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Protesto em cartório cai 5,35% na região


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

04/09/2007 | 07:00


A combinação juros em queda, prazos maiores e facilidade para se obter crédito fizeram com que o calote recuasse 5,35% no Grande ABC em julho no confronto com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento do Instituto de Estudos de Protesto.

A disputa acirrada entre bancos e financeiras por consumidores à procura de empréstimos motivou a substituição de dívidas antigas – com juros mais altos – por empréstimos mais baratos, de acordo com a avaliação da diretora executiva do Instituto, Roberta de Arruda e Menezes.

 “O recuo reflete uma situação melhor da economia. Depois de se endividar, o consumidor começa a aprender a controlar melhor os gastos e a lidar com a fartura de crédito. Estão com um comportamento mais coerente”, explica Roberta.

Municípios - Na avaliação por cidade, Santo André lidera o ranking de queda na inadimplência (-18,96%) na comparação de julho deste ano contra o mesmo período de 2006. Logo atrás aparece São Caetano, onde houve recuo de 11,14% na média diária de títulos protestados em cartório.

Os tabelionatos de São Bernardo contabilizaram ligeiro aumento de 1,75% no volume de protestos. Em Mauá e Ribeirão Pires houve aumento do calote – 8,69% e 26,16%, respectivamente. Rio Grande da Serra não possui cartórios, e Diadema não revela números.

Nome Limpo - Ao quitar os débitos em cartórios, cerca de 5.000 devedores limparam o nome no Grande ABC em julho e recuperaram o crédito, segundo o Instituto. O resultado representa 66% dos títulos que foram direcionados aos tabelionatos para cobrança.

Dívidas - Os devedores protestados em cartório têm os nomes incluídos em diversas entidades de proteção ao crédito, como Serasa, SCPC e SCI (Sindicato Comércio de Indústria). No entanto, diferentemente dos demais débitos cobrados no País, os protestos não pagos não expiram após cinco anos.

 “Essas dívidas não caducam jamais. Em resumo, pode até demorar. Mas um dia o devedor terá que procurar o credor para quitar a dívida para voltar a ter crédito na praça”, acrescenta Roberta de Arruda.


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Protesto em cartório cai 5,35% na região

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

04/09/2007 | 07:00


A combinação juros em queda, prazos maiores e facilidade para se obter crédito fizeram com que o calote recuasse 5,35% no Grande ABC em julho no confronto com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento do Instituto de Estudos de Protesto.

A disputa acirrada entre bancos e financeiras por consumidores à procura de empréstimos motivou a substituição de dívidas antigas – com juros mais altos – por empréstimos mais baratos, de acordo com a avaliação da diretora executiva do Instituto, Roberta de Arruda e Menezes.

 “O recuo reflete uma situação melhor da economia. Depois de se endividar, o consumidor começa a aprender a controlar melhor os gastos e a lidar com a fartura de crédito. Estão com um comportamento mais coerente”, explica Roberta.

Municípios - Na avaliação por cidade, Santo André lidera o ranking de queda na inadimplência (-18,96%) na comparação de julho deste ano contra o mesmo período de 2006. Logo atrás aparece São Caetano, onde houve recuo de 11,14% na média diária de títulos protestados em cartório.

Os tabelionatos de São Bernardo contabilizaram ligeiro aumento de 1,75% no volume de protestos. Em Mauá e Ribeirão Pires houve aumento do calote – 8,69% e 26,16%, respectivamente. Rio Grande da Serra não possui cartórios, e Diadema não revela números.

Nome Limpo - Ao quitar os débitos em cartórios, cerca de 5.000 devedores limparam o nome no Grande ABC em julho e recuperaram o crédito, segundo o Instituto. O resultado representa 66% dos títulos que foram direcionados aos tabelionatos para cobrança.

Dívidas - Os devedores protestados em cartório têm os nomes incluídos em diversas entidades de proteção ao crédito, como Serasa, SCPC e SCI (Sindicato Comércio de Indústria). No entanto, diferentemente dos demais débitos cobrados no País, os protestos não pagos não expiram após cinco anos.

 “Essas dívidas não caducam jamais. Em resumo, pode até demorar. Mas um dia o devedor terá que procurar o credor para quitar a dívida para voltar a ter crédito na praça”, acrescenta Roberta de Arruda.

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