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Seleção ataca de azarão na edição mais acirrada das Eliminatórias

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Pela primeira vez na história Seleção não entra
na disputa como amplo favorito à vaga na Copa


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

08/10/2015 | 07:00


Nunca na história da Eliminatória para a Copa do Mundo o Brasil entrou em campo tão desprestigiado. Os doloridos 7 a 1 sofridos para a Alemanha na semifinal da Copa de 2014 e a eliminação nas quartas de final da Copa América, em junho, frente ao Paraguai, latejam na cabeça dos torcedores e colocam peso enorme nas costas da Seleção, que busca ressurgir a partir de hoje, às 20h30 (de Brasília), quando enfrenta o Chile no primeiro degrau rumo ao Mundial da Rússia, em 2018.

A missão do grupo comandado pelo técnico Dunga não será das mais fáceis. Está em jogo não apenas o protagonismo no continente, mas o título de única seleção que jamais deixou de participar de uma edição da Copa do Mundo. Desta vez, porém, o Brasil corre sérios riscos.

Não é exagero dizer que são pelo menos cinco seleções em condições de igualdade na luta pelas quatro vagas diretas na Copa da Rússia – o quinto colocado terá de disputar repescagem contra um representante da Oceania.
Argentina e Chile aparecem como grandes protagonistas, afinal, decidiram a Copa América, vencida pelos chilenos. Brasil, Colômbia e Uruguai completam o grupo que inicia a disputa como favorito. Correm por fora o Paraguai, o Peru e o Equador, enquanto Venezuela e Bolívia, teoricamente, são os mais fracos. Mesmo assim, é evidente que a diferença técnica entre as equipes diminuiu muito e as goleadas de outras edições devem dar lugar à dramaticidade na busca por bons resultados.

O regulamento é simples. A Eliminatória será disputada em pontos corridos, com todos jogando contra todos, em ida e volta, ou seja, cada seleção fará 18 partidas até a decisão das vagas, em outubro de 2017.
As duas primeiras rodadas, disputadas hoje e na terça-feira, ganharam ingredientes ainda mais especiais. As principais seleções estão desfalcadas de seus melhores jogadores.

O Brasil, por exemplo, não terá Neymar, que cumpre mais dois jogos de suspensão pela expulsão contra a Colômbia, na Copa América. A Argentina não poderá contar com Messi, com lesão no joelho esquerdo, assim como a Colômbia não terá James Rodríguez, com lesão muscular na coxa direita.

O Chile, primeiro adversários do Brasil, não terá o meia Vidal, com lesão no joelho direito e ainda corre risco de perder Alexis Sánchez, lesão na virilha. Situação ainda mais complicada vive o Uruguai, que terá de se virar sem seus dois melhores jogadores, já que Suárez e Cavani estão suspensos por confusões na Copa do Mundo e na Copa América, respectivamente.

Desta forma, com os favoritos desfalcados e times tecnicamente bem parecidos, começam as Eliminatórias, o primeiro passo da viagem até a Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Faça suas apostas.



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