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Mercado financeiro prevê inflação anual em 5,79%


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

22/02/2011 | 07:17


Dentro do intervalo que os economistas afirmam existir entre o aumento da Selic e os seu efeito, que é segurar a inflação, o mercado financeiro não acredita em resfriamento e elevou, pela 11° semana consecutiva, sua previsão para a alta de preços deste ano.

De acordo com o Boletim de Mercado - Focus, publicado semanalmente pelo BC (Banco Central), os economistas alteraram a média de suas expectativas para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), passando de 5,75% ao ano para 5,79%. Há quatro semanas, o resultado estava em 5,53%.

A questão é que a inflação em 5,79%, neste ano, atingirá em cheio as famílias de menor renda. Elas são as que gastam maior parte do orçamento para adquirir produtos básicos, como comida, luz, água e esgoto.

Por nota, o professor de Economia da FGV-Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) Evaldo Alves atribuiu o avanço na previsão a fatores internacionais.

"Permanece a alta dos preços das commodities no mercado internacional que, ao final, acabam transmitindo o aumento de preços para o mercado nacional. Além deste componente, a economia está aquecida, apresentando demanda maior do que a capacidade produtiva em atendê-la", explicou.

O comportamento do IPCA não foi único no documento que reúne as expectativas dos centros de análise econômica das instituições financeiras e empresas não financeiras.

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), passou de 6,33%, no ano, para 6,51%, registrando a sexta semana de alta consecutiva nas previsões.

E para a inflação da Capital, que mais se aproxima ao avanço de preços do Grande ABC, também houve acréscimo. A média da expectativa do IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) passou de 5,47% para 5,53%, para 2011.



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