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Atila: ‘Mauá quer ser governada pelo prefeito dos pobres’

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Na briga pela reeleição, Atila Jacomussi aposta no discurso popular, ajusta alianças e mira gestão com estabilidade


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

29/11/2020 | 00:01


O prefeito de Mauá e candidato à reeleição, Atila Jacomussi (PSB), intensificou o tradicional discurso voltado à classe baixa da cidade para tentar preservar o favoritismo do primeiro turno e conquistar uma segunda gestão à frente do Paço.

O socialista, que teve o mandato abreviado diversas vezes devido às duas prisões e ao impeachment, percorreu longos caminhos jurídico e político para construir uma candidatura à reeleição. Além de reverter as detenções, anulou a cassação, aprovada pela Câmara, em duas instâncias na Justiça e recuperou seus direitos políticos. Depois, viu a Justiça Federal rejeitar torná-lo réu por lavagem de dinheiro – o caso foi transferido à Justiça Eleitoral.

Em seguida, Atila ajustou as alianças para evitar a reprise da instabilidade política causada pelo racha com a vice, Alaíde Damo (MDB), durante o primeiro mandato. Para brigar pela reeleição, escolheu seu braço direito, o advogado e presidente do seu partido, Israel Aleixo, o Bell, como parceiro de chapa. “A cidade entendeu que foi um grande golpe. O povo não aceita golpe, não aceita puxada de tapete, quer ver o seu prefeito eleito (governando) pela democracia”, explica o socialista, que chama de “injustiças” e “perseguição” os reveses enfrentados.

Autodenominado ‘prefeito do povo’, Atila imprimiu à campanha a imagem de trabalhador para antagonizar as acusações. Escolheu como slogan a curta mensagem: ‘Atila faz’. Deu certo. Saiu do primeiro turno com quase o dobro de votos que o segundo lugar: 70.490 votos (36,48%), desempenho que surpreendeu a classe política.

Nas duas últimas semanas, buscou reforçar que, apesar de não ter cumprido integralmente os quatro anos de gestão, tem o que mostrar. “O povo de Mauá viu que em menos de dois anos e meio a cidade evoluiu mais do que os últimos 16 anos. O povo de Mauá viu que tem um prefeito que é apaixonado pela cidade, que respira Mauá, que é o prefeito dos pobres. Eu não sou prefeito que senta na mesa com sindicato nem com empresário. Eu sou o prefeito das ruas e o povo quer o prefeito que seja apaixonado por Mauá.”

Para um segundo mandato, Atila mira colher resultados de atos que, em tese, contornaram problemas antigos na cidade, como a entrega da distribuição de água à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) como forma de cessar as frequentes faltas d’água. “O povo vai analisar quem fez e quem não fez. O povo quer saber o que foi feito. Eu sei o que eu trabalhei e entreguei para o povo.”  

NOME DE URNA: Atila

NÚMERO DE URNA: 40

PARTIDO: PSB

NOME COMPLETO: Atila César Monteiro Jacomussi

IDADE: 47 anos

PROFISSÃO: Empresário



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Atila: ‘Mauá quer ser governada pelo prefeito dos pobres’

Na briga pela reeleição, Atila Jacomussi aposta no discurso popular, ajusta alianças e mira gestão com estabilidade

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

29/11/2020 | 00:01


O prefeito de Mauá e candidato à reeleição, Atila Jacomussi (PSB), intensificou o tradicional discurso voltado à classe baixa da cidade para tentar preservar o favoritismo do primeiro turno e conquistar uma segunda gestão à frente do Paço.

O socialista, que teve o mandato abreviado diversas vezes devido às duas prisões e ao impeachment, percorreu longos caminhos jurídico e político para construir uma candidatura à reeleição. Além de reverter as detenções, anulou a cassação, aprovada pela Câmara, em duas instâncias na Justiça e recuperou seus direitos políticos. Depois, viu a Justiça Federal rejeitar torná-lo réu por lavagem de dinheiro – o caso foi transferido à Justiça Eleitoral.

Em seguida, Atila ajustou as alianças para evitar a reprise da instabilidade política causada pelo racha com a vice, Alaíde Damo (MDB), durante o primeiro mandato. Para brigar pela reeleição, escolheu seu braço direito, o advogado e presidente do seu partido, Israel Aleixo, o Bell, como parceiro de chapa. “A cidade entendeu que foi um grande golpe. O povo não aceita golpe, não aceita puxada de tapete, quer ver o seu prefeito eleito (governando) pela democracia”, explica o socialista, que chama de “injustiças” e “perseguição” os reveses enfrentados.

Autodenominado ‘prefeito do povo’, Atila imprimiu à campanha a imagem de trabalhador para antagonizar as acusações. Escolheu como slogan a curta mensagem: ‘Atila faz’. Deu certo. Saiu do primeiro turno com quase o dobro de votos que o segundo lugar: 70.490 votos (36,48%), desempenho que surpreendeu a classe política.

Nas duas últimas semanas, buscou reforçar que, apesar de não ter cumprido integralmente os quatro anos de gestão, tem o que mostrar. “O povo de Mauá viu que em menos de dois anos e meio a cidade evoluiu mais do que os últimos 16 anos. O povo de Mauá viu que tem um prefeito que é apaixonado pela cidade, que respira Mauá, que é o prefeito dos pobres. Eu não sou prefeito que senta na mesa com sindicato nem com empresário. Eu sou o prefeito das ruas e o povo quer o prefeito que seja apaixonado por Mauá.”

Para um segundo mandato, Atila mira colher resultados de atos que, em tese, contornaram problemas antigos na cidade, como a entrega da distribuição de água à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) como forma de cessar as frequentes faltas d’água. “O povo vai analisar quem fez e quem não fez. O povo quer saber o que foi feito. Eu sei o que eu trabalhei e entreguei para o povo.”  

NOME DE URNA: Atila

NÚMERO DE URNA: 40

PARTIDO: PSB

NOME COMPLETO: Atila César Monteiro Jacomussi

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