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Jardim Sto.André: desafio e motivação

A extensão de dois por um quilômetro, ocupada por mais de 35 mil...


Dgabc

19/01/2012 | 00:00


Artigo

A extensão de dois por um quilômetro, ocupada por mais de 35 mil pessoas, boa parte em situação irregular ou de risco, formada pelo Jardim Santo André, no Grande ABC, transformou-se, há alguns anos, em um dos maiores desafios habitacionais do Estado de São Paulo. E são exatamente as imensas dificuldades - e possibilidades - do Jardim Santo André que considero uma das melhores motivações para nós, servidores públicos da Habitação. Dentro de ambicioso projeto para a comunidade local, a altíssima densidade habitacional não é o único obstáculo a ser superado. O relevo acidentado, com diferença de nível de 140 metros entre a cota mais alta e a mais baixa, gerou a delimitação de 30 setores de risco geotécnico, segundo laudo técnico do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, agravando a situação.

Com tudo isso, a Secretaria de Estado da Habitação e a CDHU, em parceria com a Prefeitura de Santo André, começam agora fase decisiva para mudar e melhorar a vida das 9.100 famílias do Jardim Santo André. Falta apenas determinação judicial para a retirada urgente de mais 357 famílias, que permanecem em situação de risco. Vale ressaltar que a remoção desses moradores obedece ao Termo de Ajuste de Conduta, emitido pelo Ministério Público, que hoje é um dos principais avaliadores das ações realizadas pela CDHU, em reconhecimento aos nossos esforços. Sobre as famílias removidas, é preciso lembrar que elas estão sendo assistidas pela CDHU, recebendo auxílio-aluguel mensal até o reassentamento definitivo, e pela Prefeitura de Santo André.

Nosso trabalho tem sido incessante na direção de se resolver passivos ambientais e sociais e promover melhorias na área. Até 2015, o Jardim Santo André receberá investimentos de R$ 509 milhões (R$ 207 milhões do governo federal). Cerca de R$ 250 milhões já foram aplicados no local, com a construção de 3.031 unidades habitacionais e na urbanização de 980 lotes. Queremos transformar a área do Jardim Santo André em bairro completo, com funcionalidade e menor impacto no seu entorno. Além da preocupação em oferecer serviços públicos que possam atender às demandas mais urgentes da população, como creches, escolas, postos de Saúde, além de Batalhão da Polícia Militar, em ‘pacificação preventiva'. Entretanto, sem a participação dos moradores e o apoio dos cidadãos de Santo André, a missão será praticamente impossível.

Sílvio Torres é secretário de Estado da Habitação.

PALAVRA DO LEITOR

Alerta

Estamos já em pleno ano eleitoral. Cuidado, muito cuidado eleitor, porque os famintos e obcecados pelos votos começam a peregrinação em busca do seu. Tenha em mente, eleitor, que o valor e a força do seu voto são muito, muito grandes, não o troque por simples migalhas. Procure ler e ouvir as promessas dos candidatos, especialmente daquele a quem está pensando em dar seu voto. Lembre-se de que prometer é muito fácil e cômodo, mas realizar é bem diferente e não tão fácil. A situação política brasileira só será possível atingir grau elevado quando eleitores tiverem consciência de que eles é que são responsáveis pela formação de um Senado e Câmaras federal, estadual e até municipal com pessoas de bem que assumam compromisso com a Nação, deixando para segundo plano os interesses pessoais.

Américo Del Corto, Ribeirão Pires

Resposta

Em resposta à carta de Daniel Alves Cavalcante (Guaraciaba, dia 9), esclarecemos que a pavimentação da Estrada do Guaraciaba integra a lista de ações de compensação da Dersa para a cidade de Mauá. A obra está prevista para ser realizada ainda neste ano. A Dersa utilizou a via para o transporte de materiais adotados na construção do Rodoanel. A Prefeitura de Mauá tem feito a terraplenagem e cascalhamento da estrada para permitir o fluxo de veículos enquanto a Dersa não conclui o trabalho.

Prefeitura de Mauá

Enchentes

O Centro de São Bernardo inundará outras vezes até que sejam construídos reservatórios para recolher o excesso de água que desce das partes altas ao longo da Rua Jurubatuba, na cabeceira da Avenida Faria Lima, e da Marechal Deodoro. Deveriam ser construídos piscinões como se fossem grandes caixas d'água, só que subterrâneas, com entrada de água na altura da guia ou do passeio. Seriam construídos onde a Prefeitura tem terreno que serve aos garis, na praça do Paço, nos estacionamentos do Walmart, do Shopping Metrópole, dos edifícios na Avenida Pereira Barreto e do Carrefour. Haveria compensação de impostos pelo uso dos espaços. Talvez o prefeito devesse convocar todos que estão no caminho dessas águas para troca de ideias e para acabar com as enchentes.

Jonas Cardoso da Silva, São Bernardo

De fora

A senadora Marta Suplicy emplacou a nova secretária de Negócios Jurídicos da Prefeitura petista de São Bernardo. Lílian Ferreira é irmã do líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Teixeira, e do Luiz Fernando Teixeira Ferreira, presidente do todo-poderoso clube de futebol da cidade (Tigre).

Luiz Fernandes, São Bernardo

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Publicidade é um dos princípios da administração pública e deve pautar todos os atos do poder público. Em Mauá não é assim. No domingo foram encerradas as inscrições para o programa Frente de Trabalho realizado pela Prefeitura em toda a cidade, mas não foi colocada uma única faixa informando. Para divulgar essa ação essencial à população da cidade não houve empenho da administração. Porém, em toda extensão da Avenida Barão de Mauá há faixas de ‘moradores e comerciantes' agradecendo ao prefeito a benfeitoria do recapeamento na via, mas ninguém conhece um único morador ou comerciante que tenha participado da ‘vaquinha' para confecção das faixas. Há algo muito errado na cidade!

Gecimar Evangelista, Mauá 



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Comentários

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