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Procurador pede quebra de sigilo de Hamilton e Freud Godoy


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

17/10/2006 | 15:05


O procurador da República de Mato Grosso, Mario Lúcio Avelar, pediu nesta terça-feira à Justiça a quebra do sigilo bancário do ex-assessor da Presidência Freud Godoy e de Hamilton Lacerda, ex-assessor da campanha de Aloizio Mercadante (PT) ao governo de São Paulo. A medida tem o objetivo de saber se eles movimentaram parte do dinheiro apreendido na negociação de um dossiê contra políticos do PSDB.

Avelar já tinha pedido a quebra do sigilo bancário do agente aposentado da Polícia Federal Gedimar Passos, detido pela Polícia Federal com uma mala contendo R$ 1,7 milhão no Hotel Ibis, em São Paulo, juntamente com o petista Valdebran Padilha. Lacerda foi flagrado pelo circuito interno do hotel levando uma pasta - supostamente com o dinheiro do dossiê - para os dois.

Gedimar sustentou, na defesa escrita apresentada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e divulgada no último dia 9, que não tem qualquer vinculação partidária com o PT e também inocentou Freud Godoy. Ele ressaltou que, com exceção do ex-funcionário da campanha de Lula Jorge Lorenzetti, não conhece nem tem vínculos com quaisquer outros citados na investigação.

A Polícia Federal já informou que as investigações do dossiê mostram que não há indícios sobre a participação de Freud Godoy na tentativa de compra dos documentos do dono da Planam, o empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin. Segundo a PF, não foram achadas ligações telefônicas que indiquem a participação de Godoy no esquema. O nome do ex-assessor também  não foi encontrado no cruzamento de dados feito pela equipe de investigação.


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Procurador pede quebra de sigilo de Hamilton e Freud Godoy

Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

17/10/2006 | 15:05


O procurador da República de Mato Grosso, Mario Lúcio Avelar, pediu nesta terça-feira à Justiça a quebra do sigilo bancário do ex-assessor da Presidência Freud Godoy e de Hamilton Lacerda, ex-assessor da campanha de Aloizio Mercadante (PT) ao governo de São Paulo. A medida tem o objetivo de saber se eles movimentaram parte do dinheiro apreendido na negociação de um dossiê contra políticos do PSDB.

Avelar já tinha pedido a quebra do sigilo bancário do agente aposentado da Polícia Federal Gedimar Passos, detido pela Polícia Federal com uma mala contendo R$ 1,7 milhão no Hotel Ibis, em São Paulo, juntamente com o petista Valdebran Padilha. Lacerda foi flagrado pelo circuito interno do hotel levando uma pasta - supostamente com o dinheiro do dossiê - para os dois.

Gedimar sustentou, na defesa escrita apresentada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e divulgada no último dia 9, que não tem qualquer vinculação partidária com o PT e também inocentou Freud Godoy. Ele ressaltou que, com exceção do ex-funcionário da campanha de Lula Jorge Lorenzetti, não conhece nem tem vínculos com quaisquer outros citados na investigação.

A Polícia Federal já informou que as investigações do dossiê mostram que não há indícios sobre a participação de Freud Godoy na tentativa de compra dos documentos do dono da Planam, o empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin. Segundo a PF, não foram achadas ligações telefônicas que indiquem a participação de Godoy no esquema. O nome do ex-assessor também  não foi encontrado no cruzamento de dados feito pela equipe de investigação.

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