sendo feitas. 

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