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Caso Pedrinho: Vilma mentiu ao registrar Roberta, diz delegado


Do Diário OnLine

30/11/2002 | 16:01


Vilma Martins, a mãe adotiva de Pedrinho, mentiu ao registrar sua filha Roberta Jamilly, o que pode indicar que a mulher teria seqüestrado mais um de seus filhos. Na certidão, a maternidade apontada como o local de nascimento ficaria no Hospital São Francisco de Itaguari, cidade que não possui hospital registrado.

A informação é do delegado da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Antonio Gonçalves, em entrevista ao jornal O Popular. Roberta nasceu no dia 5 de março de 1979, mas o seu registro foi feito somente em 1997, quando a menina completaria 16 anos. "Descobrimos que na época existia um hospital com esse nome, mas em Taquaral. Na data informada no registro, o hospital revelou que apenas uma mulher, Ivone de Deus Martins, deu à luz", afirmou o delegado.

Assim, a polícia acredita que Roberta possa ser a menina Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva, que foi levada de uma maternidade de Goiânia dois dias após o seu nascimento. A partir dessa suspeita, o Instituto de Criminalística compara fotos de Roberta e Francisca Maria Ribeiro da Silva, mãe de Aparecida. Segundo o delegado, as duas são muito parecidas.

O inquérito sobre o desaparecimento da menina de Goiânia deve ser concluído em 30 dias, a partir da próxima quinta-feira. Na segunda, testemunhas do caso devem prestar depoimento.



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Caso Pedrinho: Vilma mentiu ao registrar Roberta, diz delegado

Do Diário OnLine

30/11/2002 | 16:01


Vilma Martins, a mãe adotiva de Pedrinho, mentiu ao registrar sua filha Roberta Jamilly, o que pode indicar que a mulher teria seqüestrado mais um de seus filhos. Na certidão, a maternidade apontada como o local de nascimento ficaria no Hospital São Francisco de Itaguari, cidade que não possui hospital registrado.

A informação é do delegado da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Antonio Gonçalves, em entrevista ao jornal O Popular. Roberta nasceu no dia 5 de março de 1979, mas o seu registro foi feito somente em 1997, quando a menina completaria 16 anos. "Descobrimos que na época existia um hospital com esse nome, mas em Taquaral. Na data informada no registro, o hospital revelou que apenas uma mulher, Ivone de Deus Martins, deu à luz", afirmou o delegado.

Assim, a polícia acredita que Roberta possa ser a menina Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva, que foi levada de uma maternidade de Goiânia dois dias após o seu nascimento. A partir dessa suspeita, o Instituto de Criminalística compara fotos de Roberta e Francisca Maria Ribeiro da Silva, mãe de Aparecida. Segundo o delegado, as duas são muito parecidas.

O inquérito sobre o desaparecimento da menina de Goiânia deve ser concluído em 30 dias, a partir da próxima quinta-feira. Na segunda, testemunhas do caso devem prestar depoimento.

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