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Luizinho defende ser renovação por nunca ter feito parte da executiva

Ex-deputado diz que principal apoio é da militância após instabilidade


Felipe Siqueira
Especial para o Diário

04/04/2017 | 07:00


O ex-parlamentar federal e ex-líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, Luiz Carlos da Silva, o Professor Luizinho, coloca-se como renovação no PED (Processo de Eleições Diretas) do PT. Embora antigo nome da política andreense, ele frisa, no entanto, nunca ter feito parte da direção municipal do partido como um dos motivos para ser candidato no pleito interno. “Nunca fui da executiva do PT de Santo André. Acho que tenho condições de a gente conduzir essa renovação.”

“O que está me movendo é o sentimento de preservar a dignidade, honra, luta histórica (da sigla). O PT tem que estar unido, e eu tenho como horizonte que, se não tivermos esta união, teremos dificuldades. Passando o PED, temos de manter unidade. A disputa acaba no domingo (dia da disputa)”, completou.

Um dos caciques da legenda, Luizinho elencou que promover oxigenação na esfera local está na pauta. O ex-deputado disse que pretende fazer com que o diretório e a executiva funcionem com 50% dos integrantes formados por pessoas ‘novas’, que nunca estiveram nas comissões. Ele afirmou que, mesmo sendo componente antigo da sigla, isso não impede de se fazer renovação. “Em muitas chapas (do PED de Santo André) temos companheiros históricos, sejam fundadores sejam da primeira década do partido, temos parlamentares, de várias datas, vários tempos”, disse o ex-parlamentar, que teve mandato no Legislativo local entre 1989 a 1992.

Segundo o petista, por mais que seja apoiado por figuras expoentes do PT, como o ex-prefeito Carlos Grana e o deputado estadual Luiz Turco, o mais importante é ter reconhecimento da militância. “A nossa militância andou acuada, com essa pauleira que o PT sofreu. Muitos estavam intimidados nos seus lares, e buscarmos o diálogo, da importância deste momento. O PT nunca precisou tanto desses filiados”.

“Trabalho em duas dimensões: renovar conceitos e também geracional. Nós, que estamos há mais tempo, temos que nos reeducar. Refazer nosso discurso. A forma de diálogo está desgastada. Pessoas antigas têm experiência e vivência, passando aos mais novos, e aprendendo (ao mesmo tempo, com jovens) a ver a nova realidade. Tem de ser relação comum.”

Independentemente do resultado, Luizinho afirmou que não pretende ser candidato a nada em 2018. Em 2008, ele saiu derrota na disputa a vereador. 



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Luizinho defende ser renovação por nunca ter feito parte da executiva

Ex-deputado diz que principal apoio é da militância após instabilidade

Felipe Siqueira
Especial para o Diário

04/04/2017 | 07:00


O ex-parlamentar federal e ex-líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, Luiz Carlos da Silva, o Professor Luizinho, coloca-se como renovação no PED (Processo de Eleições Diretas) do PT. Embora antigo nome da política andreense, ele frisa, no entanto, nunca ter feito parte da direção municipal do partido como um dos motivos para ser candidato no pleito interno. “Nunca fui da executiva do PT de Santo André. Acho que tenho condições de a gente conduzir essa renovação.”

“O que está me movendo é o sentimento de preservar a dignidade, honra, luta histórica (da sigla). O PT tem que estar unido, e eu tenho como horizonte que, se não tivermos esta união, teremos dificuldades. Passando o PED, temos de manter unidade. A disputa acaba no domingo (dia da disputa)”, completou.

Um dos caciques da legenda, Luizinho elencou que promover oxigenação na esfera local está na pauta. O ex-deputado disse que pretende fazer com que o diretório e a executiva funcionem com 50% dos integrantes formados por pessoas ‘novas’, que nunca estiveram nas comissões. Ele afirmou que, mesmo sendo componente antigo da sigla, isso não impede de se fazer renovação. “Em muitas chapas (do PED de Santo André) temos companheiros históricos, sejam fundadores sejam da primeira década do partido, temos parlamentares, de várias datas, vários tempos”, disse o ex-parlamentar, que teve mandato no Legislativo local entre 1989 a 1992.

Segundo o petista, por mais que seja apoiado por figuras expoentes do PT, como o ex-prefeito Carlos Grana e o deputado estadual Luiz Turco, o mais importante é ter reconhecimento da militância. “A nossa militância andou acuada, com essa pauleira que o PT sofreu. Muitos estavam intimidados nos seus lares, e buscarmos o diálogo, da importância deste momento. O PT nunca precisou tanto desses filiados”.

“Trabalho em duas dimensões: renovar conceitos e também geracional. Nós, que estamos há mais tempo, temos que nos reeducar. Refazer nosso discurso. A forma de diálogo está desgastada. Pessoas antigas têm experiência e vivência, passando aos mais novos, e aprendendo (ao mesmo tempo, com jovens) a ver a nova realidade. Tem de ser relação comum.”

Independentemente do resultado, Luizinho afirmou que não pretende ser candidato a nada em 2018. Em 2008, ele saiu derrota na disputa a vereador. 

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